Motos Harley-Davidson
8 modelos e 121 versões vendidas no Brasil desde 1991, separados por tipo.
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Motos naked Harley-Davidson
Motos custom Harley-Davidson
Motos touring Harley-Davidson
Harley-Davidson: visão geral
Esta é a página de entrada da Harley-Davidson no catálogo. Os modelos aparecem agrupados por tipo, e cada um leva às suas versões e aos anos em que foi vendido. É nesse nível, versão e ano, que estão os dados que mais ajudam na hora de comprar, vender ou fazer manutenção: ficha técnica, peças compatíveis e valor FIPE. Se você já sabe o modelo, vá direto a ele; se não sabe, os guias abaixo ajudam a escolher.
No catálogo, a Harley-Davidson tem 8 modelos e 121 versões, de 1991 a 2026, com motores de 883 a 1.977 cc.
Que tipo de moto a Harley-Davidson faz
Os modelos da Harley-Davidson por estilo de moto:
- Motos custom: 78 versões em 6 modelos (Softail, Sportster S, Nightster, Sportster, Dyna, V-Rod).
- Motos touring: 40 versões em 1 modelo (Touring).
- Motos naked: 2 versões em 1 modelo (Sportster).
- Motos big trail: 1 versão em 1 modelo (Pan America).
Preços FIPE da linha atual Harley-Davidson
Na linha recente da Harley-Davidson, a FIPE de outubro de 2026 traz estes valores para o ano mais novo de cada versão:
- Street Bob FXBB 2026: R$ 111.982
- Low Rider S FXLRS (2023-2026) 2026: R$ 115.939
- Sportster S RH1250S 2026: R$ 120.885
- Heritage Classic FLHC/FLHCS 2026: R$ 128.559
- Breakout 117 FXBR 2026: R$ 128.956
- Fat Boy FLFB 2026: R$ 130.526
- Pan America 1250 Special 2026: R$ 131.209
- Fat Boy Gray Ghost FLSTFI 2025: R$ 135.790
- Street Glide FLHX 2026: R$ 178.104
- Road Glide FLTRX 2026: R$ 189.503
- Road Glide Limited FLTRXL 2026: R$ 199.280
- Street Glide Limited FLHXL 2026: R$ 207.119
- CVO Street Glide FLHXSE 2025: R$ 217.390
- CVO Road Glide FLTRXSE 2025: R$ 261.234
- CVO Road Glide ST FLTRXSTSE 2026: R$ 269.500
- CVO Street Glide Limited FLHXLSE 2026: R$ 280.024
A lista mostra as oito mais baratas e as oito mais caras; todas estão no índice de modelos desta página.
Medidas que mais se repetem na Harley-Davidson
Nas gerações da Harley-Davidson com a ficha preenchida, estas são as referências que mais se repetem. Peças assim costumam ser fáceis de achar:
- Bateria: 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (58); 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-97; equiv. Yuasa YTX20HL-BS) (37); 12V 17,5Ah AGM selada, 310 CCA (ref. H-D não informada na ficha) (20).
- Pneu traseiro: MT90B16 (24); 180/55B18 80H (18); MU85B16 77H (16).
- Vela: Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) (89); Harley-Davidson 6R10 (rosca 10 mm; equiv. NGK CR9EIX) (49); Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) (22).
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) (167); SAE 15W-50 (H-D Syn-Blend; conferir manual) (3).
Escolhendo uma Harley-Davidson: o que pesa na decisão
Não existe a melhor Harley-Davidson; existe a que encaixa no seu dia a dia, no seu corpo e no seu bolso. Pense no trajeto mais comum, em quem vai com você na garupa e em quanto quer gastar para manter a moto. Com isso claro, a escolha entre os modelos fica bem mais simples.
- Naked para quem quer subir de cilindrada. Quem já domina uma moto pequena e quer mais desempenho sem abrir mão do conforto costuma olhar as nakeds. Motor mais forte, freios melhores e posição ereta fazem delas motos boas para cidade e estrada curta. Sem carenagem, o vento cansa em viagem longa. Compare potência e peso nas fichas das nakeds da Harley-Davidson.
- Categoria da habilitação. Na dúvida sobre qual documento você precisa para pilotar, pergunte ao Detran antes de comprar. Em geral, moto, scooter e motoneta pedem categoria A; ciclomotor tem uma autorização própria, que também pode ser substituída pela A; quadriciclo segue outra lógica. Saber disso cedo evita comprar um veículo que você ainda não pode conduzir.
- Vai levar garupa?. Moto que leva gente todo dia precisa de banco largo, pedaleira em boa altura e alça firme para o passageiro. Precisa também de motor e freio que deem conta de dois adultos. Nas versões esportivas, o lugar de trás geralmente é pequeno e alto; nas de uso geral e de viagem, o conforto do garupa entra no projeto.
- Comece pelo uso principal. A moto certa é a que resolve a sua rotina. Faça a conta honesta: quantos quilômetros por dia, em que tipo de piso, com que trânsito. Se a resposta for cidade, priorize leveza e consumo; se for estrada, motor com folga e proteção do vento; se for terra, curso de suspensão. A viagem eventual se resolve depois.
- Custom para passear. Para rodar devagar, aproveitar o caminho e viajar sem correria, a custom faz sentido. É fácil apoiar os pés no chão e a posição é relaxada, mas as manobras em baixa velocidade pedem atenção, porque são motos pesadas. As customs da Harley-Davidson vão de cilindradas menores a maiores; escolha de acordo com sua experiência e o tipo de passeio.
