Óleo do motor da Vespa Sprint 150
A medida de cada versão e ano da Sprint 150, de 2016 a 2025, com o guia para escolher e trocar.
- 3 versões
- 3 gerações
- 2016–2025
Óleo do motor mais comum
SAE 5W-40 API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro)
- Modelo
- Vespa Sprint 150
- Anos
- 2016 a 2025
- Referências
- 2 diferentes, veja a tabela
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com óleo do motor para a Vespa Sprint 150
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Vespa Sprint 150
Motul 7100 5W-40 4T5W-40
Motul NGEN 7 5W-40 4T5W-40
Motul 300V 4T Factory Line Road Racing 5W-405W-40
Liqui Moly Motorbike 4T 5W-40 HC Street5W-40
Liqui Moly Motorbike 4T Synth 5W40 Street Race5W-40
Castrol Power1 Ultimate 4T 5W-405W-40
ELF Moto 4 Pro Tech 5W405W-40
Pela medida mais comum no modelo (SAE 5W-40 API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro)) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Óleo do motor por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Sprint S 150 | 2024–2025 | SAE 5W-40 API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro) |
| Sprint 150 | 2023–2024 | SAE 5W-40 API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro) |
| Sprint 150 S iGet ABS | 2016 | SAE 10W-40 sintético API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro) conferido |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual óleo do motor serve na Sprint 150
Não existe uma medida única do óleo do motor para toda a Sprint 150: o catálogo tem 2 referências. A que aparece em mais gerações (2 de 3) é SAE 5W-40 API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro).
Confira na tabela a linha da sua versão e do seu ano. A medida certa é a dessa linha, não a mais comum.
O que a referência quer dizer: a viscosidade é 5W-40: o primeiro número (com o W, de "winter") mostra o comportamento do óleo frio, na partida; o segundo, a viscosidade com o motor quente; API SL é a classe de qualidade do óleo; classes mais novas atendem às mais antigas; JASO MA2 indica óleo próprio para moto com embreagem banhada em óleo, que não patina como pode acontecer com óleo de carro; a quantidade é de 1,34 litros (inclui 120 ml do filtro).
O trabalho do óleo dentro do motor da Sprint 150
O óleo forma uma película fina entre as peças de metal que se movem lá dentro: pistão e cilindro, virabrequim, bronzinas, comando de válvulas. Sem essa película, metal raspa em metal, esquenta e o motor engripa. Além de lubrificar, o óleo leva calor para longe das partes mais quentes, segura a sujeira em suspensão até a troca e ajuda a proteger contra a corrosão.
Na maioria das motos quatro tempos, o mesmo óleo lubrifica também o câmbio e a embreagem, que trabalha banhada nele. Nas dois tempos a lógica muda: o óleo próprio para 2T é queimado junto com a gasolina, e o câmbio tem óleo separado.
O que muda no óleo do motor da Sprint 150
Na ficha, a Sprint 150 2016–2025 aparece como uma scooter de 155 cc. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O motor tem filtro de óleo de troca. Não há manete de embreagem; ela trabalha sozinha, pela rotação do motor.
Sem radiador, a temperatura do motor da Sprint 150 varia bastante com o uso. Em trânsito pesado e calor, o óleo é mais exigido. Nível sempre em dia e troca no prazo fazem diferença.
Em motores com CVT, a especificação de óleo pode ser diferente das motos com câmbio manual: siga o manual, que pode pedir JASO MB ou MA. E lembre-se do óleo da caixa de redução, que fica separado e também vence.
Como saber se está na hora de trocar o óleo
Estes são os sinais mais comuns de óleo baixo, vencido ou contaminado. Se vários aparecem juntos, não espere a próxima revisão.
- Fumaça azulada no escapamento. Fumaça azul é óleo sendo queimado. No motor quatro tempos, isso costuma ser sinal de desgaste interno e pede avaliação; no dois tempos, fumaça demais pode ser proporção errada de óleo na gasolina. Nos dois casos, oficina para diagnóstico.
- Manchas no chão da garagem. Uma mancha nova no piso onde a moto dorme é aviso. Pode ser arruela do bujão vencida, junta de tampa ou retentor. Vazamento de óleo nunca melhora sozinho, e óleo no pneu ou no freio é perigoso.
