BMW S 1000 RR
Esportiva de 999 cc vendida no Brasil de 2010 a 2026. Escolha o ano para ver a ficha técnica e as peças certas.
- Esportiva
- 999 cc
- Gasolina
- 2010–2026
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Anunciar nesta páginaO que muda de um ano para outro
Visão geral da S 1000 RR
De 2010 a 2026, a BMW S 1000 RR teve 3 gerações no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 999 cc, no estilo esportiva.
Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 60.090 (S 1000 RR 2010–2014 2014) a R$ 129.117 (S 1000 RR 2020–2026 2026).
Linha do tempo da S 1000 RR
O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a S 1000 RR recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.
- S 1000 RR 2010–2014. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
- S 1000 RR 2015–2019. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual. Mudou em relação à anterior: kit relação (passo 525 → passo 525 | coroa 45 | pinhão 17).
- S 1000 RR 2020–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual. Mudou em relação à anterior: freio combinado (cbs) (não → sim); farol (halógeno → LED); vela (NGK LMAR9D-J → NGK LMAR9FI-10G); óleo (SAE 5W-40 API SL | 3,5 L na troca com filtro → SAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro).
Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.
Qual versão da S 1000 RR escolher
As versões da S 1000 RR partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.
- Freio combinado (CBS). O CBS liga os dois freios: quando você aciona o comando indicado no manual, parte da força vai também para a outra roda. Isso ajuda quem tem o hábito de frear só atrás, algo muito comum entre iniciantes, e deixa a moto mais estável na frenagem. Não substitui o ABS, porque não evita que a roda trave, mas é um ganho real para quem está começando e para quem vive no anda e para da cidade. Na S 1000 RR: Com CBS: S 1000 RR 2020–2026; Sem CBS: S 1000 RR 2015–2019, S 1000 RR 2010–2014.
- Farol de LED ou halógeno. Farol de LED ilumina com luz mais branca, alcança mais longe em muitos casos, gasta menos energia e costuma durar a vida da moto. O halógeno tem luz mais amarelada e lâmpada que queima de vez em quando, mas a troca é barata e se resolve em qualquer loja. Se você roda à noite com frequência, principalmente em estrada sem iluminação, o LED faz diferença. Para quem anda pouco de noite, o halógeno atende e custa menos para consertar. Na S 1000 RR: Farol LED: S 1000 RR 2020–2026; Farol halógeno: S 1000 RR 2015–2019, S 1000 RR 2010–2014.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
- Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
Manutenção da S 1000 RR: as medidas de cada versão
Peças com a medida de cada versão e ano do modelo S 1000 RR:
- Pneu traseiro: 190/55ZR17
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Bateria: 12V 8Ah
- Kit relação (corrente, coroa e pinhão): 2 medidas
- Óleo do motor: 2 medidas
- Vela de ignição: 2 medidas
- Filtro de ar: papel seco
- Fluido de freio: DOT 4
Ter uma S 1000 RR por vários anos
A esportiva é a moto que mais cobra de quem fica com ela por anos, e quem compra uma S 1000 RR precisa saber disso desde o começo. O seguro pesa, o consumo de pneus é alto e qualquer queda envolve peças plásticas caras e, às vezes, demoradas. Oficinas com experiência no segmento são menos comuns, principalmente fora das capitais. Em compensação, uma esportiva bem cuidada tem mercado entre entusiastas, que pagam mais por unidades originais e revisadas. Guarde notas, peças originais trocadas e o manual: tudo isso ajuda na venda. Antes de comprar, faça a cotação do seguro e veja onde fica a oficina mais próxima preparada para atender a moto.
Comprar a S 1000 RR zero ou usada
A mesma S 1000 RR pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.
- Garantia de fábrica. Comprar zero significa ter a fábrica respondendo por defeitos de montagem e de peças durante um tempo. Esse prazo e o que ele cobre mudam de marca para marca e estão descritos no manual de garantia. Itens de desgaste natural, como pneus, pastilhas e lâmpadas, costumam ficar de fora. Saber disso desde o início evita frustração no primeiro problema.
- Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de assinar.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma S 1000 RR de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
- A desvalorização dos primeiros anos. A desvalorização é o custo invisível da moto nova. Nos primeiros anos, o preço de mercado cai mais depressa; depois, a curva fica mais suave. Uma S 1000 RR com um ou dois anos de uso pode oferecer quase a mesma moto por bem menos. Para quem vai rodar por muito tempo, porém, a perda inicial importa menos que o estado da moto.
- O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
Perguntas frequentes
Quais são as gerações da S 1000 RR?
No catálogo são 3: S 1000 RR 2020–2026, S 1000 RR 2015–2019, S 1000 RR 2010–2014.
Qual a S 1000 RR mais barata?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a S 1000 RR 2010–2014 2014, com R$ 60.090.
Vale a pena pagar mais pela S 1000 RR mais recente?
Vale quando as mudanças fazem diferença para você. Se a novidade traz itens de segurança, conforto ou economia que você vai usar, a diferença de preço se paga no uso. Se as mudanças são de visual ou de detalhes que você não valoriza, a anterior entrega quase tudo por menos.
Peças de uma geração servem na outra?
Não dá para presumir. Mesmo quando a peça parece igual, um furo de fixação, um conector ou uma medida podem ser diferentes. Peça ao vendedor que confira a compatibilidade pelo código da peça original ou pelo chassi da sua moto. É a forma mais segura de evitar devolução.
A versão mais completa da S 1000 RR vale a pena?
Compensa se você vai aproveitar o que ela tem a mais e se o orçamento de manutenção acompanha. Itens de segurança costumam valer o investimento para quem roda muito. Conveniências e acabamento são questão de gosto. Para muitos usos, uma versão intermediária oferece o melhor equilíbrio.
O que muda de uma versão da S 1000 RR para outra?
As versões costumam compartilhar quadro e motor e mudar em equipamentos como freios, partida, rodas, painel, iluminação e acabamento. Em alguns casos, também há diferença de cilindrada ou de potência. A comparação nesta página mostra o que separa cada versão; o importante é avaliar quais dessas diferenças fazem sentido para o seu uso.
Preço FIPE da S 1000 RR
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| S 1000 RR 2026 | R$ 129.117 |
| S 1000 RR 2025 | R$ 116.331 |
| S 1000 RR 2024 | R$ 110.458 |
| S 1000 RR 2023 | R$ 106.433 |
| S 1000 RR 2022 | R$ 95.304 |
| S 1000 RR 2021 | R$ 92.520 |
| S 1000 RR 2020 | R$ 84.025 |
| S 1000 RR 2019 | R$ 78.312 |
| S 1000 RR 2018 | R$ 75.336 |
| S 1000 RR 2017 | R$ 69.473 |
| S 1000 RR 2016 | R$ 66.726 |
| S 1000 RR 2015 | R$ 63.486 |
| S 1000 RR 2014 | R$ 60.090 |
| S 1000 RR 2013 | R$ 57.777 |
| S 1000 RR 2012 | R$ 56.367 |
| S 1000 RR 2011 | R$ 53.081 |
| S 1000 RR 2010 | R$ 50.391 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803041-3.