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Motos Suzuki

66 modelos e 87 versões vendidas no Brasil desde 1990, separados por tipo.

Lojas e oficinas de motos Suzuki

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Motos custom Suzuki

Motos touring Suzuki

Ciclomotores (50 cc) Suzuki

Quadriciclos Suzuki

A Suzuki no catálogo

Esta é a página de entrada da Suzuki no catálogo. Os modelos aparecem agrupados por tipo, e cada um leva às suas versões e aos anos em que foi vendido. É nesse nível, versão e ano, que estão os dados que mais ajudam na hora de comprar, vender ou fazer manutenção: ficha técnica, peças compatíveis e valor FIPE. Se você já sabe o modelo, vá direto a ele; se não sabe, os guias abaixo ajudam a escolher.

São 87 versões da Suzuki em 66 modelos, vendidas no Brasil entre 1990 e 2027; a cilindrada vai de 49 a 1.783 cc.

Modelos Suzuki por tipo

Por tipo, a Suzuki se divide assim no catálogo:

  • Motos naked: 15 versões em 12 modelos (GSX-8S, GSX-S1000, GSX-S750, SV650, Bandit 650, Gladius 650 e outros).
  • Motos custom: 13 versões em 10 modelos (Boulevard M1800R, Boulevard M1500, Boulevard M800, Boulevard C1500, Intruder LC 1500, Marauder 800 e outros).
  • Motos esportivas: 11 versões em 8 modelos (GSX-8R, Hayabusa, GSX-R1000, GSX-R750, TL 1000 S, GSX-R1100 e outros).
  • Motos big trail: 11 versões em 5 modelos (V-Strom 1050, V-Strom 650, V-Strom 800, V-Strom 1000, DR 800 S).
  • Motos street: 10 versões em 7 modelos (GS 120, GSR 150i, GSR 125, Inazuma 250, Intruder 125, Yes 125 e outros).
  • Motos touring: 7 versões em 7 modelos (GSX-S1000GX, GSX-S1000GT, GSX-S1000, GSX1250F, GSX650F, GSX750F e outros).
  • Scooters: 5 versões em 5 modelos (Burgman 650, Burgman i, Burgman 400, Burgman 125, Address 100).
  • Motos off-road: 5 versões em 5 modelos (DR-Z400, RM 250, RMX 250, RM 125, RM 80).
  • Motos trail: 5 versões em 3 modelos (Freewind 650, DR 650, DR 350).
  • Quadriciclos: 3 versões em 3 modelos (LT 50, LT 80, LT-F160).
  • Ciclomotores (50 cc): 2 versões em 2 modelos (Lets 50, Address 50).

Quanto custam as Suzuki recentes

Na linha recente da Suzuki, a FIPE de outubro de 2026 traz estes valores para o ano mais novo de cada versão:

Medidas que mais se repetem na Suzuki

Nas gerações da Suzuki com a ficha preenchida, estas são as referências que mais se repetem. Peças assim costumam ser fáceis de achar:

  • Bateria: 12V 10Ah (YTX12-BS) (6); 12V 6Ah (1).
  • Pneu traseiro: 150/70 R17 M/C 69V (9); 190/50 ZR17 M/C 73W (9); 180/55 ZR17 M/C 73W (8).
  • Vela: NGK CR9EIA-9 (15); NGK LMAR8BI-9 (9); NGK CR8E (7).
  • Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA (51); SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA (26); óleo 2T JASO FC/FD, mistura (4).

Como escolher entre os modelos da Suzuki

Dentro de uma mesma marca, a distância entre um modelo e outro pode ser enorme: muda o tamanho, o peso, o motor, o conforto e o custo de cada quilômetro. Antes de olhar preço ou cor, vale responder com sinceridade para que você vai usar a moto e quanta experiência já tem. Os pontos abaixo ajudam a estreitar a lista.

  • Categoria da habilitação. Para motos, scooters e motonetas, a habilitação é a da categoria A. Ciclomotores têm regra própria, que aceita a categoria A ou uma autorização específica, e quadriciclos registrados para rua costumam exigir outra categoria. Como as regras mudam, confirme no Detran do seu estado o que vale para o veículo que você quer antes de comprar.
  • Peso e altura do banco. Não basta a moto andar bem: você precisa conseguir segurá-la parada, empurrar na garagem e levantar o descanso sem sofrimento. Compare o peso e a altura do banco nas fichas dos modelos que interessam. Para quem tem estatura menor, alguns centímetros de banco fazem diferença enorme, assim como alguns quilos a menos fazem diferença em manobra.
  • Custo de manter, não só de comprar. O preço de compra é só o começo. Pneus, pastilhas, kit de transmissão, revisões, seguro e consumo pesam mês a mês, e crescem com o porte da moto. Moto pequena, com peças de giro rápido no mercado, sai barata de manter; moto grande e cheia de eletrônica pede mais. Faça essa conta antes de fechar, e não depois.
  • Trail para quem pega terra. Se o asfalto acaba no seu caminho, ou se a rua é cheia de buraco, olhe as trails da Suzuki. Suspensão de curso longo, roda dianteira maior e pneus de uso misto encaram estrada de chão sem castigar o piloto. O banco é mais alto que o de uma street, então confira a altura na ficha antes de decidir.
  • Ciclomotor para trajetos curtos. Se os seus trajetos são curtos e tranquilos, o ciclomotor resolve com o mínimo de custo. Ele não foi feito para rodovia, e o desempenho deixa isso claro. Em troca, estaciona em qualquer canto e gasta muito pouco. Lembre que hoje ele precisa de registro, placa e habilitação adequada, então pergunte no Detran antes.