- Óleo muito escuro e grosso. Cor escura é normal depois de algum uso, porque o óleo segura a sujeira da queima. O que preocupa é o óleo pastoso, com resíduo ou cheiro forte de queimado: nesse ponto ele protege bem menos do que deveria.
- Prazo vencido. O óleo envelhece rodando e também parado, pela umidade e pela oxidação. Por isso o manual costuma dar um prazo em tempo além da quilometragem. Prazo vencido é motivo suficiente para trocar, sem esperar sintoma.
- Luz de óleo acesa no painel. Se a sua moto tem luz de pressão ou de nível de óleo, ela acesa com o motor ligado é sinal para parar assim que for seguro e desligar. Rodar com essa luz acesa pode fundir o motor em pouco tempo.
Como escolher o óleo certo para a Sprint 150
O rótulo traz quase tudo o que você precisa saber, mas em siglas. Entendendo cada uma, fica fácil escolher o óleo certo.
- Quantidade certa. O manual informa quanto óleo vai na troca simples, na troca com filtro (quando há) e na desmontagem do motor. São números diferentes. Compre o suficiente para a troca e um pouco para completar entre revisões.
- JASO MA ou MB. JASO MA (e MA2) é a especificação para motos com embreagem banhada em óleo: garante atrito certo para os discos não patinarem. JASO MB é para motos sem embreagem banhada, como muitas scooters. Siga o manual.
- Óleo próprio para moto. O frasco de carro pode ter a mesma viscosidade, mas não a mesma receita. Motos com embreagem e câmbio no óleo pedem especificação JASO. Óleo de carro na moto é economia que costuma sair cara.
- Frasco lacrado e procedência. Óleo adulterado existe e é difícil de identificar a olho. Compre em loja de confiança, com nota fiscal, frasco lacrado e rótulo com fabricante, especificações e lote. Desconfie de preço muito abaixo do normal.
- Viscosidade SAE. O número como 10W-30 ou 20W-50 é a viscosidade. O primeiro valor, com W, fala do comportamento na partida a frio; o segundo, do motor quente. Use a viscosidade que o manual indica, que leva em conta as folgas do motor.
A mesma referência em outros modelos
A referência óleo 5W-40 também aparece em 34 outros modelos do catálogo, o que costuma facilitar achar a peça em estoque:
- BMW F 800 GS (895 cc) 2025–2027
- BMW F 900 GS Adventure Plus 2025–2027
- BMW R 1300 GS Adventure Premium Triple Black 2026–2027
- BMW R 1300 RT 719 ASA 2026–2027
- BMW F 900 R 2026
- BMW K 1600 GTL 2011–2026
- BMW S 1000 RR 2020–2026
- BMW R 1250 RT Premium 2020–2025
- BMW F 750 GS Premium 2019–2024
- BMW F 850 GS Adventure Premium 2019–2024
- BMW R 1250 GS Sport 2019–2024
- BMW S 1000 R 2014–2021
Troca de óleo passo a passo
A troca de óleo é um serviço simples para quem tem ferramenta e um lugar adequado para recolher o óleo usado. Se você não tem como descartar o óleo corretamente, deixe com a oficina. Siga o manual da sua moto.
- Aqueça um pouco o motor. Óleo frio escorre devagar e deixa mais resíduo dentro do motor. Uma rápida aquecida resolve. Depois, desligue e espere o suficiente para mexer sem se queimar.
- Posicione a moto e solte o bujão. Moto nivelada, bandeja posicionada, chave certa no bujão. Solte com cuidado, sem espanar a cabeça. Retire a tampa de abastecimento para o óleo descer mais rápido.
- Deixe escorrer e troque a arruela. Paciência nesta parte: deixe escorrer até sobrar só gota. Arruela nova no bujão é regra, porque a antiga já foi amassada no aperto anterior. Muita limalha no ímã do bujão é motivo para avisar a oficina.
- Troque o filtro, se houver. Na troca com filtro, aproveite o motor drenado para tirar o filtro velho e pôr o novo, observando a posição de montagem e as vedações. Depois disso, use a quantidade de óleo indicada para troca com filtro.
- Recoloque o bujão com o aperto certo. Rosqueie o bujão à mão até encostar e finalize com a chave, no torque do manual. Aperto exagerado espana a rosca do cárter, que é de alumínio, e o conserto é caro. Aperto fraco vaza.
- Abasteça com a quantidade indicada. Despeje o óleo devagar, sem completar de uma vez a quantidade toda. É mais fácil acrescentar do que tirar excesso. Feche a tampa e passe para a medição.
