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Triumph Thruxton

2 versões vendidas no Brasil de 2006 a 2020. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Thruxton

Lojas e oficinas para a Triumph Thruxton

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Peças e calibragem da Thruxton

Cada página junta todas as versões e anos da Thruxton numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a Thruxton

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Thruxton R2016–2020 12V 10Ah (YTX12-BS) 160/60ZR17
Thruxton 9002008–2015 12V 10Ah 130/80-17

Triumph Thruxton: o que o catálogo mostra

São 2 versões da Thruxton no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2008 a 2020. A cilindrada vai de 865 a 1.200 cc, no estilo naked.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 30.309 (Thruxton 900 2015) a R$ 56.518 (Thruxton R 2020).

A Thruxton ao longo das gerações

O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a Thruxton recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.

  • Thruxton 900 2008–2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
  • Thruxton R 2016–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.

Antes de pedir uma peça da Thruxton, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

As versões da Thruxton lado a lado: como decidir

As versões da Thruxton partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.

  • Com ou sem ABS. O ABS impede que a roda trave numa frenagem forte, e é aí que ele mostra seu valor: piso molhado, areia, óleo na pista, um carro que fecha você sem aviso. Em vez de derrapar, a moto continua freando e obedecendo ao guidão. A versão com ABS costuma custar mais e tem sensores a mais para manter, mas compensa para quem roda todo dia no trânsito, leva garupa ou ainda está ganhando experiência. Na Thruxton: Com ABS: Thruxton R; Sem ABS: Thruxton 900.
  • Cilindradas diferentes no mesmo modelo. Quando o mesmo modelo é vendido com cilindradas diferentes, a versão maior entrega mais força em subida, com garupa e nas ultrapassagens, enquanto a menor costuma ser mais barata para comprar, para manter e, em muitos casos, para segurar. Pense no seu trajeto: cidade plana e piloto sozinho pedem pouco motor; estrada, serra e garupa frequente pedem fôlego. Lembre também que algumas peças de motor mudam entre as cilindradas, mesmo com o resto da moto igual. Na Thruxton: 1.200 cc: Thruxton R; 865 cc: Thruxton 900.
  • Refrigeração a ar ou líquida. Motor arrefecido a ar é mais simples: não tem radiador, bomba nem líquido para trocar, e sofre menos com pancadas. A refrigeração a ar e óleo ajuda o motor a segurar a temperatura sob esforço. A líquida controla melhor o calor, permite motores mais potentes e silenciosos e aguenta bem o trânsito parado no calor, mas acrescenta radiador, mangueiras e líquido à manutenção. Para uso tranquilo, a ar basta; para estrada e calor forte, a líquida compensa. Na Thruxton: Refrigeração líquida: Thruxton R; Refrigeração a ar: Thruxton 900.
  • Acelerador a cabo ou eletrônico. A diferença entre acelerador a cabo e eletrônico quase não aparece ao torcer a manopla, mas muda o que a moto pode fazer. Com o sistema eletrônico, a central controla a abertura e pode oferecer modos de potência, controle de tração e controle de velocidade. Em contrapartida, um defeito exige diagnóstico com equipamento e peça mais cara. O cabo só pede lubrificação e regulagem de folga. Escolha o eletrônico se vai usar esses recursos; caso contrário, o cabo basta. Na Thruxton: Acelerador eletrônico: Thruxton R; Acelerador por cabo: Thruxton 900.
  • Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
  • Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
  • Comece pelo seu uso. A versão certa da Thruxton depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
  • Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.

Ter uma Thruxton por vários anos

Uma naked de média ou alta cilindrada pede um orçamento de manutenção maior que o de uma street, mas sem os exageros de uma esportiva carenada. Sem carenagem, há menos peças caras para quebrar num tombo, embora radiador, tampas e escapamento fiquem expostos. Parte das revisões exige oficina com scanner ou concessionária, e algumas peças precisam ser encomendadas. O seguro costuma ser alto, porque motos desse perfil são visadas. Na revenda, a Thruxton original e com revisões comprovadas é a que vende melhor; modificações de escapamento e de eletrônica tendem a afastar compradores. Se você trocou alguma peça por acessório, guarde a original para devolver à moto ou entregar junto na venda.

Thruxton 0 km, seminova ou usada?

Entre a Thruxton nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.

  • Versão de linha atual ou anterior. Quando a Thruxton muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
  • Revisões para manter a garantia. Para manter a garantia, o fabricante exige as revisões no prazo e na quilometragem indicados no manual, feitas na rede autorizada. Pular ou atrasar uma revisão pode fazer você perder a cobertura. Coloque o custo dessas revisões na conta da compra zero: elas fazem parte do preço de ter garantia.
  • Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
  • Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.
  • Zero de ano-modelo anterior. Às vezes a loja ainda tem unidades zero do ano-modelo anterior, oferecidas com desconto quando a linha nova chega. Pode ser um bom negócio: a moto é nova, tem garantia e custa menos. Só lembre que, na revenda, ela será vista como do ano-modelo que tem, e não do ano em que você a comprou.
  • Motos de frota e de entrega. Uma Thruxton usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.

Perguntas frequentes

Quantas versões a Thruxton teve?

No catálogo são 2: Thruxton R, Thruxton 900.

Qual a Thruxton mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Thruxton 900 2015, com R$ 30.309.

Quais Thruxton têm ABS?

Não. Com ABS: Thruxton R; Sem ABS: Thruxton 900.

Qual geração da Thruxton comprar?

Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.

Qual versão da Thruxton gasta menos com manutenção?

A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.

O que muda de uma geração da Thruxton para outra?

Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.

O que muda de uma versão da Thruxton para outra?

Na maioria dos modelos, a base é a mesma e o que muda é o pacote de equipamentos: tipo de freio, presença de ABS ou CBS, rodas, partida, farol e detalhes de conforto. Algumas versões também mudam o motor. Veja a tabela de versões desta página e pense em quais itens você usaria de verdade.

Por que existem tantas versões da Thruxton?

Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.