Shineray Denver 250 2025
Preço FIPE do ano-modelo 2025, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Denver 250 usada.
- Custom
- 250 cc
- Gasolina
- 19,0 cv
- ABS
FIPE 2025
R$ 22.867
- Moto
- Shineray Denver 250
- Ano-modelo
- 2025
- Geração
- 2025–2026
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 29 psi / com garupa: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850049-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Shineray Denver 250
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Anunciar nesta páginaDenver 250 2025: o essencial
Do ano-modelo 2025, a Shineray Denver 250 é uma custom de 250 cc. Ela pertence à geração 2025–2026, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, a potência é de 19 cv a 8.000 rpm; o torque, 18,5 N.m a 6.000 rpm; o peso, 178 kg (líquido) / 196,7 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 17 litros; o banco fica a 680 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 9,4 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Quanto vale a Denver 250 2025
O preço médio da Denver 250 2025 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 22.867. A Denver 250 2026 está em R$ 24.260. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2026, R$ 24.260), a 2025 vale 6% menos, uma média de 5,7% por ano.
Na comparação com as 34 motos custom 2025 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 4 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto custom
A custom é mais um jeito de andar de moto do que um tipo técnico. O desenho valoriza cromados, tanque em gota e linhas longas, e a mecânica é pensada para durar e ter força em baixa rotação. Serve a quem quer uma moto para o fim de semana, para viagens tranquilas ou para criar um estilo próprio.
Personalização faz parte da cultura, então muitas usadas são diferentes das de fábrica. Alterações bem feitas e regularizadas são um bônus; adaptações sem critério, principalmente na parte elétrica e no escapamento, são um custo.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Denver 250 2025
Medidas de manutenção da Denver 250 2025, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 10Ah (selada; seção de bateria cita 9Ah) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CR6HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 110/90-18 (conferida)
- Pneu traseiro: 130/90-15 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,4 L na troca (texto cita ~1,5 L) (conferida)
- Filtro de ar: espuma (elemento lavável banhado em óleo) (conferida)
- Lâmpada do farol: LED integrado (conferida)
- Óleo de bengala: SAE 10W fork oil | 250 ml
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 29 psi / com garupa: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi
Denver 250 2025 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Denver 250, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
A manutenção que uma Denver 250 2025 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Desgaste que não espera o calendário. Em moto de pouco tempo, o que manda é a quilometragem e o tipo de uso. Uma unidade que trabalhou todo dia pode já pedir pneus, pastilhas ou peças de transmissão, enquanto outra quase não saiu da garagem. Desgaste incompatível com o hodômetro é alerta, e itens de desgaste em geral não entram na garantia.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Garantia de fábrica. A garantia de fábrica pode ainda estar valendo, conforme o prazo da marca. Em geral ela acompanha a moto, e não o dono, desde que as revisões tenham sido feitas no prazo e na rede autorizada. Peça o manual de garantia com os registros e tire a dúvida numa concessionária, informando o chassi.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Revisões programadas. Moto quase nova tem um plano de revisões definido pelo fabricante, por quilometragem e por tempo. Veja quais já foram feitas e qual é a próxima. A primeira, ao fim do amaciamento, é especialmente importante: nela se fazem ajustes iniciais e, nas motos a combustão, a troca do primeiro óleo.
Documentos e negociação da Denver 250 2025
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
Outras motos custom 2025 na mesma faixa de preço
Quem procura uma Denver 250 2025 costuma comparar com outras motos custom do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Royal Enfield Meteor 350 Supernova 2025 · R$ 22.536 · 349 cc
- Shineray Iron 250 EFI 2025 · R$ 20.783 · 250 cc
- Zontes V 350 2025 · R$ 27.712 · 348 cc
Todos os anos da Denver 250
Anos-modelo da Denver 250 no catálogo, de 2026 a 2025, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
- 2026 · R$ 24.260
- 2025 · R$ 22.867
Ficha técnica da Denver 250 2025
| Cilindrada | 250 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 19 cv a 8.000 rpm conferido |
| Torque | 18,5 N.m a 6.000 rpm conferido |
| Peso | 178 kg (líquido) / 196,7 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 17 litros conferido |
| Altura do banco | 680 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 29 psi / com garupa: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi conferido |
| Bateria | 12V 10Ah (selada; seção de bateria cita 9Ah) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR6HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 110/90-18 conferido |
| Pneu traseiro | 130/90-15 conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,4 L na troca (texto cita ~1,5 L) conferido |
| Filtro de ar | espuma (elemento lavável banhado em óleo) conferido |
| Lâmpada do farol | LED integrado conferido |
| Óleo de bengala | SAE 10W fork oil | 250 ml |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Denver 250 2025
As peças desta moto são as da geração 2025–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Denver 250 2025 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Shineray Denver 250 2025 vale R$ 22.867 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a medida do pneu da Denver 250 2025?
Dianteiro 110/90-18 e traseiro 130/90-15.
Quanto pesa a Denver 250 2025?
O peso informado pelo fabricante é 178 kg (líquido) / 196,7 kg (em ordem de marcha).
Quantos cavalos tem a Denver 250 2025?
Pela ficha do fabricante, 19 cv a 8.000 rpm, com torque de 18,5 N.m a 6.000 rpm.
Quantas cilindradas tem a Denver 250 2025?
A Denver 250 2025 tem 250 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual o óleo da Denver 250 2025?
A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,4 L na troca (texto cita ~1,5 L). Confira no manual o prazo de troca.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.