Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Ducati 1199 Panigale 2012–2015
O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a 1199 Panigale desses anos, e onde encontrar.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
Medida em conferência
- Moto
- Ducati 1199 Panigale
- Anos
- 2012 a 2015
- Cilindrada
- 1.198 cc
- Transmissão final
- Corrente
- Câmbio
- Manual
- Embreagem
- Hidráulica
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Ducati 1199 Panigale
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Ducati 1199 Panigale 2012–2015. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO kit relação certo para a 1199 Panigale 2012–2015
Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Ducati 1199 Panigale 2012–2015 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.
Ainda não temos a relação conferida para esta geração. Enquanto isso, leia os números gravados na coroa e no pinhão, veja o passo marcado nas placas da corrente e conte os elos. Com esses dados, qualquer loja acha o kit.
Como o kit relação trabalha na 1199 Panigale
Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.
O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.
O kit relação na 1199 Panigale: o que a ficha diz
Para entender o kit relação desta moto, vale olhar a ficha: a 1199 Panigale é uma esportiva de 1.198 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é hidráulica, sem cabo. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.
Na 1199 Panigale, o freio traseiro é a disco e o suporte da pinça acompanha o eixo. Na troca do kit, cuide para o suporte voltar ao encaixe certo na balança e para as buchas espaçadoras ficarem do lado correto. Teste o freio antes de rodar.
Com suspensão traseira monoamortecida, como em qualquer balança, a corrente estica e afrouxa conforme a balança sobe e desce. A folga do manual já leva isso em conta. Apertar além dela deixa a corrente esticada demais com a suspensão comprimida.
Com 1.198 cc, a 1199 Panigale coloca muita força na corrente. Nesse tipo de moto, a corrente com retentor e a emenda rebitada costumam ser o padrão de fábrica. A troca pede rebitador, torquímetro e experiência: é serviço de oficina.
Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão
Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.
- Corrente que solta da coroa. Um teste rápido de balcão: puxe a corrente para fora da coroa, no ponto mais traseiro da roda. Corrente em bom estado mal sai do dente; corrente gasta descola bastante, mesmo com a folga certa.
- Dentes da coroa em forma de gancho. Olhe a coroa de lado: se os dentes estão afinados, com a ponta afiada e curvados no sentido do giro, o desgaste já foi longe. Coroa assim come corrente nova em pouco tempo, por isso a troca é sempre do kit.
- Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.
- Ferrugem e retentores ressecados. Ferrugem nos roletes e nas placas mostra que a corrente ficou sem proteção. Na corrente com retentor, anéis de borracha ressecados, rachados ou faltando deixam sair a graxa interna, e o desgaste acelera.
O que conferir antes de comprar o kit relação
Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.
- Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.
- Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
- Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
- Furação e encaixe da coroa. O encaixe da coroa no cubo é específico do modelo: número de furos, distância entre eles e diâmetro do centro. Coroa que "quase serve" não serve, porque fica descentralizada e empena o conjunto.
Como é feita a troca do kit relação da 1199 Panigale
Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Se ficar em dúvida, deixe com a oficina.
- Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
- Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
- Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
- Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
- Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
- Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
- Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
- Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.
Depois da troca, a primeira regulagem de folga vem cedo, porque o kit novo assenta. Se você não tem ferramentas para isso, combine o retorno com a oficina e aproveite para conferir o aperto do eixo e o freio traseiro.
Manutenção da corrente no dia a dia
O kit relação dura muito mais quando recebe três cuidados: limpeza, lubrificação e folga certa. Nenhum deles é caro, e todos podem ser feitos em casa.
- Lubrifique com frequência. O lubrificante deve chegar entre as placas e os roletes, no lado interno da corrente. Aplique devagar, girando a roda, espere alguns minutos e passe um pano para tirar o que sobrou.
- Limpe sem agredir. Periodicamente, tire a sujeira acumulada antes de lubrificar. Solvente agressivo e escova de aço danificam os retentores e tiram a graxa interna. Produto próprio e pincel ou escova de náilon resolvem.
- Pilote sem trancos. Cada tranco na transmissão é um puxão forte na corrente. Saídas suaves e reduções sem tranco fazem diferença na vida do kit, sobretudo em quem roda muito no trânsito.
Erros comuns com o kit relação
Alguns tropeços com a relação parecem economia, mas custam um kit novo antes da hora, ou coisa pior, se a corrente soltar.
- Tirar elo para ganhar regulagem. Encurtar corrente gasta é gambiarra. O fim do curso do esticador é exatamente o aviso de que o kit acabou.
- Trocar só a corrente. Corrente nova em coroa e pinhão gastos não assenta nos dentes e estica rápido. Em pouco tempo, ela fica igual à velha. A troca econômica de verdade é a do kit inteiro.
- Rodar com a corrente frouxa. Folga demais não é só barulho. A corrente pode pular dos dentes, enroscar e travar a roda, além de bater e danificar a carcaça do motor e a balança.
A 1199 Panigale ao longo dos anos
No catálogo, a 1199 Panigale aparece em 6 gerações, somando 6 versões entre 2012 e 2016. As medidas do kit relação desta família ainda estão em conferência no catálogo.
A 1199 Panigale na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Ducati 1199 Panigale dos anos 2012–2015 vai de R$ 45.073 (2012) a R$ 59.677 (2015). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2015 | R$ 59.677 |
| 2014 | R$ 55.193 |
| 2013 | R$ 48.490 |
| 2012 | R$ 45.073 |
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da 1199 Panigale
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| 1199 Panigale (esta página) | 2012–2015 | em conferência |
| 1199 Panigale R | 2013–2016 | em conferência |
| 1199 Panigale S | 2013–2015 | em conferência |
| 1199 Panigale S Senna | 2014 | em conferência |
| 1199 Superleggera | 2014 | em conferência |
| 1199 Panigale S Tricolore | 2012–2013 | em conferência |
Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.
Outras peças da 1199 Panigale 2012–2015
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Emenda de clipe ou rebitada: qual é melhor?
Nas motos de baixa cilindrada, a emenda de clipe costuma ser a original. Nas maiores, em geral o fabricante pede emenda rebitada. Trocar rebite por clipe nessas motos aumenta o risco de a corrente abrir.
Como medir a folga da corrente?
A folga certa está no manual e, em muitas motos, numa etiqueta na balança. Meça no meio do trecho de baixo, entre pinhão e coroa, com a moto apoiada como o manual indica, girando a roda e ajustando pelo ponto mais esticado.
Vale a pena colocar coroa maior?
Coroa maior ou pinhão menor deixam a moto mais "curta": mais força na saída e mais giro em velocidade. Em troca, o motor trabalha mais alto na estrada e, em muitas motos, o velocímetro passa a errar. Para uso normal, a relação original é a mais equilibrada.
A corrente está fazendo barulho. O que pode ser?
Ruído de corrente quase sempre tem a ver com lubrificação ou folga. Se depois de limpar e regular o barulho continuar, olhe os dentes da coroa e do pinhão e a guia da corrente. Kit gasto faz barulho mesmo regulado.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos