Honda Pop 100 2008
Preço FIPE do ano-modelo 2008, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Pop 100 usada.
- Cub
- 97 cc
- Gasolina
- 6,2 cv
FIPE 2008
R$ 6.001
- Moto
- Honda Pop 100
- Ano-modelo
- 2008
- Geração
- 2007–2015
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811085-9. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda Pop 100
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda Pop 100 2008. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaA Honda Pop 100 2008 em resumo
A Honda Pop 100 2008 é uma motoneta (cub) de 97 cc. Ela pertence à geração 2007–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A Pop 100 pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.
Pelos números do fabricante, a potência é de 6,17 cv a 7.500 rpm (manual 2013); o torque, 0,74 kgf.m a 4.000 rpm (manual 2013); o peso, 85 kg (seco, manual 2013); o tanque leva 4,0 litros (reserva de aprox. 0,8 L); o banco fica a 749 mm do chão. Isso dá cerca de 13,8 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a Pop 100 2008
O preço médio da Pop 100 2008 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 6.001. A Pop 100 2007 fica em R$ 5.790 (+3,6% de diferença); a de 2009 custa R$ 6.152. Comparada com a 2015 (R$ 7.426), a moto de 2008 custa 19% a menos: em média, perdeu 3,0% de valor a cada ano.
Entre as 20 motos cub ano 2008 com preço na FIPE, 16 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto cub
Cub, ou motoneta, é a moto de quadro aberto, sem tanque entre as pernas, com rodas maiores que as de uma scooter e câmbio de marchas sem manete de embreagem: a embreagem é automática e as trocas são feitas só com o pé. É fácil de subir, de pilotar e de manter, e agrada quem nunca andou de moto, quem faz trajetos curtos e quem trabalha com entregas leves.
O consumo está entre os mais baixos do mercado. Na usada, olhe com atenção embreagem, câmbio e transmissão, que trabalham muito no anda e para da cidade.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Pop 100 2008
Para a manutenção da Pop 100 2008, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Vela de ignição: NGK C7HSA
- Relação (kit): passo 428 | 106 elos
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
Pop 100 2008 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Sinais de moto de trabalho. Se a moto trabalhou com entrega, rodou muito e no ritmo de para e anda, que gasta embreagem, freios, transmissão e suspensão mais rápido. Os sinais são bagageiro reforçado ou furado, marcas de baú, banco gasto e hodômetro baixo demais para o estado geral. Avalie com mais rigor e ajuste o preço.
Cuidados que acompanham uma moto 2008
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
Outros anos da Pop 100
Anos-modelo da Pop 100 no catálogo, de 2015 a 2007, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Pop 100 2008
| Cilindrada | 97 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 6,17 cv a 7.500 rpm (manual 2013) conferido |
| Torque | 0,74 kgf.m a 4.000 rpm (manual 2013) conferido |
| Peso | 85 kg (seco, manual 2013) conferido |
| Tanque | 4,0 litros (reserva de aprox. 0,8 L) conferido |
| Altura do banco | 749 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa) conferido |
| Vela de ignição | NGK C7HSA |
| Relação (kit) | passo 428 | 106 elos |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Pop 100 2008
As peças desta moto são as da geração 2007–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Pop 100 2008?
Na referência de outubro de 2026, a Honda Pop 100 2008 vale R$ 6.001 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na Pop 100 2008?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a Pop 100 2008?
A Pop 100 2008 tem 97 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quanto pesa a Pop 100 2008?
O peso informado pelo fabricante é 85 kg (seco, manual 2013).
Qual a calibragem do pneu da Pop 100 2008?
Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a potência da Pop 100 2008?
Pela ficha do fabricante, 6,17 cv a 7.500 rpm (manual 2013), com torque de 0,74 kgf.m a 4.000 rpm (manual 2013).
Vale a pena comprar uma Pop 100 2008 hoje?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2008 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.
Moto carburada ainda vale a pena?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.