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Aprilia Scarabeo 50 Classic 1998

Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Scarabeo 50 Classic usada.

  • Ciclomotor
  • 49 cc
  • Gasolina
Aprilia Scarabeo 50 Classic 1998
Imagem ilustrativa.

FIPE 1998

R$ 2.470

Moto
Aprilia Scarabeo 50 Classic
Ano-modelo
1998
Geração
1998–2000

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 802012-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Aprilia Scarabeo 50 Classic

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A Aprilia Scarabeo 50 Classic 1998 em resumo

Do ano-modelo 1998, a Aprilia Scarabeo 50 Classic é um ciclomotor de 49 cc. O ano-modelo 1998 faz parte da geração vendida de 1998 a 2000. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A Scarabeo 50 Classic tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. Em vez de corrente, a Scarabeo 50 Classic usa correia dentada até a roda traseira. As rodas são de liga leve, sem raios.

A Scarabeo 50 Classic 1998 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Aprilia Scarabeo 50 Classic 1998 vale R$ 2.470. A Scarabeo 50 Classic 1999 está em R$ 2.788. Comparada com a 2000 (R$ 3.009), a moto de 1998 custa 18% a menos: em média, perdeu 9,4% de valor a cada ano.

Na comparação com as 42 motos ciclomotor 1998 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 32 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A Scarabeo 50 Classic e o jeito ciclomotor de andar

Na faixa de entrada do mundo das duas rodas está o ciclomotor: motor pequeno, até 50 cc nas versões a combustão, peso baixo e velocidade limitada. Muitas vezes tem cara de scooter, com câmbio automático, mas há modelos com visual de moto e versões elétricas, silenciosas e de manutenção ainda mais simples.

É um veículo de uso urbano e de distâncias curtas. Para circular, precisa estar registrado e emplacado, e quem pilota precisa de habilitação adequada. Na usada, além do estado mecânico, a regularidade do documento define se a compra vale a pena.

O que muda entre as Scarabeo 50 1998

Em 1998, a família Scarabeo 50 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Scarabeo 50 Bright 1998 (R$ 2.550): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • Scarabeo 50 Deluxe 1998 (R$ 2.977): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Scarabeo 50 Classic 1998

Estas são as medidas que mais se procura para a Scarabeo 50 Classic 1998. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Aprilia Scarabeo 50 Classic 1998 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Scarabeo 50 Classic, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Motor dois tempos. Na dois tempos, compressão e carburação dizem quase tudo. Partida que exige muitas tentativas, motor que não sobe de giro e falhas em alta podem ser desgaste de cilindro, pistão ou anéis, ou carburação errada. Veja o reservatório de óleo 2T, quando houver, e o escapamento. Peça de motor 2T antigo nem sempre é fácil de encontrar.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.

Cuidados que acompanham uma moto 1998

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1998 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Scarabeo 50 Classic ainda for a original, numa moto de 28 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 28 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 28 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.

Motos parecidas com a Scarabeo 50 Classic 1998

Para comparar: motos ciclomotor 1998 com valor FIPE perto do da Scarabeo 50 Classic.

Outros anos da Scarabeo 50 Classic

A Scarabeo 50 Classic foi vendida em 3 anos-modelo, de 1998 a 2000. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2000 · R$ 3.009
  • 1999 · R$ 2.788
  • 1998 · R$ 2.470

Ficha técnica da Scarabeo 50 Classic 1998

Medidas e especificações
Cilindrada49 cc
CombustívelGasolina
Óleo do motoróleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção
Características
MotorDois tempos
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Scarabeo 50 Classic 1998

As peças desta moto são as da geração 1998–2000. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Scarabeo 50 Classic 1998?

Na referência de outubro de 2026, a Aprilia Scarabeo 50 Classic 1998 vale R$ 2.470 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a Scarabeo 50 Classic 1998?

A Scarabeo 50 Classic 1998 tem 49 cc, com motor dois tempos e carburador.

Que óleo usar na Scarabeo 50 Classic 1998?

A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. Confira no manual o prazo de troca.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

Como saber se a Scarabeo 50 Classic 1998 tem recall pendente?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.

Moto antiga é barata de manter?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.