Motos Suzuki
66 modelos e 87 versões vendidas no Brasil desde 1990, separados por tipo.
Lojas e oficinas de motos Suzuki
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Anunciar nesta páginaMotos street Suzuki
Scooters Suzuki
Motos trail Suzuki
Motos big trail Suzuki
Motos off-road Suzuki
Motos naked Suzuki
B-King1.340 cc, 2008–2016
Bandit 12002 versões, 1996–2008
Bandit 12502 versões, 2008–2015
Bandit 6502 versões, 1996–2016
Gladius 650645 cc, 2013–2016
GS500487 cc, 1993–2009- GSR750749 cc, 2013–2016
GSX-8S776 cc, 2024–2027
GSX-S1000999 cc, 2016–2027
GSX-S750749 cc, 2017–2025
SV650645 cc, 2017–2020
VX 800805 cc, 1994–1995
Motos esportivas Suzuki
Motos custom Suzuki
Boulevard C15001.462 cc, 2006–2009
Boulevard M15002 versões, 2010–2016
Boulevard M1800R2 versões, 2014–2019
Boulevard M8002 versões, 2006–2016
Intruder 14001.360 cc, 1994–2001
Intruder 250250 cc, 1995–2003
Intruder 800805 cc, 1994–2003
Intruder LC 15001.462 cc, 1999–2005
Marauder 800805 cc, 1997–2005
Savage 650652 cc, 1998–2002
Motos touring Suzuki
Ciclomotores (50 cc) Suzuki
Quadriciclos Suzuki
A Suzuki no catálogo
Esta é a página de entrada da Suzuki no catálogo. Os modelos aparecem agrupados por tipo, e cada um leva às suas versões e aos anos em que foi vendido. É nesse nível, versão e ano, que estão os dados que mais ajudam na hora de comprar, vender ou fazer manutenção: ficha técnica, peças compatíveis e valor FIPE. Se você já sabe o modelo, vá direto a ele; se não sabe, os guias abaixo ajudam a escolher.
São 87 versões da Suzuki em 66 modelos, vendidas no Brasil entre 1990 e 2027; a cilindrada vai de 49 a 1.783 cc.
Modelos Suzuki por tipo
Por tipo, a Suzuki se divide assim no catálogo:
- Motos naked: 15 versões em 12 modelos (GSX-8S, GSX-S1000, GSX-S750, SV650, Bandit 650, Gladius 650 e outros).
- Motos custom: 13 versões em 10 modelos (Boulevard M1800R, Boulevard M1500, Boulevard M800, Boulevard C1500, Intruder LC 1500, Marauder 800 e outros).
- Motos esportivas: 11 versões em 8 modelos (GSX-8R, Hayabusa, GSX-R1000, GSX-R750, TL 1000 S, GSX-R1100 e outros).
- Motos big trail: 11 versões em 5 modelos (V-Strom 1050, V-Strom 650, V-Strom 800, V-Strom 1000, DR 800 S).
- Motos street: 10 versões em 7 modelos (GS 120, GSR 150i, GSR 125, Inazuma 250, Intruder 125, Yes 125 e outros).
- Motos touring: 7 versões em 7 modelos (GSX-S1000GX, GSX-S1000GT, GSX-S1000, GSX1250F, GSX650F, GSX750F e outros).
- Scooters: 5 versões em 5 modelos (Burgman 650, Burgman i, Burgman 400, Burgman 125, Address 100).
- Motos off-road: 5 versões em 5 modelos (DR-Z400, RM 250, RMX 250, RM 125, RM 80).
- Motos trail: 5 versões em 3 modelos (Freewind 650, DR 650, DR 350).
- Quadriciclos: 3 versões em 3 modelos (LT 50, LT 80, LT-F160).
- Ciclomotores (50 cc): 2 versões em 2 modelos (Lets 50, Address 50).
