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Manoplas da Honda Biz 125

A peça certa para cada versão e ano da Biz 125, de 2006 a 2027, com o guia para escolher e trocar.

  • 5 versões
  • 13 gerações
  • 2006–2027

Manoplas de reposição

2 códigos

Modelo
Honda Biz 125
Anos
2006 a 2027

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com manoplas para a Honda Biz 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura manoplas para a Honda Biz 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Manoplas por versão e ano

VersãoAnos
Biz 125 ES2025–2027
Biz 125 ES2018–2024
Biz 125 ES2009–2017
Biz 125 ES2006–2008
Biz 125 EX2025–2027
Biz 125 EX2018–2024
Biz 125 EX2011–2017
Biz 125 (2016-2024)2018–2024
Biz 125 (2016-2024)2016–2017
Biz 125 KS2009–2012
Biz 125 KS2006–2008
Biz 125+2009–2010
Biz 125+2006–2008

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

As manoplas certa para cada Biz 125

As manoplas da Honda Biz 125 são peças específicas do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da Biz 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Manoplas de reposição para a Honda Biz 125

São 2 códigos de manoplas de reposição para a Honda Biz 125, de WESTER e Paramotos, de 2006 a 2015. A peça muda conforme a versão e o ano, por isso a tabela separa os códigos por aplicação: procure a linha da sua moto antes de comprar.

Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2006 a 2015
FIT10199Manopla Biz 125 06 / 15 c / furoWESTER
FIT10199Manopla Biz 125 06 / 15 c / furoWESTER
2006 a 2010
1075/009Manopla Biz 125 2006/10Paramotos

Manopla esquerda e direita: o que cada uma faz

A manopla é a peça da moto que você mais toca. Ela fica entre a sua mão e o guidão, e cumpre três funções: dar pegada, mesmo com a mão suada ou molhada, amortecer vibração e, do lado direito, transmitir o giro do punho para o acelerador.

Com o uso, a borracha alisa, resseca, rasga ou começa a girar fora do lugar. Na esquerda, isso é desconforto e pegada ruim. Na direita, pode significar acelerador escorregando dentro da manopla ou manopla raspando no punho e voltando devagar. Trocar o par é uma manutenção simples, que se faz em pouco tempo e muda muito a sensação de pilotar, principalmente em dias de chuva e em trajetos longos, quando a mão sente cada detalhe da pegada.

Como as manoplas trabalham na Biz 125

Para entender as manoplas desta moto, vale olhar a ficha: a Biz 125 é uma motoneta (cub) de 124 cc. Na frente, o freio é a disco.

Na Biz 125, usada todos os dias, a manopla direita costuma alisar antes da esquerda. Mesmo assim, troque o par junto para as duas mãos terem a mesma pegada.

Na Biz 125, o acelerador é por cabo: a manopla direita gira o tubo, que puxa o cabo até a alimentação do motor. Se o tubo sair na troca, o cabo precisa voltar no encaixe certo e o punho precisa fechar sem apertar o cabo.

Em scooters e motonetas como a Biz 125, o guidão costuma ser coberto por carenagem e a manopla tem comprimento e ponta próprios. A manopla de outra moto pode ficar comprida demais ou não aceitar o acabamento da ponta. Compre pela aplicação.

Como saber se a manopla está gasta

Alguns sinais são só desconforto. Outros, principalmente na manopla direita, mexem com o acelerador e pedem troca logo.

  • Acelerador voltando devagar. Gire o acelerador e solte. Ele deve voltar sozinho e rápido. Se volta preguiçoso, a manopla direita pode estar encostando no punho dos interruptores ou no contrapeso. Também pode ser o cabo, mas comece olhando a manopla.
  • Mãos formigando mais do que antes. Borracha cansada amortece menos. Junto com contrapeso solto ou faltando, isso aumenta a vibração que chega aos dedos. Verifique as duas coisas.
  • Rasgos e borracha esfarelando. Depois de um tombo ou de muito sol, a manopla trinca e começa a esfarelar. Não dá para remendar de forma que fique boa: troque o par.
  • Manopla direita escorregando no acelerador. Você gira o punho e sente a manopla direita patinar sobre o tubo do acelerador: a mão gira, mas a moto demora a responder. É sinal de manopla solta ou borracha cedida. Corrija antes de rodar.
  • Borracha grudenta ou ressecada. Calor e produto inadequado deixam algumas manoplas pegajosas, soltando cor na luva. Outras ficam duras e rachadas. Nos dois casos, a pegada e o amortecimento já foram embora.

O que conferir antes de comprar o par de manoplas

Manopla parece peça universal, mas o diâmetro interno, o comprimento e o tipo de ponta mudam de moto para moto. Estes pontos evitam comprar o par errado.

  • Diâmetro do guidão e do tubo. A maioria das motos usa guidão de 22 mm, e as manoplas comuns são feitas para isso. Alguns guidões, porém, são mais grossos ou mudam na ponta. Se o seu guidão foi trocado, meça antes de comprar.
  • Manopla aberta ou fechada. Veja a ponta do guidão da sua moto. Com contrapeso, a manopla aberta é obrigatória, ou o peso fica de fora. Sem peso, a fechada protege a ponta do tubo e a mão.
  • Comprimento. O comprimento precisa deixar uma pequena folga entre a manopla direita e o punho, para o acelerador girar livre. Manopla genérica nem sempre respeita isso.
  • Espessura e textura. Quem tem mão pequena costuma preferir manopla mais fina. Quem viaja muito sente diferença com manopla mais grossa e macia. A textura deve segurar a luva sem machucar.
  • Borracha macia ou dura. Borracha macia segura melhor e amortece mais, mas gasta mais rápido. A mais dura dura mais, porém transmite mais vibração. É uma troca entre conforto e durabilidade.

