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Kawasaki Vulcan S Special Edition 2019

Preço FIPE do ano-modelo 2019, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan S Special Edition usada.

  • Custom
  • 649 cc
  • Gasolina
  • 61,0 cv
  • ABS
Kawasaki Vulcan S Special Edition 2019
Imagem ilustrativa.

FIPE 2019

Sem preço na tabela

Moto
Kawasaki Vulcan S Special Edition
Ano-modelo
2019
Geração
2017–2025
Calibragem
dianteiro 33 psi (225 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa), a frio

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817071-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan S Special Edition

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A Kawasaki Vulcan S Special Edition 2019 em resumo

A Kawasaki Vulcan S Special Edition 2019 é uma custom de 649 cc. O ano-modelo 2019 faz parte da geração vendida de 2017 a 2025. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a Vulcan S Special Edition depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, a potência é de 61 cv (45,0 kW) a 7.500 rpm; o torque, 6,4 kgf.m (63,0 N.m) a 6.600 rpm; o tanque leva 14 litros.

Para quem é uma moto custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

As versões da Vulcan S em 2019

A Vulcan S Special Edition não era a única Vulcan S de 2019: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

  • Vulcan S 2019 (R$ 35.578): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • Vulcan S Café 2019 (R$ 36.410): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Peças e medidas da Vulcan S Special Edition 2019

Estas são as medidas que mais se procura para a Vulcan S Special Edition 2019. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma Vulcan S Special Edition 2019 usada

Uma moto 2019 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.

O que a idade pede na Kawasaki Vulcan S Special Edition 2019

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 7 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 7 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.

A Vulcan S Special Edition em outros anos

A Vulcan S Special Edition foi vendida em 9 anos-modelo, de 2017 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Vulcan S Special Edition 2019

Medidas e especificações
Cilindrada649 cc
CombustívelGasolina
Potência61 cv (45,0 kW) a 7.500 rpm conferido
Torque6,4 kgf.m (63,0 N.m) a 6.600 rpm conferido
Tanque14 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi (225 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa), a frio conferido
Bateria12V 8,6Ah (YTZ10S)
Vela de igniçãoNGK CR9EIA-9
Pneu dianteiro120/70R18
Pneu traseiro160/60R17
Relação (kit)passo 520
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
Filtro de arpapel viscoso
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Vulcan S Special Edition 2019

As peças desta moto são as da geração 2017–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quantas cilindradas tem a Vulcan S Special Edition 2019?

A Vulcan S Special Edition 2019 tem 649 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quantos litros cabem no tanque da Vulcan S Special Edition 2019?

O tanque da Vulcan S Special Edition 2019 leva 14 litros.

Qual pneu usa a Vulcan S Special Edition 2019?

Dianteiro 120/70R18 e traseiro 160/60R17.

Quantos cavalos tem a Vulcan S Special Edition 2019?

Pela ficha do fabricante, 61 cv (45,0 kW) a 7.500 rpm, com torque de 6,4 kgf.m (63,0 N.m) a 6.600 rpm.

Quantas libras vai no pneu da Vulcan S Special Edition 2019?

Com os pneus frios: dianteiro 33 psi (225 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa), a frio. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.

Como saber se a Vulcan S Special Edition 2019 tem recall pendente?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.