tudo de moto

Sensor de posição da borboleta (TPS) da BMW R 1200 GS Adventure 2014–2019

O que define a sensor de posição da borboleta (tps) certa para a R 1200 GS Adventure desses anos, e onde encontrar.

Sensor de posição da borboleta (TPS) que serve

R 1200 GS Adventure 2014–2019

Moto
BMW R 1200 GS Adventure
Anos
2014 a 2019
Cilindrada
1.170 cc
Alimentação
Injeção eletrônica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com sensor de posição da borboleta (tps) para a BMW R 1200 GS Adventure

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura sensor de posição da borboleta (tps) para a BMW R 1200 GS Adventure 2014–2019. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Qual sensor TPS serve na R 1200 GS Adventure 2014–2019

Para o sensor TPS, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a R 1200 GS Adventure e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2014–2019), e termina na comparação com a peça antiga.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a R 1200 GS Adventure e os anos 2014–2019), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Para que serve o sensor TPS da R 1200 GS Adventure

TPS é a sigla em inglês para sensor de posição da borboleta. Ele fica preso ao corpo de borboleta, ligado ao eixo que abre e fecha a passagem de ar quando você gira o acelerador, e informa à central da injeção quanto a borboleta está aberta, a cada instante.

Com essa informação, junto com a rotação e outros sensores, a central decide quanto combustível injetar e como ajustar a ignição. É o TPS que avisa que você abriu o acelerador de repente e que o motor vai precisar de mais combustível, ou que você fechou tudo e a moto está desacelerando.

Como o sensor TPS trabalha na R 1200 GS Adventure

Para entender o sensor TPS desta moto, vale olhar a ficha: a R 1200 GS Adventure é uma big trail de 1.170 cc. Com injeção eletrônica, a R 1200 GS Adventure depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida.

Na moto com arrefecimento líquido, a central também usa a temperatura do motor para ajustar a mistura e a marcha lenta. Sensor de temperatura com defeito pode deixar a marcha lenta alta ou instável, sintoma que muitas vezes é confundido com TPS.

Em motos grandes, é comum haver mais de um corpo de borboleta, sincronizados entre si, e em alguns modelos acelerador eletrônico. Se a R 1200 GS Adventure for assim, qualquer serviço no TPS exige o manual de serviço e o equipamento de diagnóstico da marca.

Quando desconfiar do sensor de posição da borboleta

Antes de comprar o sensor, repare em quando a falha aparece. TPS ruim costuma dar sinais ligados a uma posição do acelerador ou à transição entre fechado e aberto.

  • Falha que muda ao mexer no chicote. Se o problema vai e volta com vibração ou com o movimento do guidão, olhe o conector do TPS: terminal oxidado, trava quebrada e fio rompido por dentro da capa são comuns e imitam sensor ruim.
  • Buraco ao abrir o acelerador. Aquele "vazio" na saída, logo que você gira a manopla, costuma ter a ver com a informação de abertura da borboleta. Se a moto engasga sempre na mesma faixa de acelerador, o TPS entra na lista de suspeitos.
  • Luz da injeção acesa. Luz da injeção acesa merece leitura com scanner. Um código ligado ao circuito do TPS aponta para o sensor, o conector ou a fiação. Trocar a peça sem conferir o chicote às vezes não apaga a luz.
  • Resposta do acelerador estranha. Se o acelerador ficou "liga e desliga", sem a progressão de antes, a leitura da posição da borboleta pode estar falhando. Confira também a folga do cabo do acelerador, que dá uma sensação parecida.

Como escolher o sensor TPS certo para a R 1200 GS Adventure

Antes de levar o sensor, tenha em mãos os dados da moto e, se possível, a peça antiga. Isso evita a troca errada e a volta à loja.