Quanto custam as Suzuki recentes
Na linha recente da Suzuki, a FIPE de outubro de 2026 traz estes valores para o ano mais novo de cada versão:
- GSX-8S 2027: R$ 50.607
- GSX-8R 2027: R$ 54.271
- V-Strom 650 XT 2027: R$ 55.155
- GSX-S750 2025: R$ 55.324
- V-Strom 650 Adventure 2025: R$ 55.616
- V-Strom 800 2027: R$ 61.745
- V-Strom 800DE 2027: R$ 64.122
- V-Strom 1050 2027: R$ 74.332
- GSX-S1000 2027: R$ 75.883
- GSX-S1000GT 2026: R$ 77.858
- V-Strom 1050 XT 2027: R$ 81.069
- GSX-R1000R 2025: R$ 90.617
- GSX-S1000GX 2027: R$ 92.258
- GSX1300R Hayabusa 2027: R$ 115.957
- GSX1300R Hayabusa 25 Anos 2025: R$ 159.750
Medidas que mais se repetem na Suzuki
Nas gerações da Suzuki com a ficha preenchida, estas são as referências que mais se repetem. Peças assim costumam ser fáceis de achar:
- Bateria: 12V 10Ah (YTX12-BS) (6); 12V 6Ah (1).
- Pneu traseiro: 150/70 R17 M/C 69V (9); 190/50 ZR17 M/C 73W (9); 180/55 ZR17 M/C 73W (8).
- Vela: NGK CR9EIA-9 (15); NGK LMAR8BI-9 (9); NGK CR8E (7).
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA (51); SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA (26); óleo 2T JASO FC/FD, mistura (4).
Como escolher entre os modelos da Suzuki
Dentro de uma mesma marca, a distância entre um modelo e outro pode ser enorme: muda o tamanho, o peso, o motor, o conforto e o custo de cada quilômetro. Antes de olhar preço ou cor, vale responder com sinceridade para que você vai usar a moto e quanta experiência já tem. Os pontos abaixo ajudam a estreitar a lista.
- Categoria da habilitação. Para motos, scooters e motonetas, a habilitação é a da categoria A. Ciclomotores têm regra própria, que aceita a categoria A ou uma autorização específica, e quadriciclos registrados para rua costumam exigir outra categoria. Como as regras mudam, confirme no Detran do seu estado o que vale para o veículo que você quer antes de comprar.
- Peso e altura do banco. Não basta a moto andar bem: você precisa conseguir segurá-la parada, empurrar na garagem e levantar o descanso sem sofrimento. Compare o peso e a altura do banco nas fichas dos modelos que interessam. Para quem tem estatura menor, alguns centímetros de banco fazem diferença enorme, assim como alguns quilos a menos fazem diferença em manobra.
- Custo de manter, não só de comprar. O preço de compra é só o começo. Pneus, pastilhas, kit de transmissão, revisões, seguro e consumo pesam mês a mês, e crescem com o porte da moto. Moto pequena, com peças de giro rápido no mercado, sai barata de manter; moto grande e cheia de eletrônica pede mais. Faça essa conta antes de fechar, e não depois.
- Trail para quem pega terra. Se o asfalto acaba no seu caminho, ou se a rua é cheia de buraco, olhe as trails da Suzuki. Suspensão de curso longo, roda dianteira maior e pneus de uso misto encaram estrada de chão sem castigar o piloto. O banco é mais alto que o de uma street, então confira a altura na ficha antes de decidir.
- Ciclomotor para trajetos curtos. Se os seus trajetos são curtos e tranquilos, o ciclomotor resolve com o mínimo de custo. Ele não foi feito para rodovia, e o desempenho deixa isso claro. Em troca, estaciona em qualquer canto e gasta muito pouco. Lembre que hoje ele precisa de registro, placa e habilitação adequada, então pergunte no Detran antes.
Peças Suzuki: original, paralela e o que conferir
Peça errada é dinheiro parado na bancada e moto parada na garagem. Na maioria das vezes, o erro não está na loja, e sim na identificação: modelo, versão e ano informados pela metade. Com os dados certos da sua Suzuki em mãos, comprar peça fica rápido, seguro e bem mais barato.
- Número do chassi. O número do chassi, que está no documento da moto e gravado no quadro, identifica a moto com precisão. Com ele, o balcão de peças consegue saber a versão exata e o período de fabricação, o que evita erro em modelos que mudaram detalhes ao longo do tempo. Leve esse número sempre que for comprar peça original.
- Peças que servem em mais de um modelo. Fabricantes costumam usar a mesma peça em vários modelos e anos: filtros, lâmpadas, manetes, cabos e até componentes de motor. Isso ajuda a achar reposição e a comparar preço. Mas a semelhança visual engana. Só considere a troca entre modelos quando o código da peça for o mesmo ou a compatibilidade estiver confirmada no catálogo.
