Banco da Suzuki V-Strom 1000
A peça certa para cada versão e ano da V-Strom 1000, de 2003 a 2021, com o guia para escolher e trocar.
- 3 versões
- 4 gerações
- 2003–2021
Banco
V-Strom 1000 2003–2021
- Modelo
- Suzuki V-Strom 1000
- Anos
- 2003 a 2021
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com banco para a Suzuki V-Strom 1000
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Anunciar nesta páginaBanco por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| V-Strom 1000 Adventure | 2020–2021 |
| V-Strom 1000 XT | 2018–2021 |
| V-Strom 1000 | 2014–2019 |
| V-Strom 1000 | 2003–2013 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual banco serve na V-Strom 1000
Na V-Strom 1000, o banco é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Para que serve o banco da V-Strom 1000
Pense no banco como a interface entre você e a moto. A altura dele define se você alcança o chão com firmeza; o formato define como as pernas abraçam o tanque e como o corpo se apoia nas freadas; e a espuma decide se a viagem termina com ou sem dor.
Por isso, quando a espuma afunda, a base trinca ou a trava deixa de segurar, a moto muda de comportamento. Você escorrega mais, sente cada buraco, ou o banco começa a se mexer embaixo de você. O banco também guarda e protege a parte elétrica e os itens que ficam sob ele, então precisa estar sempre bem preso.
O que muda no banco da V-Strom 1000
Na ficha, a V-Strom 1000 2003–2021 aparece como uma big trail de 1.037 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.
Em motos de viagem como a V-Strom 1000, o banco pesa muito no conforto em longas distâncias. Alguns modelos têm ajuste de altura ou banco com aquecimento. Ao trocar ou reformar, confira se esses recursos, quando existem, continuam funcionando.
Quando desconfiar do banco da moto
O banco vai mostrando o desgaste em várias partes: na capa, na espuma, na base e nas fixações. Alguns sinais pedem só um tapeceiro; outros mostram que a base já não segura.
- Dor e cansaço que antes não existiam. Desconforto que aparece aos poucos costuma ser espuma perdendo firmeza. Vale comparar com um banco novo ou pedir a um tapeceiro que avalie a densidade.
- Base trincada ou quebrada. A base é a estrutura do banco. Trinca nela costuma crescer com o peso e a vibração, e o remendo raramente dura. Se a base quebrou nos pontos de fixação, a troca do banco ou da base é o caminho mais seguro.
- Capa rasgada ou ressecada. Capa danificada é o problema mais comum do banco e, sozinha, não exige banco novo. O importante é resolver antes que a espuma comece a se desfazer com a umidade.
- Banco desalinhado com a moto. Banco torto, com fresta maior de um lado ou que não encosta no tanque como antes, indica base deformada, encaixe quebrado ou suporte do quadro torto, às vezes depois de um tombo.
- Trava que não fecha ou não abre. Trava difícil é um aviso. Gancho torto na base do banco, lingueta desalinhada ou fechadura sem lubrificação são as causas mais comuns. Banco que parece travado, mas não está, pode soltar em movimento.
- Banco solto ou balançando. Se o banco mexe para os lados ou levanta na traseira quando você se ajeita, alguma fixação falhou: lingueta quebrada, trava gasta, parafuso frouxo ou borracha de apoio faltando. Banco solto tira firmeza na pilotagem e pode sair do lugar.
Banco novo, usado ou reformado: o que olhar
O banco é desenhado para o quadro, o tanque e a rabeta de cada moto. Um banco de outro modelo pode até parecer parecido, mas os encaixes e a trava raramente batem.
- Base e acabamento por baixo. Vire o banco e olhe a base: plástico sem trincas, encaixes firmes e grampos bem colocados. Em banco usado, procure remendos, trincas e borrachas de apoio faltando.
- Altura do assento. Pergunte se a espuma segue a altura original. Banco rebaixado facilita para quem é mais baixo, mas costuma ser menos confortável em trajetos longos, porque sobra menos espuma.
- Aplicação para o modelo e o ano. O banco precisa ser indicado para a V-Strom 1000 no ano da sua moto. Mudanças de tanque, rabeta ou tampas laterais entre gerações alteram o formato e os encaixes.
- Banco usado. Para comprar usado, olhe principalmente a base e os encaixes. Uma capa feia pode ser trocada; uma lingueta quebrada pode inutilizar o banco.
- Reforma ou banco novo. Base boa, problema na capa ou na espuma: reforma. Base quebrada, fixações danificadas ou banco deformado: troca. Essa conta evita gastar com banco inteiro sem necessidade.
- Densidade da espuma. Espuma mole demais afunda rápido; dura demais cansa. Aperte o banco com a mão: ele deve ceder e voltar sem demora. Bancos muito leves e moles costumam ter espuma de baixa densidade.
