tudo de moto

Pedaleiras da Kasinski Comet GT-R 250 2008–2013

O que define a pedaleiras certa para a Comet GT-R 250 desses anos, e onde encontrar.

Pedaleiras que serve

Comet GT-R 250 2008–2013

Moto
Kasinski Comet GT-R 250
Anos
2008 a 2013

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com pedaleiras para a Kasinski Comet GT-R 250

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pedaleiras para a Kasinski Comet GT-R 250 2008–2013. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Quais pedaleiras comprar para a Comet GT-R 250 2008–2013

Para as pedaleiras, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a Comet GT-R 250 e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2008–2013), e termina na comparação com a peça antiga.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Comet GT-R 250 e os anos 2008–2013), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Pedaleiras da Comet GT-R 250: muito mais que apoio para o pé

A função da pedaleira é simples de explicar: dar apoio firme aos pés. O que pouca gente lembra é quanto isso pesa na segurança. É apoiado nelas que o piloto se segura numa frenagem forte, que o garupa acompanha as curvas sem desequilibrar a moto e que os pés ficam alinhados com os pedais de freio e câmbio.

Por ficar exposta, a pedaleira sofre com quedas, vibração e desgaste da borracha. A mola enfraquece, o pino ganha folga e a borracha fica lisa. Com o tempo, isso transforma um apoio firme num ponto de escorregão, e aí a troca deixa de ser opcional.

As pedaleiras na Comet GT-R 250: o que a ficha diz

A Comet GT-R 250 2008–2013 é uma esportiva de 249 cc. O farol usa lâmpada halógena. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).

Na Comet GT-R 250, as pedaleiras ficam mais altas e recuadas, presas a suportes que, em muitos casos, também seguram o pedal do freio, o cilindro do freio traseiro e a alavanca do câmbio. Por isso, troca de suporte ou de pedaleira recuada é serviço de oficina.

Na Comet GT-R 250, com freio traseiro a disco, o cilindro mestre do freio traseiro costuma ficar perto do suporte da pedaleira direita, e em muitas motos preso a ele. Qualquer serviço nesse suporte mexe no freio e deve ser feito em oficina.

Como saber se a pedaleira está ruim

Com a moto parada, mexa nas pedaleiras com a mão e com o pé. Folga, mola fraca e borracha lisa aparecem logo.

  • Vibração forte nos pés. Formigamento nos pés depois de pouco tempo rodando pode vir de borracha gasta ou de coxins do suporte ressecados, quando a moto tem. A borracha nova costuma melhorar bastante a sensação.
  • Borracha gasta ou lisa. Se você sente o pé deslizando na pedaleira em dia de chuva, olhe a borracha: ranhuras apagadas, superfície brilhante ou partes faltando indicam que ela já não segura a sola.
  • Pedaleira com folga. A pedaleira deve se mover só no sentido em que ela dobra. Se ela balança para os lados ou tem folga no pino, o pino, a bucha ou o furo do suporte estão gastos. Folga grande pode fazer a peça se soltar.
  • Pedaleira empenada. Depois de uma queda, a pedaleira pode entortar sem quebrar. O pé fica numa posição estranha, longe dos pedais, e a peça fica enfraquecida no ponto da dobra.

Pedaleira certa: o que olhar no balcão

Antes de comprar, defina se é a pedaleira do piloto ou do garupa, de que lado e se você precisa só da borracha, da pedaleira ou do suporte. Depois, confira estes pontos.

  • Piloto ou garupa. As pedaleiras do piloto e do garupa costumam ser diferentes no tamanho, no encaixe e na borracha. Peça a que você precisa e confira na embalagem se é dianteira ou traseira.
  • Suporte, quando for o caso. Se o suporte entortou ou trincou, a pedaleira nova não resolve. Confira se o suporte é vendido para o seu modelo e se ele traz peças do freio ou do câmbio junto. Nesse caso, prefira a instalação em oficina.
  • Pedaleiras de acessório. Há pedaleiras de estilo diferente, mais largas, de alumínio usinado ou recuadas. Algumas mudam a posição dos pés e exigem ajuste dos pedais de freio e câmbio. Essa mudança mexe com comandos importantes e deve ser feita em oficina.
  • Aplicação pelo modelo e ano. Comece pela aplicação. Duas pedaleiras parecidas podem ter encaixe e pino diferentes. O código da peça original é a referência mais segura para comparar reposições.

Trocando a pedaleira sem perder a mola

Com alicate, chave adequada e um pouco de graxa, dá para trocar a pedaleira em casa. Siga a sequência abaixo e confira tudo antes de rodar.

