Honda CBR 600F 1999
Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CBR 600F usada.
- Esportiva
- 599 cc
- Gasolina
FIPE 1999
R$ 22.819
- Moto
- Honda CBR 600F
- Ano-modelo
- 1999
- Geração
- 1999–2000
- Calibragem
- dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), só piloto ou com garupa
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811013-1. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaCBR 600F 1999: o essencial
A Honda CBR 600F 1999 é uma esportiva de 599 cc. O ano-modelo 1999 faz parte da geração vendida de 1999 a 2000. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, o peso, 170 kg (seco); o tanque leva 18,0 litros.
Preço FIPE da CBR 600F 1999
Pela FIPE de outubro de 2026, a CBR 600F ano 1999 está cotada em R$ 22.819. A CBR 600F 1998 fica em R$ 22.262 (+2,5% de diferença); a de 2000 custa R$ 23.390. Comparada com a 2015 (R$ 40.667), a moto de 1999 custa 44% a menos: em média, perdeu 3,5% de valor a cada ano.
Entre as 19 motos esportiva ano 1999 com preço na FIPE, 13 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma esportiva
Esportiva é a moto de carenagem completa, posição inclinada para a frente, guidão baixo e pedaleiras recuadas. Tudo nela é pensado para desempenho: motor de giro alto, freios fortes, suspensão firme e aerodinâmica. Nas cilindradas menores, é uma porta de entrada para esse estilo de pilotagem; nas maiores, é moto para quem tem bastante experiência.
A posição cansa no trânsito e o seguro costuma ser mais caro. Na usada, o principal é saber como ela foi pilotada, porque uso em pista, quedas e modificações deixam marcas que vale aprender a reconhecer.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da CBR 600F 1999
Estas são as medidas que mais se procura para a CBR 600F 1999. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 180/55ZR17
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), só piloto ou com garupa
CBR 600F 1999 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma CBR 600F, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
O que a idade pede na Honda CBR 600F 1999
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 27 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
Documentos e negociação da CBR 600F 1999
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
Alternativas à CBR 600F 1999
Para comparar: motos esportiva 1999 com valor FIPE perto do da CBR 600F.
- Kawasaki Ninja ZX-9R 1999 · R$ 22.699 · 899 cc
- BMW R 1100 S 1999 · R$ 21.811 · 1.085 cc
- Suzuki GSX-R750 SRAD 1999 · R$ 21.203 · 750 cc
- Suzuki GSX-R1100W 1999 · R$ 21.118 · 1.074 cc
- Suzuki GSX1300R Hayabusa 1999 · R$ 25.432 · 1.340 cc
- Suzuki RF 900 R 1999 · R$ 20.042 · 937 cc
- Honda CBR 1100XX Super Blackbird 1999 · R$ 25.618 · 1.137 cc
- Suzuki TL 1000 S 1999 · R$ 19.203 · 996 cc
Todos os anos da CBR 600F
A CBR 600F foi vendida em 24 anos-modelo, de 1992 a 2015. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da CBR 600F 1999
| Cilindrada | 599 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 170 kg (seco) conferido |
| Tanque | 18,0 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), só piloto ou com garupa conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CBR 600F 1999
As peças desta moto são as da geração 1999–2000. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a CBR 600F 1999 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CBR 600F 1999 vale R$ 22.819 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a CBR 600F 1999?
Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 180/55ZR17.
Quantos litros cabem no tanque da CBR 600F 1999?
O tanque da CBR 600F 1999 leva 18,0 litros.
Quantas libras vai no pneu da CBR 600F 1999?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), só piloto ou com garupa. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantas cilindradas tem a CBR 600F 1999?
A CBR 600F 1999 tem 599 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quanto pesa a CBR 600F 1999?
O peso informado pelo fabricante é 170 kg (seco).
Vale a pena comprar uma CBR 600F 1999 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.