- Meça o nível do jeito do manual. Ligue o motor por um instante, desligue, espere alguns minutos e meça com a moto na posição indicada. Algumas motos pedem a vareta apenas apoiada, sem rosquear; outras usam visor. O nível deve ficar entre as marcas.
- Procure vazamentos e anote a troca. Com tudo fechado, ligue o motor e olhe o bujão e o filtro, se houver, por alguns minutos. Sem vazamento, anote a data e a quilometragem da troca. Limpe qualquer respingo de óleo perto do pneu e do freio.
Rosca do bujão espanada, filtro mal assentado ou nível errado são os problemas que mais aparecem depois de troca caseira. Na dúvida, deixe com a oficina. O óleo velho deve ir para coleta, nunca para o esgoto.
Cuidados que fazem o óleo proteger mais
Quase todo motor que sofre por lubrificação sofreu por descuido com o nível ou com o prazo. Estes cuidados valem para qualquer moto.
- Troque o filtro no intervalo certo. O manual diz se o filtro de óleo vai a cada troca ou a cada duas. Seguir esse intervalo mantém o óleo novo limpo por mais tempo. Óleo novo com filtro saturado se suja rápido.
- Aqueça antes de exigir. Logo depois da partida, o óleo ainda não chegou a todos os pontos com a mesma eficiência. Rode os primeiros minutos sem acelerar até o fim e sem forçar o motor, principalmente em dia frio.
- Complete com o mesmo óleo. Para completar entre trocas, use o mesmo óleo que está no motor, ou pelo menos um com a mesma viscosidade e as mesmas especificações. Guarde a sobra da última troca bem fechada para isso.
- Cuide dos vazamentos cedo. Vazamento pequeno vira grande, baixa o nível e suja a moto. Arruela do bujão, juntas de tampa e retentores têm prazo de vida. Leve para avaliação assim que aparecer umidade de óleo no motor.
O que não fazer na troca de óleo da moto
Antes de trocar ou completar o óleo, evite estes tropeços. Quase todos são fáceis de evitar.
- Esticar a troca porque o óleo é sintético. Óleo sintético resiste melhor ao calor, mas o intervalo de troca é o que o manual da moto define. Estender por conta própria acumula sujeira e desgaste sem aviso.
- Usar óleo de carro. Óleo de carro pode fazer a embreagem banhada patinar e não foi feito para proteger engrenagens de câmbio. Mesmo que a viscosidade seja igual, a especificação não é. Use óleo com especificação para moto.
- Reaproveitar a arruela do bujão. A arruela de vedação se deforma ao ser apertada e não veda tão bem uma segunda vez. Reaproveitar leva a vazamento, e aí a tendência é apertar mais, o que espana a rosca.
- Medir o nível de qualquer jeito. Cada moto tem seu jeito de medir. Ignorar a posição, o tempo de espera ou o modo de usar a vareta leva a completar errado. Leia a orientação do manual uma vez e siga sempre.
Perguntas frequentes
Qual a medida do óleo do motor da Sprint 150?
Depende da versão e do ano: há 2 referências. A mais comum é SAE 5W-40 API SL/JASO MA2 | 1,34 L (inclui 120 ml do filtro). Veja a linha da sua moto na tabela desta página.
Por que o óleo do motor está baixando?
Todo motor consome um pouco de óleo, e por isso o nível precisa ser medido. Consumo que obriga a completar com frequência, fumaça azul ou vazamento visível indicam problema. A oficina avalia anéis, retentores e juntas.
Vale a pena usar óleo sintético?
Pode valer em uso mais exigente, mas não é regra. Se o manual não pede sintético, qualquer óleo que cumpra viscosidade e classes indicadas serve. E o intervalo de troca continua sendo o do manual.
A moto tem que estar no cavalete para medir o óleo?
Siga o manual: ele diz a posição da moto (em pé ou no cavalete central), se o motor deve funcionar antes e quanto esperar. Em algumas motos a vareta vai só apoiada, sem rosquear; em outras, o nível é lido num visor.
De quanto em quanto tempo troco o óleo?
Quem manda é o manual da sua moto, que dá um limite de quilometragem e outro de tempo. Vale o que vier primeiro. Uso severo, como trânsito pesado, poeira e trajetos curtos, costuma pedir intervalo menor.