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BMW S 1000 RR M Package 2025

Preço FIPE do ano-modelo 2025, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma S 1000 RR M Package usada.

  • Esportiva
  • 999 cc
  • Gasolina
  • ABS
BMW S 1000 RR M Package 2025
Imagem ilustrativa.

FIPE 2025

R$ 132.258

Moto
BMW S 1000 RR M Package
Ano-modelo
2025
Geração
2024–2026

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803123-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a BMW S 1000 RR M Package

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A BMW S 1000 RR M Package 2025 em resumo

A BMW S 1000 RR M Package 2025 é uma esportiva de 999 cc. Ela pertence à geração 2024–2026, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a S 1000 RR M Package depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Preço FIPE da S 1000 RR M Package 2025

Pela FIPE de outubro de 2026, a S 1000 RR M Package ano 2025 está cotada em R$ 132.258. A do ano 2024 sai por R$ 122.481 (+8,0% de diferença); a S 1000 RR M Package 2026 está em R$ 140.892. Comparada com a 2026 (R$ 140.892), a moto de 2025 custa 6% a menos: em média, perdeu 6,1% de valor a cada ano.

Na comparação com as 21 motos esportiva 2025 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 15 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A S 1000 RR M Package e o jeito esportiva de andar

As esportivas trazem para a rua o que se aprende nas pistas. Carenagem envolvente, motor afinado para alta rotação e freios de alto desempenho são a regra, e nos modelos mais novos há também auxílios eletrônicos. Servem a quem gosta de pilotagem esportiva e aceita abrir mão de conforto.

Manter uma esportiva custa mais: pneus duram menos, peças de carenagem são caras e o seguro pesa. Por isso, uma usada com revisões em dia e sem sinais de queda séria vale mais do que outra mais nova e mal cuidada.

Outras versões da S 1000 RR em 2025

Em 2025, a família S 1000 RR tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • S 1000 RR 2025 (R$ 116.331): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • S 1000 RR M 2025 (R$ 123.972): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • S 1000 RR M Carbon 2025 (R$ 132.755): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da S 1000 RR M Package 2025

Estas são as medidas que mais se procura para a S 1000 RR M Package 2025. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma S 1000 RR M Package 2025 usada

Uma moto 2025 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
  • Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.

Cuidados que acompanham uma moto 2025

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Revisões programadas. Moto quase nova tem um plano de revisões definido pelo fabricante, por quilometragem e por tempo. Veja quais já foram feitas e qual é a próxima. A primeira, ao fim do amaciamento, é especialmente importante: nela se fazem ajustes iniciais e, nas motos a combustão, a troca do primeiro óleo.
  • Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária consegue consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Desgaste que não espera o calendário. Ser quase nova não garante que a moto rodou pouco. Com uso intenso, pneus, pastilhas, transmissão e até a bateria podem chegar à primeira troca já nos primeiros anos. Olhe esses itens como olharia numa moto mais velha e compare o desgaste com a quilometragem do painel: as duas coisas precisam combinar.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.

Alternativas à S 1000 RR M Package 2025

Quem procura uma S 1000 RR M Package 2025 costuma comparar com outras motos esportiva do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Outros anos da S 1000 RR M Package

Anos-modelo da S 1000 RR M Package no catálogo, de 2026 a 2024, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2026 · R$ 140.892
  • 2025 · R$ 132.258
  • 2024 · R$ 122.481

Ficha técnica da S 1000 RR M Package 2025

Medidas e especificações
Cilindrada999 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 8Ah conferido
Vela de igniçãoNGK LMAR9FI-10G conferido
Pneu dianteiro120/70ZR17 conferido
Pneu traseiro190/55ZR17 conferido
Relação (kit)passo 525 | coroa 45 | pinhão 17 conferido
Óleo do motorSAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Lâmpada do farolLED integrado conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Sim
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolLED
LanternaLED
PiscasLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da S 1000 RR M Package 2025

As peças desta moto são as da geração 2024–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a S 1000 RR M Package 2025 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a BMW S 1000 RR M Package 2025 vale R$ 132.258 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Que óleo usar na S 1000 RR M Package 2025?

A referência para o motor é SAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a cilindrada da S 1000 RR M Package 2025?

A S 1000 RR M Package 2025 tem 999 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da S 1000 RR M Package 2025?

Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 190/55ZR17.

Vale a pena comprar uma S 1000 RR M Package 2025 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.