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Pinhão da Honda CBR 900RR Fireblade 2000–2001

O que define a pinhão certa para a CBR 900RR Fireblade desses anos, e onde encontrar.

Pinhão que serve

Medida em conferência

Moto
Honda CBR 900RR Fireblade
Anos
2000 a 2001
Cilindrada
893 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com pinhão para a Honda CBR 900RR Fireblade

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pinhão para a Honda CBR 900RR Fireblade 2000–2001. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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O pinhão certo para a CBR 900RR Fireblade 2000–2001

Ainda estamos conferindo a medida do pinhão da Honda CBR 900RR Fireblade 2000–2001 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.

A relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se puder, leve o pinhão velho: o número de dentes e o encaixe no eixo resolvem a dúvida.

O que o pinhão faz na CBR 900RR Fireblade

O pinhão é a engrenagem pequena da transmissão final por corrente. Ele fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor, escondido atrás de uma tampa plástica ou metálica. É ele que puxa a corrente, e a corrente, por sua vez, gira a coroa da roda traseira.

Por ter poucos dentes e girar muito mais vezes que a coroa, o pinhão é a peça do conjunto que mais trabalha. Cada dente dele entra e sai da corrente muitas vezes a cada volta da roda, e por isso o desgaste costuma aparecer primeiro nele, mesmo quando a coroa ainda parece boa.

O pinhão na CBR 900RR Fireblade: o que a ficha diz

Para entender o pinhão desta moto, vale olhar a ficha: a CBR 900RR Fireblade é uma esportiva de 893 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Com 893 cc, a CBR 900RR Fireblade coloca muito torque no pinhão. A fixação precisa estar no torque exato do manual, com trava nova, e o eixo de saída deve ser conferido a cada troca. É serviço para oficina com torquímetro.

Sinais de que o pinhão da CBR 900RR Fireblade está gasto

O pinhão fica escondido atrás de uma tampa, e por isso muita gente só olha para ele quando a corrente já está ruim. Vale abrir e conferir de vez em quando, porque os sinais são claros.

  • Borra acumulada atrás da tampa. Sujeira e lubrificante velho formam uma massa escura em volta do pinhão. Ela esconde o desgaste e segura areia junto dos dentes. Se a borra está grossa, faz tempo que ninguém olha o pinhão.
  • Barulho perto da tampa do pinhão. Um batido ou um chiado vindo da frente da corrente, perto do pé esquerdo, pode ser o pinhão gasto ou solto. O ruído costuma piorar ao tirar e pôr gás.
  • Corrente pulando nas arrancadas. Se a corrente escapa de um dente quando você acelera forte, o pinhão e a corrente já não se encaixam direito. Não deixe para depois, porque o próximo passo pode ser a corrente sair.
  • Óleo vazando atrás do pinhão. Óleo fresco escorrendo por trás do pinhão pede atenção. Pode ser o retentor do eixo de saída, que às vezes sofre com corrente esticada demais. É serviço para a oficina conferir.
  • Degrau na lateral dos dentes. Marcas de desgaste só de um lado dos dentes mostram que a corrente trabalhou torta, quase sempre por roda desalinhada. Além de trocar, é preciso corrigir o alinhamento, senão o pinhão novo gasta igual.

O que conferir antes de comprar o pinhão

O pinhão parece uma peça simples, mas precisa bater em vários pontos ao mesmo tempo: passo da corrente, número de dentes, estriado do eixo e forma de fixação. Um detalhe fora e ele não monta ou monta mal.

  • Mudar ou não a relação. Pinhão com um dente a menos deixa a moto mais forte na saída e com mais giro na estrada. Um dente a mais faz o contrário. Como o pinhão é pequeno, um dente muda bastante. Para uso normal, o original é o mais equilibrado.
  • Passo igual ao da corrente. O pinhão tem que ter o mesmo passo da corrente e da coroa: 420, 428, 520 e assim por diante. Pinhão de passo diferente não engrena. O passo costuma vir gravado na peça ou nas placas da corrente.
  • Estriado e diâmetro do furo. Confira se a aplicação do pinhão cita o seu modelo. O estriado do eixo de saída não é padrão entre motos, e pinhão com folga nas estrias bate e gasta o eixo.
  • Avulso ou dentro do kit. Se o motivo da troca é desgaste, o pinhão deve vir junto com corrente e coroa novas. Avulso, ele vale para ajuste de relação ou para repor um pinhão danificado em kit recente.
  • Forma de fixação. Repare como o pinhão está preso hoje: porca no centro ou placa com parafusos. O novo precisa usar o mesmo sistema. Peças de fixação gastas ou tortas devem ser trocadas junto.

Trocando o pinhão: a sequência certa

Com ferramentas básicas, um pouco de experiência e o manual em mãos, dá para trocar o pinhão. Sem torquímetro ou sem segurança no serviço, deixe com a oficina: pinhão solto rodando é risco.