  • Com contato ou sem contato. Alguns TPS são potenciômetros, com pista e contato deslizante; outros leem a posição sem contato. Eles não são intercambiáveis por conta própria: o sinal precisa ser o que a central espera. Siga o tipo da peça original.
  • Sensor avulso ou conjunto. Nem sempre existe o TPS sozinho. Há motos em que ele vem integrado a outros sensores, ou ao próprio corpo de borboleta. Pergunte na loja como a peça é fornecida para a sua aplicação.
  • Conector e número de fios. Olhe o plugue com atenção. Sensor certo encaixa no chicote da moto sem adaptação. Se for preciso cortar fio, a peça não é a da aplicação.
  • Encaixe no eixo e fixação. O TPS encaixa na ponta do eixo da borboleta por um formato próprio e é preso por parafusos em furos que podem ser fixos ou oblongos, para ajuste. Compare com o antigo: encaixe diferente não funciona, mesmo que o corpo do sensor pareça igual.

Troca do sensor TPS passo a passo

Trocar o TPS parece simples, porque são poucos parafusos. O que complica é o diagnóstico antes e o ajuste depois: em muitas motos, o sensor novo precisa ser calibrado ou a central precisa reaprender a posição de borboleta fechada. Por isso, o recomendado é a oficina com scanner.

  1. Confirmar o defeito. Antes de soltar qualquer parafuso, a leitura da central mostra se o sinal do sensor está dentro do valor do manual e se varia sem falhas. Também se confere conector, folga do cabo do acelerador e limpeza do corpo de borboleta.
  2. Desligar a chave e a bateria. Tudo desligado: chave fora do contato e cabo negativo da bateria solto. Isso evita registrar falhas na central durante o serviço.
  3. Acessar o corpo de borboleta. O acesso varia muito: em algumas motos o sensor fica à vista; em outras, é preciso remover tanque ou carenagem. Nada de alavancar peças plásticas: elas quebram e viram barulho depois.
  4. Marcar e retirar o sensor antigo. Antes de tirar, uma marca na posição ajuda na referência. Depois sai o conector, pela trava, e os parafusos, que são pequenos e espanam fácil. O sensor sai reto, sem forçar o eixo.
  5. Instalar o sensor novo. O acoplamento com o eixo precisa entrar alinhado, sem pressão. Se o sensor não assenta sozinho, está na posição errada. Parafusos firmes, mas sem exagero, e conector bem travado.
  6. Ajustar ou fazer o reset. Em muitas motos, depois da troca é preciso ajustar o sensor até o valor especificado com a borboleta fechada, ou fazer um procedimento de reset para a central reaprender a posição. Cada fabricante tem o seu método, descrito no manual de serviço.
  7. Conferir o acelerador. Antes de ligar a moto, gire a manopla e solte em várias posições do guidão: ela tem de voltar sozinha até o fim. Qualquer prisão no retorno precisa ser resolvida antes de rodar.
  8. Apagar códigos e testar rodando. Com o scanner, apagam-se os códigos e acompanha-se o sinal do sensor novo com o motor funcionando. O teste final é na rua, prestando atenção à saída, à velocidade constante e à desaceleração.

Se a falha continuar com o sensor novo, o problema pode estar na fiação, no corpo de borboleta, numa entrada falsa de ar ou em outro sensor. Volte à oficina com a nota da peça e do serviço.

Erros que fazem a troca do TPS dar errado

O sensor é pequeno e barato perto de outras peças da injeção, o que faz muita gente trocá-lo no chute. Veja os erros mais comuns.

  • Jogar produto direto no sensor. Produto químico no sensor pode estragar uma peça que estava boa. Na limpeza do corpo de borboleta, a parte elétrica deve ficar protegida.
  • Comprar pela aparência. Sensor parecido não é sensor certo. A central espera um sinal específico, e só a aplicação declarada e o código da original garantem isso.
  • Pular o ajuste ou o reset. Se o manual pede ajuste ou reset depois da troca, ele é parte do serviço. Sem isso, a peça nova pode parecer defeituosa sem estar.

