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Honda Super Hawk 1000 1998

Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Super Hawk 1000 usada.

  • Esportiva
  • 996 cc
  • Gasolina
  • 110,0 cv
Honda Super Hawk 1000 1998
Imagem ilustrativa.

FIPE 1998

R$ 23.235

Moto
Honda Super Hawk 1000
Ano-modelo
1998
Geração
1997–1998
Calibragem
dianteiro 36 psi (2,5 bar); traseiro 42 psi (2,9 bar)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811036-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda Super Hawk 1000

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Super Hawk 1000 1998: o essencial

Do ano-modelo 1998, a Honda Super Hawk 1000 é uma esportiva de 996 cc. Ela pertence à geração 1997–1998, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, a potência é de 110 cv (81 kW) a 8.700 rpm (ficha do mercado alemão, VTR 1000 F); o torque, 101 Nm (10,3 kgf.m); o peso, 192 kg (seco); 218 kg em ordem de marcha; o tanque leva 16 litros (ficha 1997–1998; o histórico da mesma página cita tanque de 19 L a partir de 1998); o banco fica a 810 mm do chão. Isso dá cerca de 1,7 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Preço FIPE da Super Hawk 1000 1998

Pela FIPE de outubro de 2026, a Super Hawk 1000 ano 1998 está cotada em R$ 23.235. A Super Hawk 1000 1997 fica em R$ 22.036 (+5,4% de diferença).

Entre as 17 motos esportiva ano 1998 com preço na FIPE, 13 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto esportiva

Esportiva é a moto de carenagem completa, posição inclinada para a frente, guidão baixo e pedaleiras recuadas. Tudo nela é pensado para desempenho: motor de giro alto, freios fortes, suspensão firme e aerodinâmica. Nas cilindradas menores, é uma porta de entrada para esse estilo de pilotagem; nas maiores, é moto para quem tem bastante experiência.

A posição cansa no trânsito e o seguro costuma ser mais caro. Na usada, o principal é saber como ela foi pilotada, porque uso em pista, quedas e modificações deixam marcas que vale aprender a reconhecer.

Medidas de manutenção da Super Hawk 1000 1998

Medidas de manutenção da Super Hawk 1000 1998, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma Super Hawk 1000 1998 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.

A manutenção que uma Super Hawk 1000 1998 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Super Hawk 1000 1998.

  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 28 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 28 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.

Alternativas à Super Hawk 1000 1998

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos esportiva são as alternativas mais diretas à Super Hawk 1000:

A Super Hawk 1000 em outros anos

Anos-modelo da Super Hawk 1000 no catálogo, de 1998 a 1997, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 1998 · R$ 23.235
  • 1997 · R$ 22.036

Ficha técnica da Super Hawk 1000 1998

Medidas e especificações
Cilindrada996 cc
CombustívelGasolina
Potência110 cv (81 kW) a 8.700 rpm (ficha do mercado alemão, VTR 1000 F)
Torque101 Nm (10,3 kgf.m)
Peso192 kg (seco); 218 kg em ordem de marcha
Tanque16 litros (ficha 1997–1998; o histórico da mesma página cita tanque de 19 L a partir de 1998)
Altura do banco810 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (2,5 bar); traseiro 42 psi (2,9 bar)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Super Hawk 1000 1998

As peças desta moto são as da geração 1997–1998. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Super Hawk 1000 1998 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda Super Hawk 1000 1998 vale R$ 23.235 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da Super Hawk 1000 1998?

O tanque da Super Hawk 1000 1998 leva 16 litros (ficha 1997–1998; o histórico da mesma página cita tanque de 19 L a partir de 1998).

Qual a calibragem do pneu da Super Hawk 1000 1998?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (2,5 bar); traseiro 42 psi (2,9 bar). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantas cilindradas tem a Super Hawk 1000 1998?

A Super Hawk 1000 1998 tem 996 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quanto pesa a Super Hawk 1000 1998?

O peso informado pelo fabricante é 192 kg (seco); 218 kg em ordem de marcha.

Qual a potência da Super Hawk 1000 1998?

Pela ficha do fabricante, 110 cv (81 kW) a 8.700 rpm (ficha do mercado alemão, VTR 1000 F), com torque de 101 Nm (10,3 kgf.m).

Onde consultar recall da moto?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.