  1. Abra a tampa do pinhão. Solte os parafusos da tampa do lado esquerdo do motor. Em algumas motos, é preciso tirar antes o pedal de câmbio. Marque a posição do pedal no eixo para montar igual.
  2. Limpe a região. Tire a borra de sujeira e lubrificante acumulada em volta do pinhão e dentro da tampa. Assim dá para ver a fixação, o estado das estrias e se o retentor do eixo está vazando.
  3. Solte a fixação com a corrente montada. Com a corrente ainda no lugar, engate uma marcha e peça para alguém pisar no freio traseiro. Assim o eixo não gira e a porca ou os parafusos da placa cedem. Se houver arruela trava dobrada, desdobre antes.
  4. Folgue a corrente. Solte a porca do eixo traseiro e recue os esticadores para dar folga na corrente. Em muitas motos, com bastante folga, a corrente sai do pinhão sem precisar abrir a emenda.
  5. Confira o eixo e o retentor. Com o pinhão fora, olhe as estrias do eixo de saída e o retentor atrás dele. Estrias gastas ou retentor vazando são serviço de oficina e devem ser resolvidos antes de montar a peça nova.
  6. Monte o pinhão novo. Coloque o pinhão respeitando o lado de montagem e encaixe a corrente. Use peças de fixação em bom estado e deixe o aperto final para quando a corrente estiver regulada.
  7. Dê o aperto final. Com a corrente montada, engate a marcha e segure o freio traseiro de novo. Aperte a fixação no torque especificado pelo fabricante e, se for o caso, dobre a arruela trava sobre a porca.
  8. Regule a corrente e revise o freio. Ajuste a folga da corrente, alinhe a roda pelas marcas da balança e aperte o eixo. Revise o freio traseiro, monte a tampa e o pedal de câmbio e faça um teste curto.

Pinhão trocado sozinho só faz sentido com corrente e coroa em bom estado. Se a oficina encontrar o kit gasto ao abrir, vale trocar o conjunto de uma vez. Guarde bem a nota fiscal da peça para a garantia.

Manutenção do pinhão no dia a dia

O pinhão dura o que a corrente deixa. Corrente limpa, lubrificada e com a folga certa protege os dentes; corrente seca e frouxa gasta o pinhão rapidamente.

  • Troque junto com o kit. Quando chegar a hora do kit relação, troque o pinhão junto, mesmo que ele pareça razoável. Pinhão usado com corrente nova encurta a vida da corrente.
  • Roda alinhada. Sempre que regular a corrente, deixe os esticadores na mesma marca. Desalinhamento faz a corrente entrar torta no pinhão e gastar a lateral dos dentes.
  • Saídas sem tranco. Tranco na transmissão começa no pinhão. Pilotagem mais suave nas saídas e nas trocas de marcha prolonga a vida dele e da corrente.
  • Fixação conferida. Nas revisões, confira se a porca ou a placa de fixação continuam firmes e se a arruela trava está no lugar. Pinhão que começa a folgar gasta as estrias do eixo.

O que não fazer na troca do pinhão

O pinhão é uma peça pequena e barata, mas um erro nele pode custar o eixo de saída do câmbio ou uma corrente nova. Estes são os tropeços mais comuns.

  • Esquecer a marca do pedal de câmbio. Tirar o pedal de câmbio sem marcar a posição no eixo faz ele voltar mais alto ou mais baixo. Parece detalhe, mas atrapalha as trocas de marcha e pode raspar no chão.
  • Trocar só o pinhão com kit gasto. Quando a corrente e a coroa estão no fim, trocar só o pinhão é jogar dinheiro fora. As três peças se gastam juntas.
  • Apertar sem travar o eixo. Tentar apertar ou soltar o pinhão sem a marcha engatada e o freio acionado faz o eixo girar, e a pessoa acaba usando calço ou chave de fenda no pinhão. Isso danifica dentes e eixo.
  • Reaproveitar arruela trava amassada. A arruela trava é dobrada sobre a porca para impedir que ela solte. Depois de dobrada e desdobrada, ela perde a firmeza. Use uma nova sempre que possível.

O pinhão nos outros anos da CBR 900RR Fireblade

No catálogo, a CBR 900RR Fireblade aparece em 4 gerações, somando 1 versão entre 1993 e 2004. As medidas do pinhão desta família ainda estão em conferência no catálogo.

A CBR 900RR Fireblade na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CBR 900RR Fireblade dos anos 2000–2001 vai de R$ 28.371 (2000) a R$ 29.259 (2001). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

Pinhão nos outros anos e versões da CBR 900RR Fireblade

VersãoAnosMedida
CBR 900RR Fireblade 2002–2004 em conferência
CBR 900RR Fireblade (esta página) 2000–2001 em conferência
CBR 900RR Fireblade 1996–1999 em conferência
CBR 900RR Fireblade 1993–1995 em conferência

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da CBR 900RR Fireblade 2000–2001

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda CBR 900RR Fireblade 2000–2001

Perguntas frequentes

O que muda com pinhão menor?

A moto fica mais "curta": arranca com mais força, mas gira mais em velocidade e pode gastar um pouco mais de combustível na estrada. A potência do motor não muda. O velocímetro também pode passar a errar.

Onde vem marcado o número de dentes?

Abra a tampa, limpe a face do pinhão e procure o número gravado. Se não achar, conte os dentes com uma marca de referência. A ficha da moto e o manual também indicam a relação original.

Pinhão com um dente a mais deixa a moto mais rápida?

A relação fica mais longa: o motor gira menos na estrada, mas a moto perde retomada e arrancada. Ela não fica necessariamente mais rápida, porque pode faltar força para chegar ao fim da última marcha.

Mudar o pinhão altera o velocímetro?

Em muitas motos, sim. Quando a velocidade é medida no câmbio ou no eixo de saída, mudar a relação final faz o painel marcar diferente da velocidade real. Quando a medição é feita na roda, o efeito não aparece.

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