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Protetor (capa) da corrente da Suzuki V-Strom 1000 2014–2019

O que define a protetor (capa) da corrente certa para a V-Strom 1000 desses anos, e onde encontrar.

Protetor (capa) da corrente que serve

V-Strom 1000 2014–2019

Moto
Suzuki V-Strom 1000
Anos
2014 a 2019
Cilindrada
1.037 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Hidráulica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com protetor (capa) da corrente para a Suzuki V-Strom 1000

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura protetor (capa) da corrente para a Suzuki V-Strom 1000 2014–2019. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual protetor da corrente serve na V-Strom 1000 2014–2019

Não há uma "medida" que resolva o protetor da corrente: ele é desenhado para a V-Strom 1000. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a V-Strom 1000 2014–2019; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

O que o protetor da corrente faz na V-Strom 1000

Pouca gente repara no protetor da corrente até ele quebrar ou soltar. Ele é uma capa presa à balança, que acompanha o movimento da suspensão e cobre a corrente na parte mais perigosa: o trecho de cima, perto do pé e da perna de quem pilota e de quem vai na garupa.

Em motonetas e em alguns modelos de uso urbano, a proteção é mais completa, com uma capa que fecha a corrente quase toda e protege da poeira e da chuva, ajudando o kit relação a durar mais. Seja qual for o tipo, é uma peça específica do modelo e deve ser comprada pela aplicação.

Como o protetor da corrente trabalha na V-Strom 1000

A V-Strom 1000 2014–2019 é uma big trail de 1.037 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. O acionamento da embreagem é hidráulico, com fluido próprio. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

Na V-Strom 1000, com bagagem e garupa, a atenção à corrente é maior. Protetor firme e bem posicionado mantém cintas, alças e pontas soltas de bolsas longe da transmissão. Confira tudo antes de sair de viagem.

Em moto de maior cilindrada, a corrente é mais pesada e o protetor recebe mais vibração. Na V-Strom 1000, confira os parafusos e as borrachas de fixação nas revisões.

Como saber se o protetor da corrente está ruim

Uma olhada rápida durante a lubrificação da corrente já mostra se o protetor está bom. Repare nestes pontos.

  • Protetor ausente. Se a sua moto está sem protetor, vale repor. Ele é barato perto do risco de uma roupa ou um cadarço ser puxado pela corrente.
  • Marcas de atrito por dentro. Desgaste interno no protetor é um aviso duplo: a capa está sendo comida e a corrente provavelmente está frouxa ou o protetor está fora de posição.
  • Protetor deformado. Capa empenada perde o alinhamento com a corrente. Se ela encosta em algum ponto quando a suspensão trabalha, a troca é necessária.
  • Trincas e pedaços faltando. Trinca que cresce a partir de um furo ou de uma borda é sinal de que a peça está no fim. Com mais um pouco de vibração, ela parte e o protetor solta.
  • Barulho de raspagem. Um chiado ou raspado vindo da corrente pode ser o protetor encostando nela. Pode ser capa torta, fixação solta ou corrente frouxa demais batendo por baixo da capa.

Como escolher o protetor da corrente certo para a V-Strom 1000

O protetor da corrente é desenhado para a balança de cada moto. Formato, comprimento e pontos de fixação mudam de modelo para modelo. A compra é feita pela aplicação.

  • Espaço para o pneu. Pneu fora da medida original pode chegar perto demais do protetor. Antes de montar a peça nova, verifique a distância entre os dois com a balança em várias posições.
  • Material. Plástico de boa qualidade resiste ao sol sem trincar tão cedo. Metal resiste a pancadas. Fique de olho no acabamento das bordas e dos furos.
  • Espaço para a corrente. Se você usa corrente mais larga que a original, como algumas com retentor, confira se ela passa sem encostar no protetor, principalmente nas capas fechadas.
  • Protetor parcial ou capa fechada. Algumas motos usam um protetor que cobre só o trecho de cima; outras, uma capa que envolve a corrente quase toda. O tipo precisa ser o mesmo da sua moto, porque a fixação é diferente.
  • Furação e fixação. Os furos do protetor precisam bater com os pontos de fixação da balança. Um furo fora do lugar obriga a improvisar e deixa a peça mal presa.

Troca do protetor da corrente passo a passo

Com a chave certa e alguns minutos, dá para trocar o protetor em casa. O cuidado principal é não apertar demais o plástico e conferir se nada encosta na corrente.