Troca do banco passo a passo
A troca do banco não exige oficina na maioria das motos, mas exige cuidado com encaixes e com o que está guardado embaixo. Siga a ordem.
- Retire o banco antigo. Destrave o banco pela fechadura, pela trava ou pelos parafusos, conforme a moto. Levante a traseira e puxe para trás para soltar os encaixes da frente. O manual mostra o procedimento exato.
- Observe o que está embaixo. Com o banco fora, veja como estão a bateria, os fios e os itens guardados. Repare na posição dos chicotes: eles não podem ficar no caminho da base do banco novo.
- Transfira acessórios. Passe para o banco novo a cinta da garupa, as borrachas de apoio, os ganchos ou outras peças que não vieram junto. Confira o aperto dos parafusos que prendem esses itens.
- Confira os suportes da moto. Olhe os pontos onde o banco encaixa no quadro e a trava. Suporte torto, trava suja ou gancho gasto vão prejudicar o encaixe do banco novo. Limpe e lubrifique a trava, se for o caso.
- Encaixe a frente primeiro. Posicione o banco e encaixe primeiro as linguetas da frente, sob o tanque ou no suporte. Depois, abaixe a traseira até os ganchos ficarem alinhados com a trava.
- Trave e confira. Pressione a traseira até ouvir o clique da trava ou aperte os parafusos de fixação. Puxe o banco para cima e para os lados: ele não pode sair nem balançar.
- Teste com peso. Sente, mexa o corpo e confira a firmeza. Depois, ligue a moto: se algo elétrico falhou, um fio pode ter ficado preso sob a base.
Se a troca envolveu um banco de reposição ou usado, guarde a nota fiscal e teste bem nos primeiros dias. Barulho, folga ou trava difícil aparecem logo e são mais fáceis de reclamar no início.
Manutenção do banco no dia a dia
Boa parte dos bancos estraga por descuido, não por uso. Veja o que ajuda a manter o seu em bom estado.
- Cuide de rasgos logo. Quanto antes a capa danificada for trocada, maior a chance de aproveitar a espuma e a base. Esperar só aumenta o reparo.
- Seque depois da chuva. Um pano seco no banco depois de molhar parece detalhe, mas evita que a água vá entrando pelas emendas ao longo do tempo.
- Lubrifique a trava. Trava dura costuma ser falta de lubrificação. Limpe e lubrifique a fechadura e o gancho na revisão ou quando notar resistência.
- Limpe com sabão neutro. Limpeza simples é a melhor: sabão neutro e pano. Produtos fortes estragam a capa, e os de brilho tiram a aderência do assento.
- Mantenha as borrachas de apoio. Borracha de apoio faltando deixa o banco bater e riscar a pintura. É uma peça pequena que protege a base e o quadro.
O que não fazer com o banco
Alguns erros parecem pequenos, mas custam um banco novo ou criam risco na pilotagem. Vale conhecer os mais comuns.
- Guardar objetos que atrapalham a trava. Volume demais embaixo do banco impede o encaixe correto. Organize os itens para que nada encoste na trava ou nos ganchos.
- Rebaixar demais a espuma. Rebaixar o banco ajuda quem não alcança o chão, mas tirar espuma demais deixa o assento duro e desconfortável. Pode também mudar a posição das pernas e cansar mais em viagens.
- Forçar o encaixe. Banco que não entra sem força é sinal de peça errada, lingueta torta ou objeto atrapalhando embaixo. Forçar quebra a base ou o gancho da trava.
- Comprar banco inteiro sem necessidade. Se a base está boa, capa e espuma se resolvem na tapeçaria por muito menos do que um banco novo. Avalie antes de comprar.
Perguntas frequentes
Posso trocar só a espuma do banco?
Sim. Espuma afundada se resolve na tapeçaria, sem trocar o banco inteiro. Se a capa estiver ressecada ou com costura fraca, vale aproveitar e trocar capa e espuma de uma vez.
O banco da moto é muito duro. Tem solução?
Espuma nova com densidade adequada, camada de gel ou capa de conforto são as soluções mais comuns. Antes, vale ver se a espuma não está apenas gasta, o que se resolve com reforma.
Como deixar o banco mais baixo?
Sim, com um tapeceiro especializado em moto. O rebaixamento ajuda a alcançar o chão, mas tirar espuma demais deixa o assento desconfortável. Algumas motos também têm banco baixo original como opção.
Gel no banco melhora o conforto?
Para algumas pessoas, sim. O gel alivia pontos de pressão, mas acrescenta um pouco de altura e de peso. O resultado depende do formato do banco e da espuma que fica por baixo.
O banco novo vem com fechadura?
Em muitas motos, a fechadura fica na própria moto e o banco só tem o gancho que encaixa nela. Por isso, a chave continua a mesma. Em outros modelos, há peças da trava no banco. Pergunte na loja o que vem junto.