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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da BMW S 1000 RR 2010–2014

A medida que serve na S 1000 RR desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

passo 525

Moto
BMW S 1000 RR
Anos
2010 a 2014
Cilindrada
999 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Medida conferida em bikez.com. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a BMW S 1000 RR

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a BMW S 1000 RR 2010–2014. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Produtos de marca para a BMW S 1000 RR 2010–2014

Pela medida da ficha (passo 525) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

Qual kit relação serve na S 1000 RR 2010–2014

Na S 1000 RR 2010–2014, o kit relação que serve é passo 525. Esse dado foi conferido em bikez.com. Mesmo assim, o manual da sua moto é a palavra final, porque pode haver mudança dentro do mesmo ano.

O que cada número quer dizer: passo 525 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo.

Para que serve o kit relação da S 1000 RR

O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.

A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.

O que muda no kit relação da S 1000 RR

A S 1000 RR 2010–2014 é uma esportiva de 999 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Na S 1000 RR, a balança trabalha com monoamortecedor e, como em toda balança, a distância entre pinhão e coroa muda conforme a suspensão comprime. É por isso que a folga da corrente precisa ser medida do jeito que o manual manda: posição da moto e ponto de medição fazem diferença.

Na S 1000 RR, o freio traseiro é a disco e o suporte da pinça acompanha o eixo. Na troca do kit, cuide para o suporte voltar ao encaixe certo na balança e para as buchas espaçadoras ficarem do lado correto. Teste o freio antes de rodar.

Com 999 cc, a S 1000 RR coloca muita força na corrente. Nesse tipo de moto, a corrente com retentor e a emenda rebitada costumam ser o padrão de fábrica. A troca pede rebitador, torquímetro e experiência: é serviço de oficina.

Como saber se a relação precisa de troca

O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.

  • Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
  • Esticador no fim do curso. Repare nas marcas de regulagem perto do eixo traseiro. Quando o ajuste chega ao fim da escala, a corrente passou do ponto. Tirar elo para ganhar curso é gambiarra: a coroa e o pinhão também já estão gastos.
  • Dentes da coroa em forma de gancho. Dente bom tem o perfil simétrico, com a ponta arredondada. Dente gasto fica fino, pontudo e inclinado para um lado, parecendo um serrote ou um gancho. Quando a coroa chega a esse ponto, ela já não segura bem a corrente.
  • Regulagem que não segura. Você regula a folga e, pouco tempo depois, a corrente está frouxa de novo. Quando isso vira rotina, os pinos e as buchas da corrente já gastaram, e ela continua esticando a cada saída mais forte.
  • Ferrugem e retentores ressecados. Ferrugem nos roletes e nas placas mostra que a corrente ficou sem proteção. Na corrente com retentor, anéis de borracha ressecados, rachados ou faltando deixam sair a graxa interna, e o desgaste acelera.

Kit relação certo: o que olhar no balcão

Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.

  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
  • Estriado do pinhão. O pinhão encaixa no eixo de saída por estrias. Mesmo com passo e dentes certos, um pinhão de outra moto pode ter estriado diferente ou outro jeito de fixação. A aplicação na embalagem precisa citar o seu modelo.
  • Passo da corrente. O passo é o tamanho do elo, indicado por números como 420, 428, 520, 525 ou 530. Corrente, coroa e pinhão precisam ter o mesmo passo. Peças de passos diferentes não engrenam, mesmo que pareçam parecidas a olho.
  • Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
  • Furação e encaixe da coroa. O encaixe da coroa no cubo é específico do modelo: número de furos, distância entre eles e diâmetro do centro. Coroa que "quase serve" não serve, porque fica descentralizada e empena o conjunto.

Motos que usam o kit relação da S 1000 RR

A mesma especificação (corrente passo 525) aparece em 49 outras motos do catálogo. Isso ajuda a achar a peça em estoque e a comparar preços, mas a aplicação final é sempre a indicada pelo fabricante da peça.

Lista completa: Corrente 525 em todas as motos.

Referência igual é um bom sinal, mas detalhes de montagem podem variar. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Troca do kit relação passo a passo

A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.

  1. Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
  5. Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque indicado no manual e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
  9. Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.

