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Honda Super Hawk 1000 1997–1998

Ficha técnica, preço FIPE e as 68 peças com página própria para a Super Hawk 1000 fabricada de 1997 a 1998.

  • Esportiva
  • 996 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Honda Super Hawk 1000
Imagem ilustrativa.

Lojas e oficinas para a Honda Super Hawk 1000

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Peças da Super Hawk 1000 1997–1998

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Honda Super Hawk 1000 1997–1998

Esta é a ficha da Honda Super Hawk 1000 vendida nos anos-modelo de 1997 a 1998: uma esportiva de 996 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 22.036 (1997) a R$ 23.235 (1998).

O que cada número da ficha da Honda Super Hawk 1000 1997–1998 quer dizer

  • Potência: 110 cv (81 kW) a 8.700 rpm (ficha do mercado alemão, VTR 1000 F)
  • Torque: 101 Nm (10,3 kgf.m)
  • Peso: 192 kg (seco); 218 kg em ordem de marcha
  • Tanque: 16 litros (ficha 1997–1998; o histórico da mesma página cita tanque de 19 L a partir de 1998)
  • Altura do banco: 810 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi (2,5 bar); traseiro 42 psi (2,9 bar)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 1,7 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Super Hawk 1000 e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
  • Refrigeração líquida. Com refrigeração líquida, um radiador, uma bomba e um líquido próprio mantêm o motor sempre na temperatura ideal, faça calor ou frio, esteja a moto parada ou na estrada. Isso permite motores mais potentes e mais estáveis no uso. Em troca, há mais peças: mangueiras, ventoinha e líquido de arrefecimento, que tem prazo de troca definido pelo fabricante.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a Super Hawk 1000 tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.

A Super Hawk 1000 no dia a dia

Pilotar uma esportiva na estrada certa é uma experiência à parte. O motor de 996 cc sobe de giro com vontade, a ciclística segue a trajetória com precisão e a carenagem deixa o piloto protegido em velocidade alta. Em pista, ela mostra tudo o que pode.

No uso diário, os compromissos aparecem. Guidão baixo e pedaleiras recuadas cansam em trajetos longos de cidade. O raio de giro é grande, o que complica manobras. O garupa viaja apertado, e a bagagem é limitada. Em buracos e lombadas, a suspensão firme e a carenagem baixa exigem atenção. É uma moto de prazer, não de rotina.

O que revisar na Honda Super Hawk 1000 1997–1998 e quando pensar em cada item

O manual da Honda Super Hawk 1000 traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.

  • Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção ajuda bastante.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e untados com óleo próprio.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da Super Hawk 1000 1997–1998 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 5% menos que o mais novo na tabela.

O que vigiar na Super Hawk 1000 no dia a dia

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Super Hawk 1000.

  • Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só umidade, e é normal.
  • Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.
  • Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando para um lado: tudo isso tem causa e solução.
  • Cheiro de combustível. Gasolina não deve ser sentida com a moto ligada nem parada na garagem. Se você notar o cheiro, procure a origem com o motor frio: mangueiras ressecadas, abraçadeiras frouxas e respiros entupidos são os suspeitos de sempre. Vazamento de combustível é risco de fogo e precisa ser corrigido antes de qualquer saída.

Acessórios para a Super Hawk 1000 1997–1998: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Super Hawk 1000 1997–1998, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que inflam com o vento em velocidade.

Perguntas frequentes

Qual a potência da Super Hawk 1000 1997–1998?

Segundo o fabricante, 110 cv (81 kW) a 8.700 rpm (ficha do mercado alemão, VTR 1000 F).

Qual o valor da Super Hawk 1000 1997–1998 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 23.235, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Qual o tamanho do tanque da Super Hawk 1000 1997–1998?

O tanque da Super Hawk 1000 desses anos comporta 16 litros (ficha 1997–1998; o histórico da mesma página cita tanque de 19 L a partir de 1998).

Quantos quilos tem a Super Hawk 1000 1997–1998?

A ficha do fabricante informa 192 kg (seco); 218 kg em ordem de marcha.

Posso usar pneu de medida diferente na Super Hawk 1000?

Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.

A Super Hawk 1000 aguenta levar garupa?

O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.

Quanto a Super Hawk 1000 roda com um tanque?

Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.

Ficha técnica

Medidas e especificações
Cilindrada996 cc
CombustívelGasolina
Potência110 cv (81 kW) a 8.700 rpm (ficha do mercado alemão, VTR 1000 F)
Torque101 Nm (10,3 kgf.m)
Peso192 kg (seco); 218 kg em ordem de marcha
Tanque16 litros (ficha 1997–1998; o histórico da mesma página cita tanque de 19 L a partir de 1998)
Altura do banco810 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (2,5 bar); traseiro 42 psi (2,9 bar)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da Super Hawk 1000 por ano

Ano-modeloPreço médio
Super Hawk 1000 1998R$ 23.235
Super Hawk 1000 1997R$ 22.036

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811036-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.