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Válvulas de admissão e escape da Yamaha TDM 225

A peça certa para cada versão e ano da TDM 225, de 1997 a 2005, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 1997–2005

Válvulas de admissão e escape de reposição

2 códigos

Modelo
Yamaha TDM 225
Anos
1997 a 2005

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com válvulas de admissão e escape para a Yamaha TDM 225

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura válvulas de admissão e escape para a Yamaha TDM 225. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Válvulas de admissão e escape por versão e ano

VersãoAnos
TDM 2251997–2005

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

Quais válvulas servem na TDM 225

As válvulas da Yamaha TDM 225 são peças específicas do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da TDM 225 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Válvulas de admissão e escape de reposição para a Yamaha TDM 225

São 2 códigos de válvulas de admissão e escape de reposição para a Yamaha TDM 225, de Ric.

Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
RA 5188Válvula de admissão TDM / xt 225Ric
RA 5188Válvula de admissão TDM / xt 225Ric
RE 5189Válvula de escape TDM / xt 225Ric
RE 5189Válvula de escape TDM / xt 225Ric

A mesma peça aparece no catálogo para outras motos: Yamaha XT 225.

Como as válvulas trabalham no cabeçote

No motor quatro tempos, as válvulas são as portas do cilindro. A válvula de admissão abre para a mistura de ar e combustível entrar; a válvula de escape abre para os gases queimados saírem. No resto do ciclo, as duas ficam fechadas, apertadas contra as sedes do cabeçote, segurando a compressão e a força da explosão.

Cada válvula é uma haste comprida com uma cabeça em forma de prato. A haste corre dentro da guia de válvula, presa no cabeçote, e a mola puxa a válvula de volta para fechar. Quem empurra para abrir é o comando, direto ou por balancins. Se a cabeça não assenta por inteiro na sede, o motor perde compressão, força e partida.

Como as válvulas trabalham na TDM 225

Na ficha, a TDM 225 1997–2005 aparece como uma trail de 223 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador.

No motor quatro tempos da TDM 225, a compressão depende diretamente da vedação das válvulas. Regulagem no prazo e atenção à corrente de comando são a melhor forma de adiar uma retífica de cabeçote.

Em motor arrefecido a ar, como o da TDM 225, trânsito parado em dia quente castiga o cabeçote. Se o motor esquenta muito com frequência, a válvula de escape e as guias são as primeiras a pagar a conta.

Em moto com carburador, a ordem certa de diagnóstico é: folga de válvula, compressão, vela e filtro de ar, e só depois carburador. Muita regulagem de carburador é feita à toa por causa de uma válvula vedando mal.

Como saber se a válvula está empenada, queimada ou vedando mal

Válvula com defeito quase sempre rouba compressão do motor. O jeito como isso aparece depende do problema: válvula empenada, borda queimada, sede marcada ou guia folgada. Um teste de compressão na oficina ajuda a fechar o diagnóstico.

  • Marcha lenta irregular. Marcha lenta que oscila ou apaga sozinha pode nascer no cabeçote, principalmente quando a folga está apertada. Regulagem e teste de compressão vêm antes de qualquer ajuste de carburador ou injeção.
  • Tec-tec no cabeçote. O tec-tec é o aviso mais comum de regulagem de válvulas atrasada. Resolve-se ajustando a folga no valor do manual, e não apertando além da conta para o barulho sumir.
  • Estouros no escapamento. Estouro no escape tem várias causas, como entrada de ar no escapamento e mistura pobre. Quando vem junto com perda de compressão, a vedação da válvula de escape merece verificação.
  • Motor sem compressão depois da corrente pular. Se a corrente de comando pulou dente ou arrebentou com o motor girando, é bem provável que o pistão tenha batido nas válvulas. O resultado comum é válvula empenada e motor sem compressão ou quase sem.

Válvula de admissão, válvula de escape ou jogo de válvulas: o que comprar

Válvula é peça de motor, feita para um cabeçote específico. No balcão, estes são os pontos que separam um serviço que dura de um que volta.

  • Cabeçote com guias como alternativa. Quando o cabeçote tem sedes muito danificadas, furo de guia comprometido ou trinca, existe a opção de comprar o cabeçote já com guias montadas. Compare com o custo da retífica de cabeçote antes de decidir.
  • Válvula de admissão ou válvula de escape. A válvula de admissão costuma ter a cabeça maior; a válvula de escape é feita para aguentar mais calor. Uma não substitui a outra. Peça a posição certa e desconfie de quem diz que a mesma serve nas duas.
  • Avulsa, par ou jogo de válvulas. Se a oficina mediu e só uma válvula está fora, dá para trocar só ela. Quando as duas estão gastas ou o motor bateu, o par ou o jogo de válvulas resolve de uma vez e evita abrir o cabeçote de novo.
  • Pela aplicação e pelo código da peça. Informe modelo, ano e versão da moto. Válvulas de motores parecidos podem mudar no comprimento da haste, no diâmetro da cabeça ou no canal das travas. O código da peça do seu modelo é a referência mais segura.