Depois da troca, a primeira regulagem de folga vem cedo, porque o kit novo assenta. Se você não tem ferramentas para isso, combine o retorno com a oficina e aproveite para conferir o aperto do eixo e o freio traseiro.

Erros que encurtam a vida da relação

Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.

  • Montar a presilha ao contrário. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha deve apontar para o sentido em que a corrente anda. Ao contrário, ela pode enganchar em algo e se soltar.
  • Tirar elo para ganhar regulagem. Encurtar corrente gasta é gambiarra. O fim do curso do esticador é exatamente o aviso de que o kit acabou.
  • Rodar com a corrente frouxa. Corrente muito frouxa pode sair do pinhão ou da coroa. Quando isso acontece rodando, ela pode travar a roda traseira ou quebrar a carcaça do motor perto do pinhão.
  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.

Como fazer o kit relação da S 1000 RR durar mais

Boa parte dos kits morre antes do tempo por falta de óleo ou por folga errada. Com hábitos simples, a corrente estica menos e os dentes se conservam.

  • Limpe sem agredir. Areia e graxa velha formam uma pasta que lixa a corrente e os dentes. Limpe com produto próprio ou o indicado pelo fabricante e escova macia. Evite gasolina, thinner e escova de aço, principalmente na corrente com retentor.
  • Nem frouxa, nem esticada. Muita gente aperta a corrente achando que assim ela dura mais. É o contrário: sem folga, a corrente fica tensionada quando a suspensão trabalha, gastando corrente, dentes e rolamentos.
  • Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Chuva e lavagem são as piores inimigas da corrente. Sempre que ela molhar, a lubrificação precisa ser refeita. Corrente que dorme molhada amanhece com ponto de ferrugem.
  • Pilote sem trancos. Cada tranco na transmissão é um puxão forte na corrente. Saídas suaves e reduções sem tranco fazem diferença na vida do kit, principalmente em quem roda muito no trânsito.

Serve em outro ano da S 1000 RR?

A família S 1000 RR reúne 4 versões e 6 gerações no catálogo, de 2010 a 2026. A medida do kit relação muda ao longo da família: há 2 referências diferentes.

  • passo 525 | coroa 45 | pinhão 17: S 1000 RR 2020–2026, S 1000 RR 2015–2019, S 1000 RR M Carbon 2021–2026, S 1000 RR M Package 2024–2026 e mais 1.
  • passo 525: S 1000 RR 2010–2014.

Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.

Quanto vale a S 1000 RR 2010–2014

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da S 1000 RR nesta geração ficam entre R$ 50.391 e R$ 60.090. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2014R$ 60.090
2013R$ 57.777
2012R$ 56.367
2011R$ 53.081
2010R$ 50.391

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da S 1000 RR

VersãoAnosMedida
S 1000 RR 2020–2026 passo 525 | coroa 45 | pinhão 17 conferido
S 1000 RR 2015–2019 passo 525 | coroa 45 | pinhão 17 conferido
S 1000 RR (esta página) 2010–2014 passo 525 conferido
S 1000 RR M Carbon 2021–2026 passo 525 | coroa 45 | pinhão 17 conferido
S 1000 RR M Package 2024–2026 passo 525 | coroa 45 | pinhão 17 conferido
S 1000 RR M 2021–2025 passo 525 | coroa 45 | pinhão 17 conferido

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da S 1000 RR 2010–2014

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da BMW S 1000 RR 2010–2014

Perguntas frequentes

Qual a medida do kit relação da S 1000 RR 2010–2014?

Para a S 1000 RR 2010–2014, a ficha indica passo 525. Leve essa informação à loja junto com o ano da moto.

Com que frequência devo lubrificar a corrente?

Siga o manual, mas use o bom senso: sempre que a corrente parecer seca, depois de chuva e depois de lavar a moto. Quem roda em terra ou areia precisa lubrificar com mais frequência. Corrente nunca deve ficar seca ou enferrujada.

Por que a corrente nova esticou tão rápido?

Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.

A corrente está fazendo barulho. O que pode ser?

As causas mais comuns são folga errada, corrente seca, kit gasto ou roda desalinhada. Também pode ser a corrente batendo no protetor ou na guia da balança. Comece limpando, lubrificando e regulando; se o ruído continuar, avalie o desgaste do kit.

Preciso trocar coroa e pinhão junto com a corrente?

Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.

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