Pastilha de freio dianteira da Suzuki Bandit 650
A peça certa para cada versão e ano da Bandit 650, de 1996 a 2016, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 6 gerações
- 1996–2016
Pastilha de freio dianteira
Bandit 650 1996–2016
- Modelo
- Suzuki Bandit 650
- Anos
- 1996 a 2016
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com pastilha de freio dianteira para a Suzuki Bandit 650
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pastilha de freio dianteira para a Suzuki Bandit 650. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPastilha de freio dianteira por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| Bandit 600 / 650 N | 2007–2016 |
| Bandit 600 / 650 N | 2005–2006 |
| Bandit 600 / 650 N | 2000–2004 |
| Bandit 600 / 650 N | 1996–1999 |
| Bandit 650 S | 2007–2016 |
| Bandit 650 S | 2005–2006 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual pastilha de freio dianteira serve na Bandit 650
A pastilha de freio dianteira da Suzuki Bandit 650 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da Bandit 650 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
O trabalho da pastilha no freio da Bandit 650
A pastilha de freio é a peça que encosta no disco. Ela fica dentro da pinça, presa por pinos ou travas, e recebe a força dos pistões quando você aciona o manete. O atrito entre o material da pastilha e o disco é o que segura a moto, e o calor gerado é dissipado pelo disco.
Existem tipos diferentes de material de atrito, cada um com seu comportamento em calor, chuva e desgaste. O que todas têm em comum é a necessidade de acompanhamento: a espessura cai aos poucos, e a frenagem só se mantém boa enquanto há material suficiente e a pastilha encosta por igual no disco.
A pastilha de freio dianteira na Bandit 650: o que a ficha diz
A Bandit 650 1996–2016 é uma naked de 656 cc. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco.
A Bandit 650 também tem disco atrás, com pastilhas próprias. As traseiras costumam ter formato diferente das dianteiras e gastar em outro ritmo. Na revisão, olhe os dois jogos.
Motos grandes como a Bandit 650 exigem muito do freio dianteiro, e muitas usam dois discos e duas pinças na frente. Nesse caso, as pastilhas das duas pinças devem ser trocadas juntas e ser do mesmo tipo.
Quando desconfiar da pastilha da frente
A pastilha avisa quando está acabando, mas os avisos vêm aos poucos. Alguns aparecem no barulho, outros no manete e outros só olhando dentro da pinça.
- Pouco material de atrito. Com uma lanterna, procure o material de atrito entre a plaqueta de metal e o disco. Se resta uma camada fina, ou se a ranhura central desapareceu, a troca não deve esperar.
- Barulho de metal raspando. Um rangido áspero, metálico, ao frear indica que o material acabou e a plaqueta está raspando no disco. Nesse ponto o freio perde eficiência e o disco começa a ser riscado. Troque as pastilhas imediatamente.
- Disco riscado ou azulado. O disco conta a história das pastilhas. Riscos profundos e cor azulada pedem avaliação da espessura do disco e do estado da pinça.
- Contaminação por óleo ou fluido. Mancha escura e úmida na pastilha ou no disco, freio escorregando sem motivo e cheiro de óleo são sinais de contaminação. Troque as pastilhas e resolva o vazamento.
- Pastilha vitrificada. Pastilha que superaqueceu fica com a superfície lisa e brilhante, como vidro. O freio fica "duro", sem morder, e pode chiar. Às vezes é consequência de frenagem longa em descida ou de pinça travando.
Como escolher a pastilha certa para a Bandit 650
Estes são os pontos que um bom balconista verifica antes de vender um jogo de pastilhas.
- Material: orgânica ou sinterizada. A orgânica costuma ser mais suave com o disco e mais silenciosa; a sinterizada, com partículas metálicas, aguenta mais calor e costuma durar mais, mas pode gastar mais o disco. Há também compostos intermediários. Use o tipo que o fabricante indica para o seu disco.
- Procedência e estado. Prefira embalagem lacrada, com aplicação legível e nota fiscal. Antes de montar, olhe o material: ele deve estar bem fixado na plaqueta, sem trincas, lascas ou descolamento.
- Compatibilidade com o disco. Alguns discos não são indicados para pastilha sinterizada, e outros são feitos justamente para ela. O manual ou o fabricante do disco dizem o que serve. Composto errado pode gastar o disco muito rápido ou frear pior.
- Compare com a pastilha velha. A melhor garantia é a comparação física. Pastilha "quase igual" pode ter o furo do pino em outro lugar ou ser um pouco maior e raspar no aro do disco.
- Jogo completo para a pinça. Pastilhas se trocam em jogo, as duas da mesma pinça juntas. Se a moto tem dois discos na frente, troque os jogos das duas pinças ao mesmo tempo, para a frenagem ficar equilibrada.
Como é feita a troca da pastilha dianteira da Bandit 650
Freio é serviço de oficina. Mesmo assim, saber a sequência ajuda você a cobrar um trabalho completo, e não só "trocar as plaquinhas".
