Kawasaki Vulcan 750 1998
Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan 750 usada.
- Custom
- 749 cc
- Gasolina
- 60,0 cv
FIPE 1998
R$ 18.710
- Moto
- Kawasaki Vulcan 750
- Ano-modelo
- 1998
- Geração
- 1991–1998
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817023-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 750
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Anunciar nesta páginaComo é a Vulcan 750 1998
A Vulcan 750 1998, da Kawasaki, é uma custom de 749 cc. Ela pertence à geração 1991–1998, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Não há corrente: a força vai à roda por eixo cardã. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, a potência é de 60 cv a 7.500 rpm (ficha de 1994); o torque, 59 Nm (6,0 kgf.m) a 5.500 rpm; o peso, 223 kg (seco); o tanque leva 13,5 litros; o banco fica a 750 mm do chão. Isso dá cerca de 3,7 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a Vulcan 750 1998
O preço médio da Vulcan 750 1998 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 18.710. A Vulcan 750 1997 fica em R$ 18.253 (+2,5% de diferença).
Entre as 44 motos custom ano 1998 com preço na FIPE, 12 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma custom
Na custom, o banco baixo deixa os pés no chão com facilidade, o que dá confiança a quem não é tão alto. O motor costuma ser de baixo giro e muito torque, com som marcante, e a posição de pilotagem convida a rodar devagar e aproveitar o caminho. Há custons de pequena a grande cilindrada.
Por serem motos pesadas para o porte, tombos em manobras são comuns. Na usada, olhe protetores, pedaleiras e tanque e pergunte o que foi personalizado e por quem, além de pedir o histórico de revisões.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Vulcan 750 1998
Estas são as medidas que mais se procura para a Vulcan 750 1998. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Fluido de freio: DOT 4
Comprando uma Kawasaki Vulcan 750 1998 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Cardã ou correia. Se a transmissão final é por cardã, procure vazamento de óleo na carcaça e na junta com a roda e repare se há ruído ou tranco ao acelerar e soltar. Se é por correia dentada, olhe os dentes: trincas, dentes faltando ou fios aparecendo pedem troca. Pergunte quando foi feita a última manutenção prevista no manual.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
A manutenção que uma Vulcan 750 1998 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a Vulcan 750 1998 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 28 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 28 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
Documentos e negociação da Vulcan 750 1998
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Vulcan 750 1998.
Motos parecidas com a Vulcan 750 1998
Quem procura uma Vulcan 750 1998 costuma comparar com outras motos custom do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Harley-Davidson Dyna Low Rider FXDL (1994-1998) 1998 · R$ 18.628 · 1.338 cc
- Suzuki Intruder VS 800 GL / GLP 1998 · R$ 18.989 · 805 cc
- Harley-Davidson Sportster 883 Custom XL883C 1998 · R$ 18.297 · 883 cc
- Yamaha XV 535 Virago S 1998 · R$ 17.424 · 535 cc
- Kawasaki Vulcan 1500 Classic / Mean Streak 1998 · R$ 20.076 · 1.470 cc
- Yamaha XVS 650 Drag Star 1998 · R$ 20.340 · 649 cc
- Suzuki Savage LS 650 1998 · R$ 16.695 · 652 cc
- Honda Shadow 750 American Classic Edition 1998 · R$ 21.748 · 745 cc
A Vulcan 750 em outros anos
Anos-modelo da Vulcan 750 no catálogo, de 1998 a 1991, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Vulcan 750 1998
| Cilindrada | 749 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 60 cv a 7.500 rpm (ficha de 1994) |
| Torque | 59 Nm (6,0 kgf.m) a 5.500 rpm |
| Peso | 223 kg (seco) |
| Tanque | 13,5 litros |
| Altura do banco | 750 mm |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Cardã |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Vulcan 750 1998
As peças desta moto são as da geração 1991–1998. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Vulcan 750 1998?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Vulcan 750 1998 vale R$ 18.710 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos litros cabem no tanque da Vulcan 750 1998?
O tanque da Vulcan 750 1998 leva 13,5 litros.
Qual a cilindrada da Vulcan 750 1998?
A Vulcan 750 1998 tem 749 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quanto pesa a Vulcan 750 1998?
O peso informado pelo fabricante é 223 kg (seco).
Quantos cavalos tem a Vulcan 750 1998?
Pela ficha do fabricante, 60 cv a 7.500 rpm (ficha de 1994), com torque de 59 Nm (6,0 kgf.m) a 5.500 rpm.
Uma moto 1998 ainda paga IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para observar vazamentos, ruídos e falhas.
Vale a pena comprar uma Vulcan 750 1998 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.