- Original ou paralela. Peça original é a fornecida pelo fabricante da moto, com o código dele e a embalagem da marca. Paralela, ou de reposição, é feita por outras empresas para servir no mesmo lugar. Há paralelas muito boas e outras bem fracas. Em freio, direção e motor, prefira a original ou uma marca de reposição com boa reputação.
- Leve a peça velha. Sempre que possível, leve a peça antiga ou uma boa foto dela, com o código à vista, quando for comprar. Comparar lado a lado, ali no balcão, evita a maioria dos erros: furação, comprimento, tipo de conector, lado direito ou esquerdo. É um cuidado simples que poupa uma segunda viagem até a loja.
Cuidando de uma Suzuki no dia a dia
Uma Suzuki bem cuidada dura mais, gasta menos e vale mais na hora de vender. O segredo não está em nenhum produto milagroso, e sim em seguir o manual, escolher bem quem mexe na moto e guardar o histórico. Abaixo, o que pesa na manutenção dos modelos da marca.
- Revisões dentro da garantia. A garantia de fábrica tem regras, e a principal costuma ser cumprir as revisões no intervalo do manual, por quilometragem ou por tempo, o que vier primeiro. Guarde as ordens de serviço e confira se o carimbo ou o registro eletrônico foi feito. Perder a garantia por uma revisão atrasada é um prejuízo fácil de evitar.
- Peças de desgaste. Toda moto tem peças feitas para gastar: pneus, freios, transmissão, cabos e, nas que têm motor a combustão, óleo, filtros e vela. O manual indica intervalos, mas o uso real manda. Olhe pneus e freios com frequência e ajuste a corrente quando for o caso. Troca no tempo certo sai mais barata que conserto.
- Scanner de injeção. Luz de injeção acesa no painel pede leitura da central, e isso exige scanner que converse com o sistema da Suzuki. Nem todo equipamento genérico funciona em todo modelo. Antes de deixar a moto, pergunte se a oficina faz a leitura e apaga os códigos ao fim do serviço. Diagnóstico certo evita troca de peça desnecessária.
- Manual do proprietário. O manual traz o plano de manutenção, os intervalos de troca, os fluidos indicados, a calibragem dos pneus e os cuidados específicos do modelo. Muita gente nunca abre, e é justamente ali que estão as respostas para boa parte das dúvidas. Se você perdeu o seu, muitos fabricantes disponibilizam o manual no site oficial.
Perguntas frequentes
Quantos modelos a Suzuki tem no Brasil?
O catálogo tem 66 modelos e 87 versões da Suzuki, de 1990 a 2027. A lista completa está nesta página.
Qual a moto Suzuki mais barata?
Entre as versões com ano-modelo recente, a de menor valor na FIPE de outubro de 2026 é a GSX-8S 2027, com R$ 50.607.
Qual moto Suzuki escolher para começar?
Para quem está começando, os modelos de entrada, mais leves, com banco baixo e motor de resposta suave, são os mais indicados. Na lista desta página, veja os de menor cilindrada e compare peso e altura do banco nas fichas. Se puder, sente na moto antes de decidir.
A Suzuki tem moto para viajar?
Os modelos de estrada da Suzuki estão nos grupos de big trail ou touring da lista aqui na página. São motos maiores e mais pesadas, feitas para rodar longe com conforto. Abra cada uma para ver na ficha os dados que mais importam numa viagem.
Como saber se a minha Suzuki tem recall?
A consulta é feita com o chassi da moto, no site do fabricante ou nos canais oficiais de defesa do consumidor, que reúnem as campanhas de recall. Havendo pendência, agende o reparo, que não tem custo. Em moto usada, o aviso pode não ter chegado ao dono atual.
Onde comprar peça da Suzuki?
Peças originais estão na rede autorizada da marca, e as de reposição, em lojas de motopeças e lojas online. Comece abrindo o seu modelo, versão e ano nesta página para ver as peças compatíveis. Na compra, informe o chassi ou o código da peça e peça nota fiscal.











