Troca de válvulas e retífica de cabeçote passo a passo

A sequência abaixo é a que uma oficina cuidadosa segue. Acesso, torques e folgas mudam de motor para motor e estão no manual de serviço da sua moto.

  1. Diagnóstico antes de abrir. Antes de desmontar, a oficina confirma onde está o problema e qual foi a causa. Válvula empenada por corrente solta, por exemplo, exige verificar corrente, tensor e guias da corrente no mesmo serviço.
  2. Retirar o cabeçote. O cabeçote sai inteiro do motor. Soltar os parafusos em sequência e com o motor frio evita empenar o alumínio. A corrente de comando fica presa para não cair dentro do motor.
  3. Desmontar molas e válvulas. Com o compressor de molas, cada mola é comprimida para liberar as travas. Saem prato, mola, retentor e válvula. As peças de cada posição ficam separadas e identificadas.
  4. Limpar e medir. Câmara, válvulas e dutos são limpos do carvão. Depois o mecânico verifica empeno da haste, desgaste da borda, folga na guia de válvula e estado das sedes. Essa medição define o tamanho do serviço.
  5. Trocar as guias, se preciso. Guia gasta é sacada e a nova é instalada com o cabeçote aquecido e ferramenta própria, em medida padrão ou em sobremedida, conforme o furo. Em seguida, o furo interno da guia é calibrado para a haste.
  6. Retificar sedes e esmerilhar. Com a guia certa, a sede é retificada no ângulo do projeto. Depois a válvula é esmerilhada na sede com pasta própria até formar uma faixa de contato uniforme. A pasta é removida por completo antes da montagem.
  7. Montar e testar a vedação. Com retentores novos, óleo na haste e capa protetora na ponta, as válvulas voltam com molas e travas. Um teste de vedação com líquido nos dutos mostra se há vazamento antes de o cabeçote voltar ao motor.
  8. Remontar, regular e acompanhar. O cabeçote volta com junta nova e parafusos no torque e na sequência do manual. Depois vêm o ponto do comando e a regulagem de válvulas com o motor frio. Antes da partida, o motor é girado à mão.

Peça para ver as válvulas retiradas e pergunte qual foi a causa do defeito. Se foi corrente de comando, tensor ou folga mal regulada, essa causa também precisa estar resolvida, senão as válvulas novas seguem o mesmo caminho.

Erros comuns na troca de válvulas

Antes de autorizar a troca das válvulas, conheça os tropeços que mais custam caro e o jeito de evitar cada um.

  • Pular o esmerilhamento ou deixar pasta. Válvula nova montada sem assentar na sede pode não vedar. E pasta de esmerilhar esquecida nos dutos vira abrasivo que vai para o óleo e para o cilindro.
  • Inverter admissão e escape. A válvula de admissão no lugar da de escape pode até entrar, mas não aguenta o calor dos gases. Identifique cada peça na desmontagem e na compra.
  • Ignorar a guia de válvula. Economizar na guia de válvula é desperdiçar a válvula nova. Se a medição mostrar guia gasta, a troca dela faz parte do serviço, e não é um extra.

Manutenção que evita válvula queimada ou empenada

Válvula bem tratada dura muito. Quase todos os defeitos têm origem em folga errada, calor demais ou um problema na distribuição que deixou o pistão bater.

  • Folga sempre no valor do manual. Nada de deixar a folga mais apertada para o motor ficar quieto. A válvula precisa fechar por completo para passar calor para a sede; sem isso, a borda queima.
  • Corrente de comando e tensor em dia. Muita válvula empenada começa na corrente de comando. Ruído de corrente arrastando no cabeçote é motivo para verificar tensor e corrente antes que o ponto saia do lugar.
  • Mistura e combustível em ordem. Motor queimando mistura pobre trabalha mais quente, e quem sente primeiro é a válvula de escape. Estouros, motor esquentando demais e vela muito clara são avisos para revisar a alimentação.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre válvula de admissão e válvula de escape?

Elas fazem trabalhos opostos e sofrem de jeitos diferentes. A de admissão costuma ter a cabeça maior; a de escape é feita para aguentar o calor dos gases. Mesmo parecidas, têm códigos diferentes e não devem trocar de lugar.

Posso trocar só a válvula de escape?

Pode, desde que a de admissão esteja dentro das medidas. Como o cabeçote já vai estar aberto, muita gente prefere trocar as duas para não ter de desmontar tudo de novo pouco tempo depois.

Compensa fazer retífica de cabeçote ou trocar o cabeçote?

Depende do estado. Com sedes recuperáveis e furo de guia em ordem, a retífica de cabeçote costuma resolver. Com trinca, sede solta ou alojamento muito danificado, o cabeçote novo com guias pode ser a opção mais segura. Peça as duas opções à oficina.

Quando fazer a regulagem de válvulas?

O intervalo e o valor da folga estão no manual da moto e mudam de um motor para outro. A regulagem é feita com o motor frio, para admissão e escape. Barulho novo no cabeçote ou partida difícil a quente são motivos para antecipar.

Válvulas de admissão e escape em outros modelos

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