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Honda VT 750 Shadow 2006

Preço FIPE do ano-modelo 2006, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma VT 750 Shadow usada.

  • Custom
  • 745 cc
  • Gasolina
  • 45,5 cv
Honda VT 750 Shadow 2006
Imagem ilustrativa.

FIPE 2006

R$ 30.762

Moto
Honda VT 750 Shadow
Ano-modelo
2006
Geração
2006–2014
Calibragem
dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811083-2. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda VT 750 Shadow

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A Honda VT 750 Shadow 2006 em resumo

A Honda VT 750 Shadow 2006 é uma custom de 745 cc. O ano-modelo 2006 faz parte da geração vendida de 2006 a 2014. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Não há corrente: a força vai à roda por eixo cardã. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, a potência é de 45,5 cv a 5.500 rpm (manual 2010); o torque, 6,5 kgf.m a 3.500 rpm (manual 2010); o peso, 247 kg (seco); o tanque leva 14,4 litros (reserva de 3,5 L); o banco fica a 660 mm do chão. Isso dá cerca de 5,4 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Quanto vale a VT 750 Shadow 2006

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda VT 750 Shadow 2006 vale R$ 30.762. A de 2007 custa R$ 31.532. Comparada com a 2014 (R$ 41.728), a moto de 2006 custa 26% a menos: em média, perdeu 3,7% de valor a cada ano.

Na comparação com as 24 motos custom 2006 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 5 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto custom

Na custom, o banco baixo deixa os pés no chão com facilidade, o que dá confiança a quem não é tão alto. O motor costuma ser de baixo giro e muito torque, com som marcante, e a posição de pilotagem convida a rodar devagar e aproveitar o caminho. Há custons de pequena a grande cilindrada.

Por serem motos pesadas para o porte, tombos em manobras são comuns. Na usada, olhe protetores, pedaleiras e tanque e pergunte o que foi personalizado e por quem, além de pedir o histórico de revisões.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da VT 750 Shadow 2006

Medidas de manutenção da VT 750 Shadow 2006, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma VT 750 Shadow 2006 usada

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma VT 750 Shadow, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas raramente são baratos, por isso entram na avaliação.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.

Cuidados que acompanham uma moto 2006

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2006 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e veja as exigências atuais no Detran.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 20 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 20 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a VT 750 Shadow 2006.

Motos parecidas com a VT 750 Shadow 2006

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos custom são as alternativas mais diretas à VT 750 Shadow:

Todos os anos da VT 750 Shadow

A VT 750 Shadow foi vendida em 9 anos-modelo, de 2006 a 2014. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da VT 750 Shadow 2006

Medidas e especificações
Cilindrada745 cc
CombustívelGasolina
Potência45,5 cv a 5.500 rpm (manual 2010) conferido
Torque6,5 kgf.m a 3.500 rpm (manual 2010) conferido
Peso247 kg (seco) conferido
Tanque14,4 litros (reserva de 3,5 L) conferido
Altura do banco660 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da VT 750 Shadow 2006

As peças desta moto são as da geração 2006–2014. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da VT 750 Shadow 2006?

Na referência de outubro de 2026, a Honda VT 750 Shadow 2006 vale R$ 30.762 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a VT 750 Shadow 2006?

A VT 750 Shadow 2006 tem 745 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quanto pesa a VT 750 Shadow 2006?

O peso informado pelo fabricante é 247 kg (seco).

Qual a capacidade do tanque da VT 750 Shadow 2006?

O tanque da VT 750 Shadow 2006 leva 14,4 litros (reserva de 3,5 L).

Quantas libras vai no pneu da VT 750 Shadow 2006?

Com os pneus frios: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa, só piloto) / 36 psi (250 kPa, com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantos cavalos tem a VT 750 Shadow 2006?

Pela ficha do fabricante, 45,5 cv a 5.500 rpm (manual 2010), com torque de 6,5 kgf.m a 3.500 rpm (manual 2010).

A Honda VT 750 Shadow 2006 ainda vale a pena?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2006 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Moto antiga é barata de manter?

Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e sistema de combustível.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Devo pagar o valor da FIPE?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.