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Honda CBR 600F 2011–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a CBR 600F fabricada de 2011 a 2015. 5ª geração (nova CBR 600F, base da Hornet).

  • Esportiva
  • 599 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Honda CBR 600F
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 120/70ZR17 referência
Pneu traseiro 180/55ZR17 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda CBR 600F

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Peças da CBR 600F 2011–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a CBR 600F 2011–2015

Entre 2011 e 2015, a CBR 600F manteve a mesma base técnica: uma esportiva de 599 cc. É a 5ª de 5 gerações da CBR 600F no catálogo, a atual. 5ª geração (nova CBR 600F, base da Hornet).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 37.631 (2012) a R$ 40.667 (2015).

O que cada número da ficha da Honda CBR 600F 2011–2015 quer dizer

  • Potência: 102 cv a 12.000 rpm
  • Torque: 6,53 kgf.m a 10.500 rpm
  • Peso: 191 kg (seco; 196 kg na CBR 600FA com ABS)
  • Tanque: 18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca)
  • Altura do banco: 803 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 1,9 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da CBR 600F e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da CBR 600F, e isso muda o que levar na viagem.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.
  • Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e acaba com coroa e pinhão.
  • Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força que ele tem.

A CBR 600F no dia a dia

Pilotar uma esportiva na estrada certa é uma experiência à parte. O motor de 599 cc sobe de giro com vontade, a ciclística segue a trajetória com precisão e a carenagem deixa o piloto protegido em velocidade alta. Em pista, ela mostra tudo o que pode.

No uso diário, os compromissos aparecem. Guidão baixo e pedaleiras recuadas cansam em trajetos longos de cidade. O raio de giro é grande, o que complica manobras. O garupa viaja apertado, e a bagagem é limitada. Em buracos e lombadas, a suspensão firme e a carenagem baixa exigem atenção. É uma moto de prazer, não de rotina.

Bateria, pneus, vela e óleo da CBR 600F 2011–2015

As medidas que a CBR 600F 2011–2015 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

O que revisar na Honda CBR 600F 2011–2015 e quando pensar em cada item

O manual da Honda CBR 600F traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.

  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Embreagem por cabo. A embreagem por cabo precisa de uma pequena folga no manete, regulada pelo esticador no punho ou no motor. Sem folga, a embreagem patina; com folga demais, as marchas arranham e a moto anda com o manete apertado. Lubrifique o cabo no intervalo do manual e troque se estiver desfiado ou duro para acionar.
  • Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem troca.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.

Preço FIPE de cada ano da geração

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 7% menos que o mais novo na tabela.

Diferenças para as outras gerações

Em relação à geração anterior, CBR 600F 2001–2010, mudou:

  • Tanque: 18 litros (reserva de cerca de 3,5 L) → 18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca)
  • Calibragem: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto e com garupa) → dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

Sinais que a Honda CBR 600F dá antes de um problema

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda CBR 600F. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Nível do óleo do motor. Nem todo motor consome óleo do mesmo jeito, mas o nível nunca deve cair abaixo do mínimo. Crie o hábito de olhar a cada poucos abastecimentos. Óleo baixo esquenta o motor e acelera o desgaste; óleo acima do máximo também faz mal. Se precisar completar, use a mesma especificação do que está no motor.
  • Parafusos, espelhos e peças soltas. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Confira de vez em quando retrovisores, suporte de placa, carenagens, escapamento e bagageiro. Um ruído de chocalho em determinada rotação quase sempre é algo solto. Peça caída na estrada é perigo para você e para quem vem atrás, e parafuso perdido costuma levar junto a peça que prendia.
  • Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando para um lado: tudo isso tem causa e solução.
  • Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.

Acessórios que fazem sentido na CBR 600F

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a CBR 600F, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.
  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para muita coisa.
  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar iluminado sempre que puder.

Perguntas frequentes

Qual a altura do banco da CBR 600F 2011–2015?

A altura do banco é de 803 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Quantos cv tem a CBR 600F 2011–2015?

Segundo o fabricante, 102 cv a 12.000 rpm.

Qual o peso da CBR 600F 2011–2015?

A ficha do fabricante informa 191 kg (seco; 196 kg na CBR 600FA com ABS).

Quantos litros tem o tanque da CBR 600F 2011–2015?

O tanque da CBR 600F desses anos comporta 18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca).

Qual óleo usar na CBR 600F?

Não. O óleo certo é o do manual, com viscosidade e norma específicas para motos. Óleos de carro podem ter aditivos que fazem a embreagem patinar. Respeitar a especificação vale mais do que a marca. Siga também o prazo de troca, por tempo ou quilometragem, o que vier primeiro.

A velocidade máxima da ficha é real?

Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.

Posso usar pneu de medida diferente na CBR 600F?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Ficha técnica

Características
Cilindrada599 cc
CombustívelGasolina
Potência102 cv a 12.000 rpm conferido
Torque6,53 kgf.m a 10.500 rpm conferido
Peso191 kg (seco; 196 kg na CBR 600FA com ABS) conferido
Tanque18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca) conferido
Altura do banco803 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da CBR 600F por ano

Ano-modeloPreço médio
CBR 600F 2015R$ 40.667
CBR 600F 2014R$ 39.613
CBR 600F 2013R$ 38.614
CBR 600F 2012R$ 37.631

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811013-1. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da CBR 600F