  1. Apoie a moto com segurança. Moto firme no cavalete e em chão nivelado. Você vai fazer força perto do pé, e a moto não pode balançar.
  2. Observe a posição da mola. Antes de soltar, fotografe a pedaleira de perto, mostrando como a mola está encaixada e para que lado ela empurra. Na montagem, essa foto evita erro.
  3. Retire a trava do pino. Com alicate, retire o contrapino ou o anel elástico que trava o pino. Proteja os olhos: anel elástico pode escapar com força. Descarte o contrapino usado.
  4. Tire o pino segurando a mola. Empurre o pino com uma ferramenta fina, mantendo a mola presa com os dedos. Anote a ordem das arruelas para montar igual.
  5. Limpe e confira o suporte. Limpe o furo do suporte e veja se há desgaste, ovalização ou trinca. Furo ovalizado deixa folga mesmo com pino novo. Se o suporte estiver danificado, a troca dele é a solução.
  6. Lubrifique e posicione a peça nova. Um pouco de graxa no pino ajuda a pedaleira a dobrar e voltar sem travar. Encaixe a mola na posição da foto e alinhe os furos.
  7. Coloque o pino e a trava nova. Passe o pino mantendo a mola na posição e instale trava nova. No contrapino, dobre as pontas para que ele não saia com a vibração.
  8. Teste a dobra e o retorno. Teste várias vezes o movimento de dobrar e voltar. Depois, suba na moto e confira se o pé alcança bem o freio e o câmbio.

Guarde a nota até confirmar que a pedaleira dobra, volta e fica firme. Se a mola não volta ou o pino tem folga, a peça pode estar errada para a aplicação; troque antes de rodar.

Erros que deixam a pedaleira insegura

Antes de comprar ou trocar a pedaleira, evite estes tropeços. Quase todos são simples de prevenir.

  • Montar a mola invertida. Mola montada ao contrário faz a pedaleira ficar caída ou dobrar para o lado errado. Fotografe antes de desmontar e confira o retorno antes de rodar.
  • Ignorar a borracha gasta. Muita gente só percebe a borracha gasta quando o pé escapa. Olhe as pedaleiras de vez em quando e troque a borracha antes disso.
  • Comprar o lado errado. Direita e esquerda costumam ser diferentes. Pedir "uma pedaleira" sem dizer o lado e se é do piloto ou do garupa leva a troca na loja.

Cuidados para as pedaleiras durarem mais

Alguns cuidados simples mantêm as pedaleiras firmes e aderentes por muito tempo. Valem para as do piloto e as do garupa.

  • Recolha as pedaleiras do garupa. Quando não há passageiro, recolher as pedaleiras do garupa evita que elas enrosquem em calçadas, outras motos ou na sua perna ao subir e descer.
  • Limpe e lubrifique o pino. Um pino limpo e lubrificado deixa a pedaleira dobrar e voltar sem esforço. Faça isso principalmente depois de rodar na chuva ou na terra.
  • Confira a trava do pino. Uma olhada rápida no contrapino ou no anel elástico, durante a lavagem ou a revisão, evita que o pino saia com a vibração. Trava faltando deve ser reposta antes de rodar.

A Comet 250 ao longo dos anos

No catálogo, a Comet 250 aparece em 2 gerações, somando 2 versões entre 2005 e 2013. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar as pedaleiras de uma Comet GT 250 2005–2013, compare o código ou a peça física.

A Comet GT-R 250 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kasinski Comet GT-R 250 dos anos 2008–2013 vai de R$ 9.534 (2008) a R$ 11.560 (2013). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2013R$ 11.560
2012R$ 11.278
2011R$ 11.002
2010R$ 10.733
2009R$ 9.773
2008R$ 9.534

Pedaleiras nos outros anos e versões da Comet 250

VersãoAnos
Comet GT-R 250 (esta página) 2008–2013
Comet GT 250 2005–2013

Outras peças da Comet GT-R 250 2008–2013

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Kasinski Comet GT-R 250 2008–2013

Perguntas frequentes

Posso usar as pedaleiras de outro modelo na Comet GT-R 250?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Comet GT-R 250 2008–2013. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Preciso de oficina para trocar a pedaleira?

Depende da peça. Pedaleira, pino, mola e borracha são trocas simples, feitas com alicate e chave comum. Suporte e pedaleiras de acessório que mudam a posição dos pedais pedem mecânico, porque envolvem freio e câmbio.

Pedaleira caída é perigoso?

É um risco, principalmente na hora de parar ou de frear, quando o pé procura o apoio sem olhar. Confira a mola e o pino; se a mola perdeu a força, troque antes de rodar.

Posso tirar a pedaleira do garupa?

Tirar as pedaleiras e levar passageiro é perigoso. O garupa precisa de apoio firme para os pés. Se você roda sozinho, mantenha-as recolhidas, mas no lugar e em bom estado para quando precisar.

A pedaleira está com folga. Tem conserto?

Primeiro, identifique a origem: pino, bucha, furo do suporte ou parafusos do suporte. Pino e bucha são trocas simples; suporte e fixação ao quadro pedem avaliação de um mecânico de confiança.

Pedaleiras de moto: guia geral e lista de motos