Triumph Trophy 1200
2 versões vendidas no Brasil de 1995 a 2014. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Touring
- 1995–2014
Versões da Trophy 1200
Lojas e oficinas para a Triumph Trophy 1200
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Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Trophy 1200
Cada página junta todas as versões e anos da Trophy 1200 numa tabela, com o guia da peça.
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Trophy SE 1200 | 2013–2014 | em conferência | 190/55ZR17 |
| Trophy 1200 | 1995–2001 | em conferência | em conferência |
A Triumph Trophy 1200 em números
O catálogo reúne 2 versões da Triumph Trophy 1200, vendidas de 1995 a 2014. A cilindrada vai de 1.180 a 1.215 cc, no estilo touring.
Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 21.509 (Trophy 1200 2001) a R$ 54.067 (Trophy SE 1200 2014).
Gerações da Trophy 1200: o que mudou e quando
O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a Trophy 1200 recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.
- Trophy 1200 1995–2001. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- Trophy SE 1200 2013–2014. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
Antes de pedir uma peça da Trophy 1200, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.
Trophy 1200: o que muda de uma versão para outra
Por fora, as versões da Trophy 1200 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Com ou sem ABS. Entre uma versão com ABS e outra sem, a diferença aparece no dia em que você precisa frear de verdade. Sem o sistema, apertar demais trava a roda e pode derrubar a moto, principalmente na chuva. Com ele, a pressão é aliviada e reaplicada sozinha, várias vezes por segundo. Quem usa a moto só em passeios curtos e conhece bem os próprios limites pode economizar; para o uso diário, o ABS geralmente vale o que custa a mais. Na Trophy 1200: Com ABS: Trophy SE 1200; Sem ABS: Trophy 1200.
- Carburador ou injeção eletrônica. A injeção eletrônica dosa o combustível sozinha, com base em sensores, e por isso a moto pega fácil de manhã fria, perde menos força com a altitude e tende a gastar menos. O carburador é mais simples e qualquer mecânico regula, mas pede ajuste de tempos em tempos e sofre com combustível de qualidade ruim. A versão injetada compensa para quase todo mundo. A carburada só faz sentido se a diferença de preço for grande e você tiver um mecânico de confiança. Na Trophy 1200: Injeção eletrônica: Trophy SE 1200; Carburador: Trophy 1200.
- Cilindradas diferentes no mesmo modelo. Mais cilindrada não é sempre melhor; é melhor para certos usos. A versão de motor maior anda com mais folga em velocidade de estrada e sofre menos carregada, o que também cansa menos o piloto. A de motor menor faz o mesmo trabalho na cidade, gasta menos e tem reposição mais barata. Se você raramente sai do perímetro urbano, a menor resolve. Se viaja ou mora em região de morro, a maior compensa a diferença. Na Trophy 1200: 1.215 cc: Trophy SE 1200; 1.180 cc: Trophy 1200.
- Acelerador a cabo ou eletrônico. A diferença entre acelerador a cabo e eletrônico quase não aparece ao torcer a manopla, mas muda o que a moto pode fazer. Com o sistema eletrônico, a central controla a abertura e pode oferecer modos de potência, controle de tração e controle de velocidade. Em contrapartida, um defeito exige diagnóstico com equipamento e peça mais cara. O cabo só pede lubrificação e regulagem de folga. Escolha o eletrônico se vai usar esses recursos; caso contrário, o cabo basta. Na Trophy 1200: Acelerador eletrônico: Trophy SE 1200; Acelerador por cabo: Trophy 1200.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
- Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
O que esperar da Trophy 1200 com o tempo
Manter uma touring por vários anos é investir em conforto de viagem, e o orçamento precisa levar isso em conta. As revisões são mais extensas, os itens elétricos são muitos e uma oficina com experiência no tipo faz falta fora das grandes cidades. Transmissões por cardã ou correia, comuns nesse tipo, reduzem a manutenção do dia a dia, mas pedem cuidados específicos no prazo do manual. O seguro pesa, como acontece com qualquer moto de valor alto. Na revenda, a Trophy 1200 demora mais para encontrar comprador, mas unidades bem cuidadas mantêm valor. Antes de comprar, vale saber onde fica a oficina mais próxima preparada para atender esse tipo de moto.
Comprar a Trophy 1200 zero ou usada
Entre a Trophy 1200 nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
- Versão de linha atual ou anterior. Quando a Trophy 1200 muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
- Revisões para manter a garantia. Para manter a garantia, o fabricante exige as revisões no prazo e na quilometragem indicados no manual, feitas na rede autorizada. Pular ou atrasar uma revisão pode fazer você perder a cobertura. Coloque o custo dessas revisões na conta da compra zero: elas fazem parte do preço de ter garantia.
- Seminova: o meio-termo. Uma Trophy 1200 com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
- Zero de ano-modelo anterior. Às vezes a loja ainda tem unidades zero do ano-modelo anterior, oferecidas com desconto quando a linha nova chega. Pode ser um bom negócio: a moto é nova, tem garantia e custa menos. Só lembre que, na revenda, ela será vista como do ano-modelo que tem, e não do ano em que você a comprou.
Perguntas frequentes
Quais são as versões da Trophy 1200?
No catálogo são 2: Trophy SE 1200, Trophy 1200.
Qual a Trophy 1200 mais barata?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Trophy 1200 2001, com R$ 21.509.
Toda Trophy 1200 tem ABS?
Não. Com ABS: Trophy SE 1200; Sem ABS: Trophy 1200.
Peças de uma geração servem na outra?
Não dá para presumir. Mesmo quando a peça parece igual, um furo de fixação, um conector ou uma medida podem ser diferentes. Peça ao vendedor que confira a compatibilidade pelo código da peça original ou pelo chassi da sua moto. É a forma mais segura de evitar devolução.
Dá para instalar na minha Trophy 1200 um item que só existe em outra versão?
Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.
Vale mais a pena comprar a Trophy 1200 nova ou usada?
Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.
O que muda de uma versão da Trophy 1200 para outra?
As versões costumam compartilhar quadro e motor e mudar em equipamentos como freios, partida, rodas, painel, iluminação e acabamento. Em alguns casos, também há diferença de cilindrada ou de potência. A comparação nesta página mostra o que separa cada versão; o importante é avaliar quais dessas diferenças fazem sentido para o seu uso.

