Kawasaki Vulcan 900 Classic LT 2010
Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan 900 Classic LT usada.
- Custom
- 903 cc
- Gasolina
- 48,0 cv
FIPE 2010
R$ 33.994
- Moto
- Kawasaki Vulcan 900 Classic LT
- Ano-modelo
- 2010
- Geração
- 2010–2015
- Calibragem
- dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817054-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 900 Classic LT
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Anunciar nesta páginaVulcan 900 Classic LT 2010: o essencial
A Kawasaki Vulcan 900 Classic LT 2010 é uma custom de 903 cc. Ela pertence à geração 2010–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a Vulcan 900 Classic LT depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Em vez de corrente, a Vulcan 900 Classic LT usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, a potência é de 48 cv (35 kW) a 5.700 rpm; o torque, 8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm; o tanque leva 20 litros.
Quanto vale a Vulcan 900 Classic LT 2010
Pela FIPE de outubro de 2026, a Vulcan 900 Classic LT ano 2010 está cotada em R$ 33.994. A Vulcan 900 Classic LT 2011 está em R$ 37.570. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2015, R$ 42.308), a 2010 vale 20% menos, uma média de 4,3% por ano.
Na comparação com as 25 motos custom 2010 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 8 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A Vulcan 900 Classic LT e o jeito custom de andar
A custom é mais um jeito de andar de moto do que um tipo técnico. O desenho valoriza cromados, tanque em gota e linhas longas, e a mecânica é pensada para durar e ter força em baixa rotação. Serve a quem quer uma moto para o fim de semana, para viagens tranquilas ou para criar um estilo próprio.
Personalização faz parte da cultura, então muitas usadas são diferentes das de fábrica. Alterações bem feitas e regularizadas são um bônus; adaptações sem critério, principalmente na parte elétrica e no escapamento, são um custo.
Outras versões da Vulcan 900 em 2010
Em 2010, a família Vulcan 900 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- Vulcan 900 Classic 2010 (R$ 30.092): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
- Vulcan 900 Custom 2010 (R$ 30.087): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Vulcan 900 Classic LT 2010
Para a manutenção da Vulcan 900 Classic LT 2010, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 130/90-16
- Pneu traseiro: 180/70-15
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)
Vulcan 900 Classic LT 2010 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Vulcan 900 Classic LT, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas costumam ser caros, por isso entram na avaliação.
- Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
O que a idade pede na Kawasaki Vulcan 900 Classic LT 2010
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
Alternativas à Vulcan 900 Classic LT 2010
Quem procura uma Vulcan 900 Classic LT 2010 costuma comparar com outras motos custom do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Suzuki Boulevard M800 2010 · R$ 33.767 · 805 cc
- Honda VT 750 Shadow 2010 · R$ 35.025 · 745 cc
- Yamaha XVS 950 Midnight Star 2010 · R$ 35.866 · 942 cc
- Suzuki Boulevard M1500 2010 · R$ 36.939 · 1.462 cc
- Harley-Davidson Sportster 883 R XL883R 2010 · R$ 38.712 · 883 cc
Todos os anos da Vulcan 900 Classic LT
Anos-modelo da Vulcan 900 Classic LT no catálogo, de 2015 a 2010, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Vulcan 900 Classic LT 2010
| Cilindrada | 903 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 48 cv (35 kW) a 5.700 rpm conferido |
| Torque | 8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm conferido |
| Tanque | 20 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa) conferido |
| Pneu dianteiro | 130/90-16 |
| Pneu traseiro | 180/70-15 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Vulcan 900 Classic LT 2010
As peças desta moto são as da geração 2010–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Vulcan 900 Classic LT 2010?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Vulcan 900 Classic LT 2010 vale R$ 33.994 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da Vulcan 900 Classic LT 2010?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a Vulcan 900 Classic LT 2010?
A Vulcan 900 Classic LT 2010 tem 903 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos litros cabem no tanque da Vulcan 900 Classic LT 2010?
O tanque da Vulcan 900 Classic LT 2010 leva 20 litros.
Qual a calibragem do pneu da Vulcan 900 Classic LT 2010?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a potência da Vulcan 900 Classic LT 2010?
Pela ficha do fabricante, 48 cv (35 kW) a 5.700 rpm, com torque de 8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.