  1. Apoie a moto. Deixe a moto estável e, se possível, com a roda traseira no ar. Isso permite girar a roda depois da montagem para conferir se nada encosta.
  2. Limpe a região. Tire o excesso de sujeira e lubrificante em volta dos parafusos do protetor. Assim a chave encaixa bem e você não arredonda a cabeça dos parafusos.
  3. Solte o protetor velho. Solte os parafusos de fixação e retire o protetor. Em capas fechadas, pode ser preciso soltar outras peças antes; o manual indica a sequência.
  4. Confira a corrente e a balança. Aproveite para inspecionar a corrente e a guia que protege a balança. Se as roscas da balança estiverem ruins, a fixação do protetor novo vai ficar fraca.
  5. Posicione o protetor novo. Monte as borrachas e buchas e apresente o protetor na balança. Se precisar forçar para os furos coincidirem, confira a aplicação antes de seguir.
  6. Aperte sem exagero. Rosqueie os parafusos à mão e depois dê o aperto final com moderação. Plástico apertado demais trinca, e rosca forçada espana.
  7. Gire a roda e confira. Gire a roda traseira com a mão e veja se a corrente passa sem encostar no protetor em nenhum ponto. Empurre a balança para cima, se possível, para simular a suspensão trabalhando.

A troca do protetor é uma boa oportunidade para limpar e lubrificar a corrente e conferir a folga. Com a capa nova no lugar, mantenha esse cuidado em dia.

Cuidados com o protetor da corrente

Sol, vibração e corrente frouxa são os principais inimigos do protetor. Alguns hábitos ajudam a evitar trincas e desgaste.

  • Proteja do sol. Exposição constante ao sol deixa o plástico frágil. Uma capa de moto ou garagem coberta ajudam o protetor e as outras peças plásticas.
  • Borrachas em dia. Se o protetor usa buchas ou coxins de borracha, troque quando estiverem ressecados ou rachados. Eles absorvem a vibração e evitam trincas.
  • Corrente regulada. Se o protetor está sendo riscado por dentro, a primeira coisa a conferir é a folga da corrente. Regulada, ela não encosta na capa.

O que não fazer com o protetor da corrente

Alguns tropeços com o protetor da corrente comprometem a segurança ou fazem a peça nova quebrar cedo. Vale conhecer.

  • Lavar com jato forte de perto. Jato de alta pressão muito perto do protetor pode forçar as fixações e entrar na capa fechada, tirando o lubrificante da corrente. Lave com distância e lubrifique depois.
  • Apertar demais. Parafuso apertado com força trinca o plástico perto do furo. A trinca cresce com a vibração e a peça nova quebra em pouco tempo.
  • Rodar sem protetor. Tirar o protetor para "deixar a moto mais limpa" ou por estética expõe a corrente. Roupa, cadarço e mão ficam mais perto de uma peça em movimento.

O protetor da corrente nos outros anos da V-Strom 1000

No catálogo, a V-Strom 1000 aparece em 4 gerações, somando 3 versões entre 2003 e 2021. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o protetor da corrente de uma V-Strom 1000 2003–2013, V-Strom 1000 Adventure 2020–2021, V-Strom 1000 XT 2018–2021, compare o código ou a peça física.

A V-Strom 1000 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 1000 dos anos 2014–2019 vai de R$ 36.301 (2014) a R$ 48.333 (2019). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2019R$ 48.333
2018R$ 44.324
2017R$ 43.211
2016R$ 42.157
2015R$ 40.618
2014R$ 36.301

Protetor (capa) da corrente nos outros anos e versões da V-Strom 1000

VersãoAnos
V-Strom 1000 (esta página) 2014–2019
V-Strom 1000 2003–2013
V-Strom 1000 Adventure 2020–2021
V-Strom 1000 XT 2018–2021

Outras peças da V-Strom 1000 2014–2019

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Suzuki V-Strom 1000 2014–2019

Perguntas frequentes

O protetor da corrente de outra moto serve na V-Strom 1000?

Em geral, não sem conferir. O protetor da corrente é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Dá para trocar o protetor da corrente em casa?

É um dos serviços mais simples da moto, desde que o protetor seja da aplicação certa. Aperte sem exagero e gire a roda no fim para conferir se nada encosta na corrente.

Qual material de protetor vale mais a pena?

Nenhum é melhor para todo mundo. Plástico de boa qualidade aguenta o uso de rua; metal pode valer em uso mais pesado. Encaixe e fixação contam mais que o material.

Dá para colar protetor trincado?

Trinca pequena longe da fixação às vezes é colada, mas costuma voltar com a vibração e o sol. Trinca perto dos furos ou orelha quebrada pedem troca, porque o protetor pode soltar.

O protetor entra na troca da corrente?

Não, só se ele estiver ruim. A troca do kit é um bom momento para conferir trincas, parafusos e borrachas do protetor, já que ele normalmente sai para o serviço.

Protetor (capa) da corrente de moto: guia geral e lista de motos