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Suzuki Address AE 50 1998

Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Address AE 50 usada.

  • Ciclomotor
  • 49 cc
  • Gasolina

FIPE 1998

R$ 1.372

Moto
Suzuki Address AE 50
Ano-modelo
1998
Geração
1994–2002

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825001-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki Address AE 50

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A Suzuki Address AE 50 1998 em resumo

Do ano-modelo 1998, a Suzuki Address AE 50 é um ciclomotor de 49 cc. Ela pertence à geração 1994–2002, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Há partida elétrica e pedal de partida. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. A transmissão final é por correia dentada.

A Address AE 50 1998 na tabela FIPE

O preço médio da Address AE 50 1998 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 1.372. A do ano 1997 sai por R$ 1.337 (+2,6% de diferença); a de 1999 custa R$ 1.416. Comparada com a 2002 (R$ 1.682), a moto de 1998 custa 18% a menos: em média, perdeu 5,0% de valor a cada ano.

Entre as 42 motos ciclomotor ano 1998 com preço na FIPE, 17 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto ciclomotor

Quem escolhe um ciclomotor quer o básico: um veículo pequeno, de manutenção barata e consumo muito baixo, para rodar perto de casa todos os dias. Ele não foi feito para estrada nem para vias rápidas, e o desempenho reflete isso. Em troca, é fácil de estacionar, leve para manobrar e simples de pilotar.

As regras para ciclomotores mudaram nos últimos anos, e hoje registro, placa e habilitação são exigidos. Antes de comprar um usado, pergunte ao Detran se ele está regularizado ou o que falta para isso, e só então olhe a mecânica.

Medidas de manutenção da Address AE 50 1998

Medidas de manutenção da Address AE 50 1998, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma Address AE 50 1998 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Transmissão automática (CVT). Na saída, a moto deve arrancar macia, sem trepidar nem dar tranco. Trepidação ao sair do zero costuma ser embreagem centrífuga ou campana gastas; ruído de raspagem ou chiado vindo da tampa da transmissão pode ser rolete, correia ou polia no fim. Pergunte quando a correia foi trocada e compare com o prazo do manual.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.

Cuidados que acompanham uma moto 1998

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1998 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Chicote e conectores. Uma moto de 28 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 28 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.

Outras motos ciclomotor 1998 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos ciclomotor são as alternativas mais diretas à Address AE 50:

Outros anos da Address AE 50

Anos-modelo da Address AE 50 no catálogo, de 2002 a 1994, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Address AE 50 1998

Medidas e especificações
Cilindrada49 cc
CombustívelGasolina
Óleo do motoróleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba de óleo)
Características
MotorDois tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Address AE 50 1998

As peças desta moto são as da geração 1994–2002. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Address AE 50 1998?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki Address AE 50 1998 vale R$ 1.372 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da Address AE 50 1998?

A Address AE 50 1998 tem 49 cc, com motor dois tempos e carburador.

Que óleo usar na Address AE 50 1998?

A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba de óleo). Confira no manual o prazo de troca.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.

Como saber se a Address AE 50 1998 tem recall pendente?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.