- Proteja a pintura e veja o reservatório. Antes de tudo, proteja a moto com pano. O nível do fluido no reservatório vai subir quando os pistões forem empurrados para trás, e não pode transbordar.
- Tire as pastilhas velhas. Conforme a pinça, solte a tampa, as travas e o pino das pastilhas ou retire a pinça do garfo. Repare na posição das molas e das chapas antirruído e fotografe antes de desmontar.
- Inspecione disco e pinça. Com as pastilhas fora, meça ou avalie a espessura do disco e procure riscos fundos e trincas. Na pinça, veja se há vazamento nos pistões, coifas rasgadas e pinos gastos. Problema aqui deve ser resolvido antes de montar.
- Limpe a pinça. Limpe a pinça com produto próprio para freio e escova macia, sem gasolina, querosene ou óleo, que atacam as borrachas. A parte exposta dos pistões precisa estar limpa antes de ser empurrada para dentro.
- Recolha os pistões com cuidado. Empurre os pistões para dentro devagar e de forma uniforme, com ferramenta própria ou com a pastilha velha como apoio. Acompanhe o nível do reservatório e retire o excesso de fluido se ele chegar perto do máximo.
- Monte as pastilhas novas. As pastilhas entram com o material de atrito voltado para o disco, com molas e chapas na posição original. Graxa própria para freio vai só onde o fabricante indica, como nos pinos deslizantes, nunca na face de atrito.
- Bombeie o manete e corrija o nível. Manete firme primeiro, moto em movimento depois. Bombeie até as pastilhas encostarem no disco e verifique se o nível do fluido ficou entre as marcas.
- Faça o assentamento. O freio só fica no ponto depois do assentamento. Comece com frenagens suaves, em local seguro, aumentando a força aos poucos.
Se, depois da troca, o manete ficar esponjoso, a moto puxar para um lado ou a roda ficar travando, volte à oficina antes de rodar. Freio dianteiro não aceita "ver se melhora". E guarde a nota das pastilhas: ela serve de referência para a próxima troca.
O que não fazer na troca da pastilha
Alguns destes erros custam um disco novo; outros custam a segurança de quem está pilotando. Vale conhecer todos.
- Rodar sem bombear o manete. Manete que vai até o fim na primeira vez é normal depois da troca, desde que você bombeie antes de rodar. Esquecer isso é pedir acidente.
- Ignorar a pinça e o disco. Pastilha nova em disco empenado ou pinça presa não resolve trepidação nem desgaste torto. O freio é um sistema, e cada peça depende das outras para funcionar bem.
- Graxa ou óleo no lugar errado. Lubrificar demais é tão ruim quanto não lubrificar. Na face da pastilha e no disco, nada; nos pinos, só a graxa certa.
- Esperar chegar ao metal. Pastilha no metal estraga disco, freia mal e pode danificar o pistão. Troque no limite indicado pelo manual, não depois dele, para não transformar uma troca simples num conserto caro.
Pastilha de freio no dia a dia
Pastilha boa dura mais quando o resto do freio está em ordem. Estes hábitos ajudam.
- Pinça limpa e revisada. Na revisão, peça limpeza da pinça e lubrificação dos pinos deslizantes com graxa própria. Pistão que trava ou pino seco fazem a pastilha gastar torta e o freio arrastar.
- Retentores da bengala sem vazamento. Mancha de óleo no tubo da bengala é aviso também para o freio. Resolva o vazamento antes que ele atinja as pastilhas.
- Nada de óleo perto do disco. Lubrificante de corrente, silicone, cera e produtos de brilho não podem atingir disco e pastilhas. Ao aplicar qualquer produto na moto, proteja a área do freio.
- Olhe a espessura com frequência. Uma olhada nas pastilhas a cada revisão, ou sempre que lavar a moto, evita chegar ao metal. A espessura desce devagar; quem acompanha troca na hora certa e preserva o disco.
Perguntas frequentes
Pastilha de outra moto serve na minha?
Só se a aplicação da embalagem incluir o seu modelo e ano. Pastilhas parecidas podem ter diferença de formato, furação ou espessura que muda o encosto no disco. Compare com a pastilha antiga antes de montar.
Freio esponjoso depois de trocar a pastilha?
Primeiro, bombeie o manete várias vezes: os pistões precisam encostar as pastilhas no disco. Se continuar mole, pode haver ar no sistema, fluido velho, pastilha mal assentada ou problema na pinça. Não rode assim; leve à oficina.
Pastilha sinterizada ou orgânica: qual é melhor?
Depende do uso e do disco. A orgânica costuma ser mais suave e silenciosa; a sinterizada aguenta mais calor e costuma durar mais, mas pode gastar mais o disco. O mais importante é usar um composto que o disco da sua moto aceite.
Freio chiando depois da troca, é normal?
Nos primeiros quilômetros, um pouco de ruído pode acontecer até o assentamento. Chiado que persiste costuma vir de chapa ou mola antirruído faltando, pinça suja, disco espelhado ou pastilha com composto diferente. Peça para a oficina verificar.
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