BMW S 1000 RR 2013
Preço FIPE do ano-modelo 2013, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma S 1000 RR usada.
- Esportiva
- 999 cc
- Gasolina
- ABS
FIPE 2013
R$ 57.777
- Moto
- BMW S 1000 RR
- Ano-modelo
- 2013
- Geração
- 2010–2014
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803041-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a BMW S 1000 RR
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Anunciar nesta páginaS 1000 RR 2013: o essencial
A S 1000 RR 2013, da BMW, é uma esportiva de 999 cc. Ela pertence à geração 2010–2014, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a S 1000 RR depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Preço FIPE da S 1000 RR 2013
Pela FIPE de outubro de 2026, a S 1000 RR ano 2013 está cotada em R$ 57.777. A S 1000 RR 2012 fica em R$ 56.367 (+2,5% de diferença); a S 1000 RR 2014 está em R$ 60.090. Comparada com a 2026 (R$ 129.117), a moto de 2013 custa 55% a menos: em média, perdeu 6,0% de valor a cada ano.
Entre as 27 motos esportiva ano 2013 com preço na FIPE, 23 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A S 1000 RR e o jeito esportiva de andar
Quem compra uma esportiva quer a sensação de pilotar uma moto feita para a velocidade. A carenagem protege do vento, o motor responde rápido e a ciclística é precisa, mas o conforto fica em segundo plano: punhos carregados, banco pequeno para o garupa e pouco espaço para bagagem ou acessórios de viagem.
Na hora de comprar usada, carenagem paralela, sliders ralados e pneus gastos até a borda contam parte da história. Peça o histórico de revisões e pergunte se a moto mantém as peças originais ou se elas acompanham a venda.
Medidas de manutenção da S 1000 RR 2013
Estas são as medidas que mais se procura para a S 1000 RR 2013. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Vela de ignição: NGK LMAR9D-J (conferida)
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17 (conferida)
- Pneu traseiro: 190/55ZR17 (conferida)
- Relação (kit): passo 525 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 5W-40 API SL | 3,5 L na troca com filtro (conferida)
- Filtro de ar: papel seco (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
O que conferir antes de comprar uma S 1000 RR 2013 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma S 1000 RR, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
Cuidados que acompanham uma moto 2013
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a S 1000 RR 2013.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da S 1000 RR ainda for a original, numa moto de 13 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
Motos parecidas com a S 1000 RR 2013
Quem procura uma S 1000 RR 2013 costuma comparar com outras motos esportiva do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Ducati 1199 Panigale S 2013 · R$ 55.539 · 1.198 cc
- Suzuki GSX1300R Hayabusa 2013 · R$ 53.479 · 1.340 cc
- Kawasaki Ninja ZX-14 / ZX-14R 2013 · R$ 53.270 · 1.352 cc
- BMW K 1300 S 2013 · R$ 52.370 · 1.293 cc
- Honda CBR 1000RR Fireblade 2013 · R$ 51.047 · 999 cc
- MV Agusta F4 1000 RR 2013 · R$ 51.047 · 998 cc
- Honda CBR 600RR 2013 · R$ 50.756 · 599 cc
- Kawasaki Ninja ZX-10R 2013 · R$ 48.122 · 998 cc
A S 1000 RR em outros anos
Anos-modelo da S 1000 RR no catálogo, de 2026 a 2010, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da S 1000 RR 2013
| Cilindrada | 999 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Vela de ignição | NGK LMAR9D-J conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 conferido |
| Pneu traseiro | 190/55ZR17 conferido |
| Relação (kit) | passo 525 conferido |
| Óleo do motor | SAE 5W-40 API SL | 3,5 L na troca com filtro conferido |
| Filtro de ar | papel seco conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da S 1000 RR 2013
As peças desta moto são as da geração 2010–2014. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a S 1000 RR 2013 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a BMW S 1000 RR 2013 vale R$ 57.777 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da S 1000 RR 2013?
A S 1000 RR 2013 tem 999 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual o óleo da S 1000 RR 2013?
A referência para o motor é SAE 5W-40 API SL | 3,5 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a medida do pneu da S 1000 RR 2013?
Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 190/55ZR17.
Vale a pena comprar uma S 1000 RR 2013 hoje?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2013 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.