Ducati 1198 2009–2011
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a 1198 fabricada de 2009 a 2011.
- Esportiva
- 1.198 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 10Ah | conferido |
| Vela de ignição | NGK MAR10A-J | conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 | conferido |
| Pneu traseiro | 190/55ZR17 | conferido |
| Relação (kit) | passo 525 | coroa 38 | pinhão 15 | 98 elos (DID 525 HV2, 97+1) | conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 sintético API SN/JASO MA2 (Shell Advance 4T Ultra) | conferido |
| Filtro de ar | papel seco | conferido |
| Lâmpada do farol | H11 55W (2x) | conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 | conferido |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Ducati 1198
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Anunciar nesta páginaPeças da 1198 2009–2011
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Ducati 1198 2009–2011
Entre 2009 e 2011, a 1198 manteve a mesma base técnica: uma esportiva de 1.198 cc.
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 45.343 (2009) a R$ 47.639 (2011).
Ficha da 1198 2009–2011: o que os dados mudam na prática
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da 1198 e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
- Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
- Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item para vigiar de perto.
- Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
A 1198 no dia a dia
Pilotar uma esportiva na estrada certa é uma experiência à parte. O motor de 1.198 cc sobe de giro com vontade, a ciclística segue a trajetória com precisão e a carenagem deixa o piloto protegido em velocidade alta. Em pista, ela mostra tudo o que pode.
No uso diário, os compromissos aparecem. Guidão baixo e pedaleiras recuadas cansam em trajetos longos de cidade. O raio de giro é grande, o que complica manobras. O garupa viaja apertado, e a bagagem é limitada. Em buracos e lombadas, a suspensão firme e a carenagem baixa exigem atenção. É uma moto de prazer, não de rotina.
Peças de troca: as medidas da 1198
Na hora de comprar peça para a 1198 desses anos, estas são as referências da ficha:
- Bateria: 12V 10Ah
- Vela de ignição: NGK MAR10A-J
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 190/55ZR17
- Relação (kit): passo 525 | coroa 38 | pinhão 15 | 98 elos (DID 525 HV2, 97+1)
- Óleo do motor: SAE 15W-50 sintético API SN/JASO MA2 (Shell Advance 4T Ultra)
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H11 55W (2x)
- Fluido de freio: DOT 4
Plano de manutenção da 1198, sistema por sistema
Manter a 1198 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
- Líquido de arrefecimento. O líquido de arrefecimento evita superaquecimento, congelamento e corrosão por dentro do motor. Ele perde os aditivos com o tempo, então tem troca prevista no manual mesmo que o nível esteja certo. Complete só com o produto indicado, nunca com água pura. Confira mangueiras, abraçadeiras e a colmeia do radiador, que pode acumular insetos e barro.
- Embreagem hidráulica. A embreagem hidráulica se ajusta sozinha ao desgaste e mantém o manete leve, mas usa fluido como o freio, que absorve umidade e tem troca prevista no manual. Confira o nível no reservatório do punho esquerdo. Manete esponjoso, que vai até o fim sem desacoplar direito, pede sangria ou revisão do cilindro mestre ou auxiliar.
- Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
- Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
- Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
Preço FIPE de cada ano da geração
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
O ano mais antigo da geração vale 5% menos que o mais novo na tabela.
Checagem rápida e avisos da 1198: o que observar
A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a 1198.
- Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
- Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a sair do aperto, mas o problema continua.
- Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
Acessórios para a 1198 2009–2011: o que ajuda de verdade
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a 1198, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Slider e protetores de quadro. Sliders são peças de material resistente presas ao quadro, aos eixos ou às pontas do guidão. Num tombo, são eles que arrastam no chão, poupando carenagem, motor, tampas e manetes. Em motos sem carenagem ou com carenagem cara, valem o investimento. Prefira kits feitos para o modelo, fixados com parafusos próprios para isso.
- Tomada USB. Carregar o celular rodando é prático, mas a tomada precisa de instalação bem feita: fusível, fio na bitola certa e ligação pós-chave. Tomada sem tampa junta água e oxida; ligação direta na bateria pode drená-la. Uma instalação limpa evita panes elétricas difíceis de achar depois.
- Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
- Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.
Perguntas frequentes
Qual o valor da 1198 2009–2011 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 47.639, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Que óleo de motor usar na 1198 2009–2011?
A referência é SAE 15W-50 sintético API SN/JASO MA2 (Shell Advance 4T Ultra). O intervalo de troca está no manual.
Que bateria usa a 1198 2009–2011?
A bateria indicada é 12V 10Ah.
O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?
Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.
Torque em baixa rotação é melhor?
A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.
Pessoa baixa consegue pilotar a 1198?
Depende da altura do banco, da largura dele e da sua altura de cavalo. Apoiar a ponta dos dois pés ou um pé inteiro já costuma ser suficiente com prática. Sente na moto antes de decidir, com ela em pé. Banco rebaixado, botas de sola mais alta e técnica de parada ajudam bastante quem fica no limite.
Ficha técnica
| Cilindrada | 1.198 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da 1198 por ano
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 808028-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.