Peças Suzuki: original, paralela e o que conferir

Peça errada é dinheiro parado na bancada e moto parada na garagem. Na maioria das vezes, o erro não está na loja, e sim na identificação: modelo, versão e ano informados pela metade. Com os dados certos da sua Suzuki em mãos, comprar peça fica rápido, seguro e bem mais barato.

  • Número do chassi. O número do chassi, que está no documento da moto e gravado no quadro, identifica a moto com precisão. Com ele, o balcão de peças consegue saber a versão exata e o período de fabricação, o que evita erro em modelos que mudaram detalhes ao longo do tempo. Leve esse número sempre que for comprar peça original.
  • Peças que servem em mais de um modelo. Fabricantes costumam usar a mesma peça em vários modelos e anos: filtros, lâmpadas, manetes, cabos e até componentes de motor. Isso ajuda a achar reposição e a comparar preço. Mas a semelhança visual engana. Só considere a troca entre modelos quando o código da peça for o mesmo ou a compatibilidade estiver confirmada no catálogo.
  • Original ou paralela. Peça original é a fornecida pelo fabricante da moto, com o código dele e a embalagem da marca. Paralela, ou de reposição, é feita por outras empresas para servir no mesmo lugar. Há paralelas muito boas e outras bem fracas. Em freio, direção e motor, prefira a original ou uma marca de reposição com boa reputação.
  • Leve a peça velha. Sempre que possível, leve a peça antiga ou uma boa foto dela, com o código à vista, quando for comprar. Comparar lado a lado, ali no balcão, evita a maioria dos erros: furação, comprimento, tipo de conector, lado direito ou esquerdo. É um cuidado simples que poupa uma segunda viagem até a loja.

Cuidando de uma Suzuki no dia a dia

Uma Suzuki bem cuidada dura mais, gasta menos e vale mais na hora de vender. O segredo não está em nenhum produto milagroso, e sim em seguir o manual, escolher bem quem mexe na moto e guardar o histórico. Abaixo, o que pesa na manutenção dos modelos da marca.

  • Revisões dentro da garantia. A garantia de fábrica tem regras, e a principal costuma ser cumprir as revisões no intervalo do manual, por quilometragem ou por tempo, o que vier primeiro. Guarde as ordens de serviço e confira se o carimbo ou o registro eletrônico foi feito. Perder a garantia por uma revisão atrasada é um prejuízo fácil de evitar.
  • Peças de desgaste. Toda moto tem peças feitas para gastar: pneus, freios, transmissão, cabos e, nas que têm motor a combustão, óleo, filtros e vela. O manual indica intervalos, mas o uso real manda. Olhe pneus e freios com frequência e ajuste a corrente quando for o caso. Troca no tempo certo sai mais barata que conserto.
  • Scanner de injeção. Luz de injeção acesa no painel pede leitura da central, e isso exige scanner que converse com o sistema da Suzuki. Nem todo equipamento genérico funciona em todo modelo. Antes de deixar a moto, pergunte se a oficina faz a leitura e apaga os códigos ao fim do serviço. Diagnóstico certo evita troca de peça desnecessária.
  • Manual do proprietário. O manual traz o plano de manutenção, os intervalos de troca, os fluidos indicados, a calibragem dos pneus e os cuidados específicos do modelo. Muita gente nunca abre, e é justamente ali que estão as respostas para boa parte das dúvidas. Se você perdeu o seu, muitos fabricantes disponibilizam o manual no site oficial.

Perguntas frequentes

Quantos modelos a Suzuki tem no Brasil?

O catálogo tem 66 modelos e 87 versões da Suzuki, de 1990 a 2027. A lista completa está nesta página.

Qual a moto Suzuki mais barata?

Entre as versões com ano-modelo recente, a de menor valor na FIPE de outubro de 2026 é a GSX-8S 2027, com R$ 50.607.

Qual moto Suzuki escolher para começar?

Para quem está começando, os modelos de entrada, mais leves, com banco baixo e motor de resposta suave, são os mais indicados. Na lista desta página, veja os de menor cilindrada e compare peso e altura do banco nas fichas. Se puder, sente na moto antes de decidir.

A Suzuki tem moto para viajar?

Os modelos de estrada da Suzuki estão nos grupos de big trail ou touring da lista aqui na página. São motos maiores e mais pesadas, feitas para rodar longe com conforto. Abra cada uma para ver na ficha os dados que mais importam numa viagem.

Como saber se a minha Suzuki tem recall?

A consulta é feita com o chassi da moto, no site do fabricante ou nos canais oficiais de defesa do consumidor, que reúnem as campanhas de recall. Havendo pendência, agende o reparo, que não tem custo. Em moto usada, o aviso pode não ter chegado ao dono atual.

Onde comprar peça da Suzuki?

Peças originais estão na rede autorizada da marca, e as de reposição, em lojas de motopeças e lojas online. Comece abrindo o seu modelo, versão e ano nesta página para ver as peças compatíveis. Na compra, informe o chassi ou o código da peça e peça nota fiscal.