O que ajuda o sensor TPS no dia a dia

Boa parte dos problemas atribuídos ao TPS nasce de lavagem, limpeza malfeita ou regulagem mexida. Estes cuidados evitam a maioria deles.

  • Não mexa no parafuso de batente. Em muitas motos injetadas, o parafuso que limita o fechamento da borboleta vem regulado de fábrica. Girá-lo por conta própria para mudar a marcha lenta desloca a posição de referência do TPS e desregula a injeção. Se o manual prevê ajuste de marcha lenta, siga o procedimento dele.
  • Limpe o corpo de borboleta do jeito certo. A limpeza do corpo de borboleta é útil, mas o produto não deve ser jogado no sensor. Em muitos modelos, o recomendado é limpar com o corpo montado e a parte elétrica protegida, ou seguir o método do manual.
  • Proteja a fiação. Depois de qualquer serviço perto do corpo de borboleta, confira se o chicote voltou para o lugar. Fio solto, raspando ou esticado é defeito marcado para acontecer.

O sensor TPS nos outros anos da R 1200 GS

No catálogo, a R 1200 GS aparece em 13 gerações, somando 8 versões entre 2004 e 2019. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o sensor TPS de uma R 1200 GS Adventure 2006–2013, R 1200 GS 2013–2019, R 1200 GS 2004–2012, compare o código ou a peça física.

Valor da R 1200 GS Adventure e custo do reparo

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a BMW R 1200 GS Adventure dos anos 2014–2019 vai de R$ 53.560 (2014) a R$ 70.233 (2019). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2019R$ 70.233
2018R$ 68.520
2017R$ 65.850
2016R$ 63.217
2015R$ 61.629
2014R$ 53.560

Sensor de posição da borboleta (TPS) nos outros anos e versões da R 1200 GS

VersãoAnos
R 1200 GS Adventure (esta página) 2014–2019
R 1200 GS Adventure 2006–2013
R 1200 GS 2013–2019
R 1200 GS 2004–2012
R 1200 GS Adventure Exclusive 2018–2019
R 1200 GS Adventure Rallye 2018–2019
R 1200 GS Exclusive 2018–2019
R 1200 GS Rallye 2013–2019
R 1200 GS Rallye 2012
R 1200 GS Adventure Triple Black 2014–2018
R 1200 GS Adventure Triple Black 2012–2013
R 1200 GS Triple Black 2013–2017
R 1200 GS Triple Black 2011–2012

Outras peças da R 1200 GS Adventure 2014–2019

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da BMW R 1200 GS Adventure 2014–2019

Perguntas frequentes

Posso usar o sensor TPS de outro modelo na R 1200 GS Adventure?

Em geral, não sem conferir. O sensor TPS é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

A luz da injeção acendeu. Pode ser o sensor de posição da borboleta?

Não. A luz pode acender por vários sensores, pela bomba, pelo bico ou por problemas elétricos. A única forma de saber é ler o código com scanner. Se o código aponta para o circuito do TPS, ainda é preciso conferir conector e fiação antes de trocar o sensor.

Posso andar com o TPS com defeito?

Dá para chegar à oficina na maioria dos casos, mas a moto pode morrer em desaceleração, dar trancos ou falhar na saída, o que é arriscado no trânsito. Não adie o diagnóstico, principalmente se a moto apaga ao fechar o acelerador.

Precisa calibrar o TPS depois da troca?

Em muitas motos, sim. O sensor precisa ser ajustado até o valor especificado com a borboleta fechada, ou a central precisa reaprender essa posição por um procedimento de reset. O método varia por fabricante e está no manual de serviço.

TPS com defeito aumenta o consumo?

Pode aumentar. Se o sensor informa uma abertura maior do que a real, a central injeta combustível a mais. Mas consumo alto tem muitas outras causas, como pneu murcho, filtro de ar sujo e bico com defeito, por isso ele sozinho não confirma o defeito.

Sensor de posição da borboleta (TPS) de moto: guia geral e lista de motos