Honda XL 750 Transalp 2026
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a XL 750 Transalp fabricada em 2026.
- Big trail
- 755 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Pneu dianteiro | 90/90-21 | referência |
| Pneu traseiro | 150/70R18 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Honda XL 750 Transalp
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Anunciar nesta páginaPeças da XL 750 Transalp 2026
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Honda XL 750 Transalp 2026
Entre 2026 e 2026, a XL 750 Transalp manteve a mesma base técnica: uma big trail de 755 cc.
A FIPE de outubro de 2026 dá R$ 68.929 para o ano 2026.
Como ler a ficha técnica da XL 750 Transalp
- Tanque: 16,9 litros
- Calibragem dos pneus: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (carga até 90 kg) / 41 psi (até a capacidade máxima de carga, com garupa)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Honda XL 750 Transalp ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
- Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
- Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Refrigeração líquida. Com refrigeração líquida, um radiador, uma bomba e um líquido próprio mantêm o motor sempre na temperatura ideal, faça calor ou frio, esteja a moto parada ou na estrada. Isso permite motores mais potentes e mais estáveis no uso. Em troca, há mais peças: mangueiras, ventoinha e líquido de arrefecimento, que tem prazo de troca no manual.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
Cidade, estrada e garupa com a XL 750 Transalp
A big trail é a moto de viagem que não tem medo de estrada ruim. O motor de 755 cc trabalha com folga em velocidade de rodovia, a posição ereta cansa pouco e a proteção aerodinâmica segura boa parte do vento. Com garupa e bagagem, segue estável, e o tanque grande espaça as paradas.
Na terra, a suspensão longa e as rodas grandes resolvem estradas de chão, mas o peso pede experiência em areia, lama e manobra lenta. Na cidade, a altura e a largura atrapalham no corredor e no estacionamento, e o calor do motor incomoda no trânsito parado. É uma moto para rodar longe, não para entregas nem para o centro apertado.
Medidas das peças da XL 750 Transalp 2026
As medidas que a XL 750 Transalp 2026 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
Manutenção da XL 750 Transalp: o que cada sistema pede
Manter a XL 750 Transalp em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha deve ser trocado, mesmo com sulco.
- Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
- Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
- Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria completa, sem deixar ar no sistema.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
O que vigiar na XL 750 Transalp no dia a dia
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda XL 750 Transalp. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Corrente: barulho e folga. Preste atenção a ruídos vindos da traseira: estalos ritmados, batidas e chiado contínuo quase sempre são da corrente. Uma folga fora do especificado dá trancos na troca de marcha e pode fazer a corrente sair da coroa. Ajuste e lubrifique conforme o manual e troque o kit inteiro quando estiver gasto.
- Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
- Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
Acessórios que fazem sentido na XL 750 Transalp
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a XL 750 Transalp 2026, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.
- Protetor de motor e de carenagem. O protetor de motor, aquela barra de aço presa ao quadro, absorve o impacto num tombo parado ou em velocidade baixa e protege tanque, tampas do motor e carenagem. Em motos altas e pesadas, ele evita estragos comuns em manobra. Escolha peça feita para o modelo, com fixação firme, e confira se não atrapalha os pés ao pilotar.
- Cavalete central. Para quem faz pequenas manutenções em casa ou estaciona em garagem apertada, o cavalete central ajuda muito. A moto fica firme, nivelada e com a traseira suspensa, o que deixa trabalhos simples bem mais fáceis. Confira se ele não diminui a altura livre do solo nem raspa nas curvas depois de instalado.
- Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.
Perguntas frequentes
Qual o valor da XL 750 Transalp 2026 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 68.929 no ano 2026. Veja o valor de cada ano nesta página.
Quantos litros tem o tanque da XL 750 Transalp 2026?
O tanque da XL 750 Transalp desses anos comporta 16,9 litros.
Pessoa baixa consegue pilotar a XL 750 Transalp?
Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.
Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?
Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.
O ABS precisa de manutenção?
Não muito além do freio comum. O que muda é cuidar dos sensores de roda e respeitar a troca do fluido no prazo do manual, porque o módulo do ABS não gosta de fluido velho. Pneus de medida diferente podem confundir o sistema. Luz acesa no painel depois de começar a rodar indica falha a investigar.
Ficha técnica
| Cilindrada | 755 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 16,9 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (carga até 90 kg) / 41 psi (até a capacidade máxima de carga, com garupa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da XL 750 Transalp por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| 2026 | R$ 68.929 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811194-4. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.