Comprando peça para a sua Harley-Davidson
Entre a peça original, a paralela e a recondicionada há diferenças de preço, de qualidade e de garantia, e cada uma tem o seu lugar. O que vale para todas é identificar a moto com precisão antes de comprar. Estes cuidados servem para qualquer modelo da Harley-Davidson listado nesta página.
- Ano-modelo e ano de fabricação. O documento traz dois anos: o de fabricação, em que a moto foi produzida, e o ano-modelo, que define a linha a que ela pertence. Uma moto fabricada num ano pode ser modelo do ano seguinte. Na hora de comprar peça, o que manda é o ano-modelo, e quando houver dúvida, o chassi.
- Modelos fora de linha. Ter uma Harley-Davidson que não é mais fabricada não significa ficar sem peça, mas pede mais pesquisa. Itens de manutenção costumam continuar fáceis; peças de acabamento e componentes exclusivos daquele modelo, nem tanto. O código do catálogo, a compatibilidade com outros modelos e os desmanches legalizados ajudam muito nessa busca.
- Leve a peça velha. Sempre que possível, leve a peça antiga ou uma boa foto dela, com o código à vista, quando for comprar. Comparar lado a lado, ali no balcão, evita a maioria dos erros: furação, comprimento, tipo de conector, lado direito ou esquerdo. É um cuidado simples que poupa uma segunda viagem até a loja.
- Preço bom demais. Peça muito mais barata que a média do mercado merece desconfiança. Pode ser falsificada, com embalagem imitando a original, ou de qualidade muito inferior. Em pastilha, disco, corrente e componentes de motor, a economia vira prejuízo rápido. Compare preços em lojas conhecidas e olhe com atenção embalagem, acabamento e etiqueta.
Cuidando de uma Harley-Davidson no dia a dia
Cada modelo da Harley-Davidson tem o seu plano de manutenção, com itens e intervalos próprios, que estão no manual do proprietário. O que muda pouco de um para outro são os cuidados gerais: onde fazer o serviço, como guardar o histórico, o que fazer quando há recall e quais peças pedem atenção constante.
- Acessórios e alterações. Toda alteração tem efeito colateral possível. Um acessório elétrico mal instalado drena bateria ou provoca falhas; um escapamento fora do padrão mexe na mistura e no documento. Se a sua Harley-Davidson ainda está na garantia, confira o que pode ser alterado. E não descarte as peças originais: elas valorizam a moto na revenda.
- Scanner de injeção. Luz de injeção acesa no painel pede leitura da central, e isso exige scanner que converse com o sistema da Harley-Davidson. Nem todo equipamento genérico funciona em todo modelo. Antes de deixar a moto, pergunte se a oficina faz a leitura e apaga os códigos ao fim do serviço. Diagnóstico certo evita troca de peça desnecessária.
- Atualização de software. Motos mais novas, com injeção, ABS, modos de pilotagem e painel digital, dependem de software, e o fabricante pode lançar atualizações que corrigem falhas ou melhoram o funcionamento. Na revisão, pergunte se há atualização disponível para a sua moto. Em geral, ela é feita pela rede autorizada, com equipamento próprio.
- Concessionária ou oficina independente. A concessionária tem mecânicos treinados pelo fabricante, ferramentas específicas e acesso direto a peças e atualizações. A oficina independente costuma cobrar menos e pode ser excelente, desde que conheça a marca e trabalhe com o manual. Durante a garantia, siga o que ela exige; depois, escolha pela competência, não só pelo preço.
Perguntas frequentes
Quantos modelos a Harley-Davidson tem no Brasil?
O catálogo tem 8 modelos e 121 versões da Harley-Davidson, de 1991 a 2026. A lista completa está nesta página.
Qual a moto Harley-Davidson mais barata?
Entre as versões com ano-modelo recente, a de menor valor na FIPE de outubro de 2026 é a Street Bob FXBB 2026, com R$ 111.982.
Como descobrir o ano-modelo de uma Harley-Davidson?
O documento da moto traz dois anos: o de fabricação e o ano-modelo, que pode ser o seguinte. Para peças, FIPE e ficha, use o ano-modelo. Se faltar o documento, o número do chassi, gravado no quadro, permite identificar o período de fabricação na concessionária ou no Detran.
A Harley-Davidson tem moto para viajar?
Os modelos de estrada da Harley-Davidson estão nos grupos de big trail ou touring da lista aqui na página. São motos maiores e mais pesadas, feitas para rodar longe com conforto. Abra cada uma para ver na ficha os dados que mais importam numa viagem.
Revisão em oficina independente faz perder a garantia da Harley-Davidson?
Depois da garantia, a escolha é livre, e uma boa oficina independente atende bem. Durante a garantia, as condições do fabricante definem onde e como as revisões devem ser feitas, e não segui-las pode comprometer a cobertura. Leia o certificado de garantia da sua moto antes de decidir.
Qual moto Harley-Davidson escolher para começar?
Para quem está começando, os modelos de entrada, mais leves, com banco baixo e motor de resposta suave, são os mais indicados. Na lista desta página, veja os de menor cilindrada e compare peso e altura do banco nas fichas. Se puder, sente na moto antes de decidir.








