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Yamaha XV 250 Virago 2001

Preço FIPE do ano-modelo 2001, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XV 250 Virago usada.

  • Custom
  • 249 cc
  • Gasolina
Yamaha XV 250 Virago 2001
Imagem ilustrativa.

FIPE 2001

R$ 15.949

Moto
Yamaha XV 250 Virago
Ano-modelo
2001
Geração
1995–2002
Calibragem
até 90 kg de carga: dianteiro 25 psi (175 kPa), traseiro 29 psi (200 kPa); de 90 kg até a carga máxima: dianteiro 29 psi (200 kPa), traseiro 33 psi (225 kPa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827032-5. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XV 250 Virago

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Como é a XV 250 Virago 2001

Do ano-modelo 2001, a Yamaha XV 250 Virago é uma custom de 249 cc. Ela pertence à geração 1995–2002, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Em números, o peso, 150 kg (com óleo e tanque cheio, em ordem de marcha); o tanque leva 9,5 litros (reserva de 2,6 L); o banco fica a 695 mm do chão.

Quanto vale a XV 250 Virago 2001

O preço médio da XV 250 Virago 2001 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 15.949. A XV 250 Virago 2000 fica em R$ 15.216 (+4,8% de diferença); a de 2002 custa R$ 16.850. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2002, R$ 16.850), a 2001 vale 5% menos, uma média de 5,3% por ano.

Na comparação com as 34 motos custom 2001 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 4 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto custom

Na custom, o banco baixo deixa os pés no chão com facilidade, o que dá confiança a quem não é tão alto. O motor costuma ser de baixo giro e muito torque, com som marcante, e a posição de pilotagem convida a rodar devagar e aproveitar o caminho. Há custons de pequena a grande cilindrada.

Por serem motos pesadas para o porte, tombos em manobras são comuns. Na usada, olhe protetores, pedaleiras e tanque e pergunte o que foi personalizado e por quem, além de pedir o histórico de revisões.

Medidas de manutenção da XV 250 Virago 2001

Para a manutenção da XV 250 Virago 2001, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

O que conferir antes de comprar uma XV 250 Virago 2001 usada

Uma moto 2001 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.

Cuidados que acompanham uma moto 2001

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2001 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a XV 250 Virago 2001.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.

Outras motos custom 2001 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos custom 2001 com valor FIPE perto do da XV 250 Virago.

A XV 250 Virago em outros anos

Anos-modelo da XV 250 Virago no catálogo, de 2002 a 1995, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da XV 250 Virago 2001

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Peso150 kg (com óleo e tanque cheio, em ordem de marcha) conferido
Tanque9,5 litros (reserva de 2,6 L) conferido
Altura do banco695 mm conferido
Calibragem dos pneusaté 90 kg de carga: dianteiro 25 psi (175 kPa), traseiro 29 psi (200 kPa); de 90 kg até a carga máxima: dianteiro 29 psi (200 kPa), traseiro 33 psi (225 kPa) conferido
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XV 250 Virago 2001

As peças desta moto são as da geração 1995–2002. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XV 250 Virago 2001 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XV 250 Virago 2001 vale R$ 15.949 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da XV 250 Virago 2001?

A XV 250 Virago 2001 tem 249 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantos litros cabem no tanque da XV 250 Virago 2001?

O tanque da XV 250 Virago 2001 leva 9,5 litros (reserva de 2,6 L).

Quanto pesa a XV 250 Virago 2001?

O peso informado pelo fabricante é 150 kg (com óleo e tanque cheio, em ordem de marcha).

Qual a calibragem do pneu da XV 250 Virago 2001?

Com os pneus frios: até 90 kg de carga: dianteiro 25 psi (175 kPa), traseiro 29 psi (200 kPa); de 90 kg até a carga máxima: dianteiro 29 psi (200 kPa), traseiro 33 psi (225 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Como fica o seguro de uma XV 250 Virago 2001?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.

A Yamaha XV 250 Virago 2001 ainda vale a pena?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2001 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Onde consultar recall da moto?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.