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Triumph Tiger 900 1999–2000

Ficha técnica, preço FIPE e as 72 peças com página própria para a Tiger 900 fabricada de 1999 a 2000. 2ª geração (T709 885i, injeção).

  • Big trail
  • 885 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Triumph Tiger 900
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Triumph Tiger 900

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Peças da Tiger 900 1999–2000

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Triumph Tiger 900 1999–2000

A Triumph Tiger 900 nos anos-modelo de 1999 a 2000 é uma big trail de 885 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. No catálogo, a Tiger 900 tem 4 gerações; esta é a 2ª, entre a 1994–1998 e a 2001–2019. 2ª geração (T709 885i, injeção).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 15.786 (1999) a R$ 17.749 (2000).

Ficha da Tiger 900 1999–2000: o que os dados mudam na prática

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Tiger 900 e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força disponível.
  • Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item para vigiar de perto.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no anda e para.
  • Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Tiger 900, e isso muda o kit de emergência.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.

Como a Tiger 900 se comporta no uso

No uso real, a big trail resolve a viagem com folga. Motor forte, freios capazes, tanque generoso e ergonomia pensada para muitas horas fazem dela uma moto de turismo com fôlego para a estrada de terra. Com garupa, o banco largo e a suspensão ajustável mantêm o conforto.

Ela sofre onde o tamanho pesa. Corredores estreitos, garagens apertadas e semáforos em ladeira pedem cuidado, principalmente para quem tem perna curta. Em areia funda e lama, os quilos a mais aparecem. E, como o custo de pneus e revisões acompanha o porte, uso como moto de trabalho diário raramente compensa. Para viajar, porém, é uma das mais completas.

Peças de troca: as medidas da Tiger 900

Na hora de comprar peça para a Tiger 900 desses anos, estas são as referências da ficha:

Manutenção da Tiger 900: o que cada sistema pede

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Tiger 900 1999–2000, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
  • Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
  • Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, freando com suavidade nos primeiros dias.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.
  • Câmara de ar. Em rodas com câmara, a pressão baixa é ainda mais perigosa: o pneu gira no aro, arranca o bico da câmara e o esvaziamento é imediato. Calibre com frequência e, na troca de pneu, considere trocar a câmara junto. Confira se a fita de proteção do aro está inteira, para os raios não furarem a câmara.
  • Embreagem por cabo. A embreagem por cabo precisa de uma pequena folga no manete, regulada pelo esticador no punho ou no motor. Sem folga, a embreagem patina; com folga demais, as marchas arranham e a moto anda com o manete apertado. Lubrifique o cabo no intervalo do manual e troque se estiver desfiado ou duro para acionar.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da Tiger 900 1999–2000 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 11% menos que o mais novo na tabela.

A Tiger 900 1999–2000 e as outras gerações

Em relação à geração anterior, Tiger 900 1994–1998, mudou:

  • Alimentação: carburador → injeção eletrônica

Na geração seguinte, Tiger 900 2001–2019, mudou:

  • Rodas: raiadas → liga leve
  • Pneus com câmara: sim → não

Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.

Sinais que a Triumph Tiger 900 dá antes de um problema

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Triumph Tiger 900. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
  • Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam fim de vida.
  • Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar entrada de umidade.
  • Luz de injeção no painel. A luz da injeção acende ao ligar a chave e apaga em seguida: isso é o teste normal. Se ela ficar acesa ou piscar com o motor funcionando, a central registrou uma falha em algum sensor ou atuador. A moto pode até andar normal, mas o problema deve ser lido com scanner logo, antes que vire algo maior.

Acessórios para a Tiger 900 1999–2000: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Tiger 900 1999–2000, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Protetor de cárter. Na trilha e na estrada de pedras, o cárter e o filtro de óleo ficam expostos a pancadas. O protetor de cárter, uma chapa resistente embaixo do motor, evita que uma pedra fure o motor e deixe você parado no meio do mato. Confira se ele não dificulta a troca de óleo e se a fixação está bem apertada depois de cada saída.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e a suspensão dianteira.
  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma Tiger 900 1999–2000?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 17.749, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Posso usar pneu de medida diferente na Tiger 900?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

A ficha da Tiger 900 muda entre 1999–2000?

O período 1999–2000 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

A Tiger 900 aguenta levar garupa?

A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.

Ficha técnica

Características
Cilindrada885 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Tiger 900 por ano

Ano-modeloPreço médio
Tiger 900 2000R$ 17.749
Tiger 900 1999R$ 15.786

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 826013-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Tiger 900