Honda CBR 600F 2015
Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CBR 600F usada.
- Esportiva
- 599 cc
- Gasolina
- 102,0 cv
FIPE 2015
R$ 40.667
- Moto
- Honda CBR 600F
- Ano-modelo
- 2015
- Geração
- 2011–2015
- Calibragem
- dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811013-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda CBR 600F
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Anunciar nesta páginaComo é a CBR 600F 2015
A Honda CBR 600F 2015 é uma esportiva de 599 cc. Ela pertence à geração 2011–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a CBR 600F depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Em números, a potência é de 102 cv a 12.000 rpm; o torque, 6,53 kgf.m a 10.500 rpm; o peso, 191 kg (seco; 196 kg na CBR 600FA com ABS); o tanque leva 18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca); o banco fica a 803 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 1,9 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A CBR 600F 2015 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a CBR 600F ano 2015 está cotada em R$ 40.667. A do ano 2014 sai por R$ 39.613 (+2,7% de diferença).
Na comparação com as 21 motos esportiva 2015 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 6 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A CBR 600F e o jeito esportiva de andar
As esportivas trazem para a rua o que se aprende nas pistas. Carenagem envolvente, motor afinado para alta rotação e freios de alto desempenho são a regra, e nos modelos mais novos há também auxílios eletrônicos. Servem a quem gosta de pilotagem esportiva e aceita abrir mão de conforto.
Manter uma esportiva custa mais: pneus duram menos, peças de carenagem são caras e o seguro pesa. Por isso, uma usada com revisões em dia e sem sinais de queda séria vale mais do que outra mais nova e mal cuidada.
Peças e medidas da CBR 600F 2015
Para a manutenção da CBR 600F 2015, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 180/55ZR17
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)
O que conferir antes de comprar uma CBR 600F 2015 usada
Uma moto 2015 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
O que a idade pede na Honda CBR 600F 2015
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 11 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a CBR 600F 2015.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
Outras motos esportiva 2015 na mesma faixa de preço
Quem procura uma CBR 600F 2015 costuma comparar com outras motos esportiva do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Triumph Daytona 675R 2015 · R$ 40.609 · 675 cc
- Honda CBR 650F 2015 · R$ 40.728 · 649 cc
- MV Agusta F3 800 2015 · R$ 38.644 · 798 cc
- Kawasaki Ninja ZX-6R 636 2015 · R$ 43.484 · 636 cc
- Suzuki GSX-R750 SRAD 2015 · R$ 46.171 · 750 cc
Outros anos da CBR 600F
Anos-modelo da CBR 600F no catálogo, de 2015 a 1992, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da CBR 600F 2015
| Cilindrada | 599 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 102 cv a 12.000 rpm conferido |
| Torque | 6,53 kgf.m a 10.500 rpm conferido |
| Peso | 191 kg (seco; 196 kg na CBR 600FA com ABS) conferido |
| Tanque | 18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca) conferido |
| Altura do banco | 803 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa) conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CBR 600F 2015
As peças desta moto são as da geração 2011–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da CBR 600F 2015?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CBR 600F 2015 vale R$ 40.667 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a CBR 600F 2015?
Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 180/55ZR17.
Qual a calibragem do pneu da CBR 600F 2015?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a CBR 600F 2015?
O peso informado pelo fabricante é 191 kg (seco; 196 kg na CBR 600FA com ABS).
Quantos cavalos tem a CBR 600F 2015?
Pela ficha do fabricante, 102 cv a 12.000 rpm, com torque de 6,53 kgf.m a 10.500 rpm.
Qual a capacidade do tanque da CBR 600F 2015?
O tanque da CBR 600F 2015 leva 18,0 litros (reserva de aproximadamente 3,5 L, quando o indicador pisca).
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.
A Honda CBR 600F 2015 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.