L'Aquila Ergon 50 2001
Preço FIPE do ano-modelo 2001, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Ergon 50 usada.
- Ciclomotor
- 50 cc
- Gasolina
FIPE 2001
R$ 1.802
- Moto
- L'Aquila Ergon 50
- Ano-modelo
- 2001
- Geração
- 1999–2001
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 819003-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a L'Aquila Ergon 50
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a L'Aquila Ergon 50 2001. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaComo é a Ergon 50 2001
Do ano-modelo 2001, a L'Aquila Ergon 50 é um ciclomotor de 50 cc. Ela pertence à geração 1999–2001, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador.
A Ergon 50 2001 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a Ergon 50 ano 2001 está cotada em R$ 1.802. A do ano 2000 sai por R$ 1.570 (+14,8% de diferença).
Entre as 34 motos ciclomotor ano 2001 com preço na FIPE, 13 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma ciclomotor
Ciclomotor é o veículo de duas ou três rodas de baixa potência, que na versão a combustão tem até 50 cc e velocidade limitada. É leve, econômico e simples, pensado para trajetos curtos e tranquilos na cidade, como ir ao trabalho, à escola ou ao comércio do bairro. Não foi feito para estrada nem para vias rápidas.
Hoje o ciclomotor precisa de registro, placa e habilitação, que pode ser a categoria A ou a autorização específica para ciclomotor. Na compra de um usado, a documentação é tão importante quanto a mecânica.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Ergon 50 2001
Medidas de manutenção da Ergon 50 2001, com link para a página de cada peça:
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção
O que conferir antes de comprar uma Ergon 50 2001 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
O que a idade pede na L'Aquila Ergon 50 2001
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2001 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e veja as exigências atuais no Detran.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Ergon 50 ainda for a original, numa moto de 25 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 25 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 25 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Ergon 50 2001.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
Alternativas à Ergon 50 2001
Quem procura uma Ergon 50 2001 costuma comparar com outras motos ciclomotor do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Adly Jaguar JT 50 2001 · R$ 1.777 · 50 cc
- Kasinski Prima 50 2001 · R$ 1.731 · 50 cc
- Adly RT 50 2001 · R$ 1.712 · 50 cc
- Atala Skegia 50 2001 · R$ 1.627 · 50 cc
- Suzuki Lets II 2001 · R$ 1.984 · 49 cc
- Suzuki Address AE 50 2001 · R$ 1.613 · 49 cc
- Kasinski Super Cab 50 2001 · R$ 1.602 · 50 cc
- L'Aquila Nix 50 2001 · R$ 2.018 · 50 cc
Todos os anos da Ergon 50
Anos-modelo da Ergon 50 no catálogo, de 2001 a 1999, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Ergon 50 2001
| Cilindrada | 50 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção |
| Motor | Dois tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Ergon 50 2001
As peças desta moto são as da geração 1999–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Ergon 50 2001?
Na referência de outubro de 2026, a L'Aquila Ergon 50 2001 vale R$ 1.802 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na Ergon 50 2001?
A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a Ergon 50 2001?
A Ergon 50 2001 tem 50 cc, com motor dois tempos e carburador.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Uma moto 2001 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.
Moto antiga é barata de manter?
Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e sistema de combustível.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.