Como trocar as manoplas da Biz 125

A sequência é parecida em quase toda moto. Separe uma faca de ponta fina, cola própria para manopla e um pano com álcool.

  1. Retire os contrapesos. O primeiro passo é soltar os pesos das pontas do guidão, quando houver. Sem eles, a manopla velha sai e a nova entra pela ponta.
  2. Tire a manopla esquerda. A esquerda costuma estar colada. Dá para soltar com uma chave fina passando um pouco de álcool por baixo, ou cortar com estilete, sempre com a lâmina virada para fora, para não riscar o guidão.
  3. Tire a manopla direita. Do lado do acelerador, o cuidado é não forçar o tubo. Se ele for plástico, corte a manopla com a lâmina rasa ou tire o tubo da moto antes. Tubo trincado precisa ser trocado.
  4. Limpe guidão e tubo. Restos de cola e de borracha velha impedem a manopla nova de assentar. Limpe o guidão e o tubo com pano e álcool até sair tudo, sem lixa grossa e sem deixar óleo ou graxa.
  5. Monte a manopla esquerda. Passe a cola própria para manopla no guidão e na parte interna, conforme a embalagem, e deslize a manopla girando até a posição. Ela deve parar perto do punho, sem encostar nos comandos.
  6. Monte a manopla direita no tubo. A manopla direita vai sobre o tubo do acelerador, nunca colada no guidão. Use cola só no tubo, se a embalagem indicar, e deixe uma pequena folga entre a manopla e o punho.
  7. Recoloque tubo, punho e pesos. Se o tubo saiu, encaixe o cabo na posição de antes e feche o punho com o pino-guia no furo do guidão. Depois, recoloque os contrapesos sem empurrar a manopla para dentro.
  8. Teste o acelerador. Gire o acelerador e solte várias vezes, com o guidão reto e virado para os dois lados. Ele precisa voltar sozinho, rápido, sem raspar. Respeite o tempo de cura da cola antes de rodar.

Depois de alguns dias, verifique de novo se a manopla esquerda continua firme e se a direita gira livre. Se o tubo do acelerador estava gasto, aproveite a troca para colocar um novo.

Como fazer as manoplas da Biz 125 durarem mais

Estes hábitos simples mantêm as manoplas da Biz 125 firmes, aderentes e sem atrapalhar o acelerador.

  • Teste o acelerador com frequência. De vez em quando, gire o acelerador e solte com o guidão virado para os dois lados. Se ele começou a voltar devagar, veja se a manopla direita não avançou sobre o punho ou o peso.
  • Contrapesos firmes. Peso da ponta do guidão frouxo vibra, empurra a manopla e pode prender o acelerador. Reaperte quando notar folga e não rode sem ele se a moto saiu de fábrica com peso.
  • Nada de silicone na manopla. Protetor de pneu, silicone e cera deixam a moto brilhando, mas na manopla viram uma camada escorregadia. Se cair produto, lave com sabão até a borracha voltar a segurar.

Erros comuns com as manoplas

Quase todos estes erros aparecem no teste do acelerador, se ele for feito com cuidado.

  • Comprar fechada quando a moto usa peso. Manopla fechada não deixa o contrapeso voltar. Quem corta a ponta para adaptar deixa borda irregular, que rasga ou prende no peso. Compre a aberta se o guidão tem peso na ponta.
  • Trocar os lados do par. Manopla direita no lado esquerdo fica frouxa e gira; a esquerda forçada no tubo do acelerador rasga ou trinca o tubo. Leia a marcação de cada lado antes de montar.
  • Rodar antes da cola curar. Cola de manopla precisa de tempo para firmar. Sair rodando logo depois faz a manopla esquerda girar e sair de posição. Respeite o tempo indicado na embalagem.

Perguntas frequentes

Por que a manopla do acelerador volta devagar?

Depois de trocar a manopla, acelerador pesado quase sempre é contato da borracha com o punho ou com o peso da ponta. Se a folga estiver certa e continuar pesado, peça para olhar o cabo ou o tubo.

A manopla direita vem com o tubo do acelerador?

Não é obrigatório. Se o tubo está bom, só a manopla resolve. Se ele está gasto ou quebrou na retirada da manopla velha, compre a versão com tubo, com o encaixe certo para o cabo da sua moto.

Como tirar a manopla velha sem estragar?

Dá, se ela não estiver muito colada nem ressecada. Álcool e paciência soltam a borracha. Manopla rasgada, lisa ou dura não vale a pena reaproveitar: o par novo resolve melhor.

Qual a diferença entre manopla aberta e fechada?

A diferença está na ponta. Com furo, ela aceita o contrapeso e acessórios na ponta do guidão. Sem furo, cobre a ponta do tubo. Escolha pelo que a sua moto tem na ponta do guidão.

Com que frequência trocar as manoplas?

Não existe quilometragem certa. Sol, uso diário, chuva e produto de limpeza aceleram o desgaste. Quando a pegada piorar ou a borracha mudar de aspecto, é hora de trocar o par.

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