Kawasaki Eliminator 500 2025–2026
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a Eliminator 500 fabricada de 2025 a 2026.
- Custom
- 451 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 8,6Ah (YTZ10S) | referência |
| Pneu dianteiro | 130/70-18 | referência |
| Pneu traseiro | 150/80-16 | referência |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | referência |
| Filtro de ar | papel viscoso | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Kawasaki Eliminator 500
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Kawasaki Eliminator 500 2025–2026. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças da Eliminator 500 2025–2026
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Na Eliminator 500, em todas as versões e anos: bolha / para-brisa.
A Kawasaki Eliminator 500 2025–2026
Entre 2025 e 2026, a Eliminator 500 manteve a mesma base técnica: uma custom de 451 cc.
Pela FIPE (outubro de 2026), uma Eliminator 500 desta geração custa entre R$ 36.522 e R$ 37.538, conforme o ano.
O que cada número da ficha da Kawasaki Eliminator 500 2025–2026 quer dizer
- Potência: 51 cv a 10.000 rpm
- Torque: 4,37 kgf.m (42,9 N.m) a 7.500 rpm
- Peso: 176 kg (em ordem de marcha, com ABS)
- Tanque: 13 litros
- Altura do banco: 735 mm
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: dois amortecedores
- Relação peso/potência: cerca de 3,5 kg/cv
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Eliminator 500 e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no anda e para.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
- Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Eliminator 500, e isso muda o que levar na viagem.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
- Refrigeração líquida. Com refrigeração líquida, um radiador, uma bomba e um líquido próprio mantêm o motor sempre na temperatura ideal, faça calor ou frio, esteja a moto parada ou na estrada. Isso permite motores mais potentes e mais estáveis no uso. Em troca, há mais peças: mangueiras, ventoinha e líquido de arrefecimento, que tem prazo de troca definido pelo fabricante.
- ABS. O ABS impede que a roda trave numa frenagem forte, aliviando e reaplicando a pressão várias vezes por segundo. Na prática, você pode apertar o freio com vontade numa emergência, mesmo em piso molhado ou com areia, sem que a roda escorregue e derrube a moto. Ele não encurta milagrosamente a distância de parada, mas mantém a moto controlável.
A Eliminator 500 no dia a dia
A custom troca a agilidade pelo prazer de rodar. Na estrada, o torque em baixa rotação faz a moto avançar com pouco giro, e o vento, mesmo sem carenagem, incomoda menos na posição recostada. O banco baixo é amigo de quem tem perna curta, e a estabilidade em linha reta é grande.
Ela sofre em três situações: em piso esburacado, porque a suspensão traseira tem curso curto; em curvas sinuosas, porque a pedaleira encosta no chão; e no trânsito parado, porque o peso e o calor do motor cansam. Com garupa, a viagem é agradável quando o banco traseiro é generoso. Como moto de trabalho, não é a melhor escolha.
Peças de troca: as medidas da Eliminator 500
Referências de manutenção da Eliminator 500 2025–2026, peça por peça:
- Bateria: 12V 8,6Ah (YTZ10S)
- Pneu dianteiro: 130/70-18
- Pneu traseiro: 150/80-16
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
- Filtro de ar: papel viscoso
- Fluido de freio: DOT 4
O que revisar na Kawasaki Eliminator 500 2025–2026 e quando pensar em cada item
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Eliminator 500 2025–2026, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
- Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
- Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
- Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, freando com suavidade nos primeiros dias.
- Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
A Eliminator 500 2025–2026 ano a ano
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
- Eliminator 500 2026: R$ 37.538
- Eliminator 500 2025: R$ 36.522
O ano mais antigo da geração vale 3% menos que o mais novo na tabela.
Checagem rápida e avisos da Eliminator 500: o que observar
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Kawasaki Eliminator 500. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa imediatamente.
- Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto vagando na reta pede revisão de rolamentos e pneus.
- Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.
- Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.
Acessórios para a Eliminator 500 2025–2026: o que ajuda de verdade
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Eliminator 500, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Bolha ou para-brisa. Se a Eliminator 500 vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.
- Capa de chuva. Quem roda todo dia vai pegar chuva, cedo ou tarde. Uma capa impermeável que caiba no baú ou sob o banco é o acessório mais barato de ter à mão. Escolha uma que não fique larga demais, para não bater com o vento, e com detalhes refletivos para ser visto no trânsito molhado e escuro.
- Alforjes e sacolas laterais. Alforjes de couro ou sintético e sacolas laterais aumentam muito a capacidade de bagagem em viagem, mantendo o peso baixo e equilibrado. Use afastadores, para que as sacolas não encostem no escapamento nem na roda. Distribua o peso igual dos dois lados e confira as fixações nas paradas, porque o movimento da estrada afrouxa as cintas.
- Equipamento do piloto. Jaqueta com proteções, luvas, calça resistente e calçado que cubra o tornozelo fazem enorme diferença numa queda, até em velocidade baixa. Escolha peças próprias para moto, com proteção nos cotovelos, ombros e joelhos. No calor, há jaquetas ventiladas; na chuva, uma capa impermeável por cima resolve. Equipamento bom é o que você usa todo dia.
Perguntas frequentes
Que óleo de motor usar na Eliminator 500 2025–2026?
A referência é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. O intervalo de troca está no manual.
Quanto custa uma Eliminator 500 2025–2026?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 37.538, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual a bateria da Eliminator 500 2025–2026?
A bateria indicada é 12V 8,6Ah (YTZ10S).
Quantos litros tem o tanque da Eliminator 500 2025–2026?
O tanque da Eliminator 500 desses anos comporta 13 litros.
A velocidade máxima da ficha é real?
Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.
A Eliminator 500 serve para quem é baixo?
Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.
A ficha da Eliminator 500 muda entre 2025–2026?
Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.
Ficha técnica
| Cilindrada | 451 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 51 cv a 10.000 rpm conferido |
| Torque | 4,37 kgf.m (42,9 N.m) a 7.500 rpm conferido |
| Peso | 176 kg (em ordem de marcha, com ABS) conferido |
| Tanque | 13 litros conferido |
| Altura do banco | 735 mm conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da Eliminator 500 por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Eliminator 500 2026 | R$ 37.538 |
| Eliminator 500 2025 | R$ 36.522 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817093-2. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.