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Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) usada.

  • Custom
  • 1.690 cc
  • Gasolina
  • ABS

FIPE 2017

R$ 55.825

Moto
Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017)
Ano-modelo
2017
Geração
2015–2017

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810073-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017)

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Como é a Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

Do ano-modelo 2017, a Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) é uma custom de 1.690 cc. Ela pertence à geração 2015–2017, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. Em vez de corrente, a Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.

Preço FIPE da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

O preço médio da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 55.825. A Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2016 fica em R$ 52.230 (+6,9% de diferença).

Na comparação com as 25 motos custom 2017 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 10 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) e o jeito custom de andar

Na custom, o banco baixo deixa os pés no chão com facilidade, o que dá confiança a quem não é tão alto. O motor costuma ser de baixo giro e muito torque, com som marcante, e a posição de pilotagem convida a rodar devagar e aproveitar o caminho. Há custons de pequena a grande cilindrada.

Por serem motos pesadas para o porte, tombos em manobras são comuns. Na usada, olhe protetores, pedaleiras e tanque e pergunte o que foi personalizado e por quem, além de pedir o histórico de revisões.

O que muda entre as Dyna 2017

A Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) não era a única Dyna de 2017: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

Peças e medidas da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

Para a manutenção da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Dyna Low Rider FXDL (2015-2017), mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas raramente são baratos, por isso entram na avaliação.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
  • Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.

O que a idade pede na Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2017 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 9 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.

Outras motos custom 2017 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos custom 2017 com valor FIPE perto do da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017).

Todos os anos da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017)

Anos-modelo da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) no catálogo, de 2017 a 2015, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2017 · R$ 55.825
  • 2016 · R$ 52.230
  • 2015 · R$ 50.956

Ficha técnica da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

Medidas e especificações
Cilindrada1.690 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS)
Vela de igniçãoHarley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX)
Pneu dianteiro100/90B19
Pneu traseiro160/70B17
Óleo do motorSAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3)
Filtro de arpapel seco
Lâmpada do farolH4 60/55W (halógeno)
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017

As peças desta moto são as da geração 2015–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017?

Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017 vale R$ 55.825 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017?

Dianteiro 100/90B19 e traseiro 160/70B17.

Que óleo usar na Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017?

A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017?

A Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017 tem 1.690 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Como fica o seguro de uma Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2017?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Onde consultar recall da moto?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.