Honda VT 600C Shadow 1999
Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma VT 600C Shadow usada.
- Custom
- 583 cc
- Gasolina
FIPE 1999
R$ 23.478
- Moto
- Honda VT 600C Shadow
- Ano-modelo
- 1999
- Geração
- 1995–2005
- Calibragem
- dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa) (manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811038-7. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda VT 600C Shadow
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Anunciar nesta páginaComo é a VT 600C Shadow 1999
A VT 600C Shadow 1999, da Honda, é uma custom de 583 cc. O ano-modelo 1999 faz parte da geração vendida de 1995 a 2005. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, o tanque leva 9,0 litros (reserva de 1,9 L; manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo).
Preço FIPE da VT 600C Shadow 1999
O preço médio da VT 600C Shadow 1999 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 23.478. A VT 600C Shadow 1998 fica em R$ 22.905 (+2,5% de diferença); a VT 600C Shadow 2000 está em R$ 24.065. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2005, R$ 27.824), a 1999 vale 16% menos, uma média de 2,8% por ano.
Na comparação com as 39 motos custom 1999 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 16 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma custom
Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.
Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.
Medidas de manutenção da VT 600C Shadow 1999
Medidas de manutenção da VT 600C Shadow 1999, com link para a página de cada peça:
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa) (manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo)
Comprando uma Honda VT 600C Shadow 1999 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
A manutenção que uma VT 600C Shadow 1999 pede
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a VT 600C Shadow 1999.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 27 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
Motos parecidas com a VT 600C Shadow 1999
Quem procura uma VT 600C Shadow 1999 costuma comparar com outras motos custom do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Kawasaki Vulcan 800 Classic 1999 · R$ 23.224 · 805 cc
- Suzuki Marauder 800 1999 · R$ 22.768 · 805 cc
- Honda Shadow 750 American Classic Edition 1999 · R$ 22.292 · 745 cc
- Kawasaki Vulcan 1500 Classic / Mean Streak 1999 · R$ 20.905 · 1.470 cc
- Yamaha XVS 650 Drag Star 1999 · R$ 20.849 · 649 cc
- Suzuki Intruder VS 800 GL / GLP 1999 · R$ 19.464 · 805 cc
- Harley-Davidson Sportster 883 Custom XL883C 1999 · R$ 18.956 · 883 cc
- Suzuki Intruder VS 1400 GLP 1999 · R$ 28.318 · 1.360 cc
A VT 600C Shadow em outros anos
A VT 600C Shadow foi vendida em 11 anos-modelo, de 1995 a 2005. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da VT 600C Shadow 1999
| Cilindrada | 583 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 9,0 litros (reserva de 1,9 L; manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa) (manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da VT 600C Shadow 1999
As peças desta moto são as da geração 1995–2005. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a VT 600C Shadow 1999 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda VT 600C Shadow 1999 vale R$ 23.478 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos litros cabem no tanque da VT 600C Shadow 1999?
O tanque da VT 600C Shadow 1999 leva 9,0 litros (reserva de 1,9 L; manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo).
Quantas libras vai no pneu da VT 600C Shadow 1999?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa) (manual europeu da VT600C 1988, mesmo modelo). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a cilindrada da VT 600C Shadow 1999?
A VT 600C Shadow 1999 tem 583 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
Uma moto 1999 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.