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Dafra Zig 100+ 2012–2016

Ficha técnica, preço FIPE e as 53 peças com página própria para a Zig 100+ fabricada de 2012 a 2016.

  • Cub
  • 100 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Dafra Zig 100+
Imagem ilustrativa.

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Peças da Zig 100+ 2012–2016

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, carburador. Peça que não existe nela não aparece.

Zig 100+ 2012–2016: visão geral

Esta é a ficha da Dafra Zig 100+ vendida nos anos-modelo de 2012 a 2016: uma motoneta (cub) de 100 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 3.505 (2012) a R$ 4.211 (2016).

Como ler a ficha técnica da Zig 100+

  • Câmbio: automático (CVT)
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da Zig 100+ 2012–2016 significa na prática.

  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Transmissão por correia ou cardã. Se a Zig 100+ não usa corrente, a força chega à roda por correia ou por eixo cardã. Na prática, isso significa menos sujeira, menos ajustes e mais tempo entre intervenções. A correia não gosta de pedras e cortes; o cardã é robusto, mas acrescenta peso e pode causar uma leve reação na suspensão ao acelerar e desacelerar.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
  • Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.

A Zig 100+ no dia a dia

A cub foi pensada para a cidade e para o trabalho leve. Sem manete de embreagem, você troca as marchas só com o pé, o que facilita o anda e para e agrada quem está começando. O quadro aberto deixa subir e descer rápido, com saia ou roupa social, e o assoalho ajuda a levar uma sacola. As rodas maiores que as de scooter passam melhor por buraco e paralelepípedo.

Com garupa, ela segue bem em trajetos curtos, mas sente o peso em ladeira. Na estrada, roda sem pressa e sofre com vento lateral e ultrapassagens. Para entregas no bairro, feira e serviço de rua, é das mais práticas que existem.

Plano de manutenção da Zig 100+, sistema por sistema

Manter a Zig 100+ em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Correia de transmissão. A correia dentada não precisa de lubrificação, mas pede inspeção regular. Veja se há dentes faltando, cortes, rachaduras na borda ou pedrinhas presas entre a correia e a polia. A tensão é conferida e ajustada no intervalo do manual, com a ferramenta certa. Correia frouxa pula dentes; correia esticada demais desgasta os mancais.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e untados com óleo próprio.
  • Carburador. O carburador tem passagens muito finas que entopem com resíduos do combustível, principalmente quando a moto fica parada. A limpeza e a regulagem de marcha lenta e mistura entram no plano de revisões do manual. Sinais de que precisa de atenção: marcha lenta irregular, engasgos ao acelerar, partida difícil e gasolina pingando.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da Zig 100+ 2012–2016 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 17% menos que o mais novo na tabela.

Sinais que a Dafra Zig 100+ dá antes de um problema

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Zig 100+.

  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
  • Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.
  • Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando para um lado: tudo isso tem causa e solução.
  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.

Acessórios que fazem sentido na Zig 100+

Antes de encher a Dafra Zig 100+ de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.
  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
  • Baú e bagageiro. Levar coisas nas costas cansa e desequilibra; no baú, o peso fica na moto. Prefira bagageiro feito para o modelo, preso nos pontos originais, e baú com trava e vedação. Coloque os itens pesados no fundo e perto do centro. Lembre que carga atrás muda a calibragem ideal e a regulagem do farol.
  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.

Perguntas frequentes

Qual o valor da Zig 100+ 2012–2016 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 4.211, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A potência da ficha é medida na roda ou no motor?

O número de catálogo vem do motor, medido na bancada. Até chegar ao chão, parte da força se perde no câmbio, na transmissão final e no pneu, e o resultado na roda fica abaixo do anunciado. Essa diferença é esperada e não indica defeito. Compare sempre medidas feitas do mesmo jeito.

Qual a diferença entre peso seco e peso em ordem de marcha?

Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.

Quanto a Zig 100+ roda com um tanque?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Ficha técnica

Medidas e especificações
Cilindrada100 cc
CombustívelGasolina
Características
AlimentaçãoCarburador
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
ABSNão
Suspensão traseiraMonoamortecida

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da Zig 100+ por ano

Ano-modeloPreço médio
Zig 100+ 2016R$ 4.211
Zig 100+ 2015R$ 4.108
Zig 100+ 2014R$ 3.862
Zig 100+ 2013R$ 3.767
Zig 100+ 2012R$ 3.505

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 861012-6. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.