Kawasaki Ninja ZX-11
Esportiva de 1.052 cc vendida no Brasil de 1990 a 2000. Escolha o ano para ver a ficha técnica e as peças certas.
- Esportiva
- 1.052 cc
- Gasolina
- 1990–2000
Escolha o ano da sua Ninja ZX-11
Lojas e oficinas para a Kawasaki Ninja ZX-11
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Kawasaki Ninja ZX-11. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO que muda de um ano para outro
A Kawasaki Ninja ZX-11 em números
De 1990 a 2000, a Kawasaki Ninja ZX-11 teve 2 gerações no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 1.052 cc, no estilo esportiva.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Ninja ZX-11 1990–1992 (1992, R$ 21.262) e a mais cara, a Ninja ZX-11 1993–2000 (2000, R$ 28.639).
Linha do tempo da Ninja ZX-11
Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da Ninja ZX-11 de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.
- Ninja ZX-11 1990–1992. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- Ninja ZX-11 1993–2000. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual, 147 cv a 10.500 rpm. Mudou em relação à anterior: pneu dianteiro (120/70VR17 → 120/70ZR17); pneu traseiro (170/60VR17 → 180/55ZR17).
Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.
Ninja ZX-11: o que muda de uma versão para outra
Pela ficha do catálogo, as gerações têm os mesmos itens técnicos principais. A escolha passa mais por ano, estado e preço do que por equipamento.
Por fora, as versões da Ninja ZX-11 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Comece pelo seu uso. A versão certa da Ninja ZX-11 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
- Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
- Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra só um visual diferente.
- Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.
Peças da Ninja ZX-11 por versão e ano
Peças com a medida de cada versão e ano do modelo Ninja ZX-11:
- Calibragem dos pneus
- Pneu traseiro: 2 medidas
- Pneu dianteiro: 2 medidas
- Fluido de freio: DOT 4
- Carenagens (kit)
- Amortecedor traseiro
- Pastilha de freio dianteira
- Carburador
- Retrovisores
- Escapamento completo
- Farol completo
- Kit embreagem (discos)
- Banco
- Protetor de motor (crash bar)
A Ninja ZX-11 a longo prazo
Pensando no longo prazo, a esportiva combina mecânica sofisticada, peças caras e um público comprador exigente. Revisões no prazo do manual são indispensáveis para manter o desempenho e o valor de revenda. Carenagens, ponteiras, manetes e pedaleiras são as primeiras vítimas de um tombo e custam caro para repor. O seguro tende a ser alto, e furtos e roubos são uma preocupação real. Mecânico com experiência em motos de alto giro faz toda a diferença. Na hora de vender, a Ninja ZX-11 original e sem marcas de queda vale bem mais que uma modificada. Protetores e sliders são um investimento pequeno perto do custo de uma carenagem nova.
Nova ou usada: qual Ninja ZX-11 vale mais a pena para você
Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Ninja ZX-11 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.
- Motos de leilão. Leilão é terreno para quem sabe o que está fazendo. A moto é vendida no estado em que se encontra, muitas vezes sem teste, e pode ter passado por batida, enchente ou longos períodos parada. Além do lance, há a comissão do leiloeiro e o custo para colocar a moto em ordem. Na hora de segurar e de revender, o histórico de leilão costuma pesar contra.
- A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
- Motos de frota e de entrega. Motos que vêm de frota de empresas ou de uso em entregas aparecem muito no mercado, às vezes com preço atraente. Elas costumam ter rodado muito, em ritmo pesado, com várias partidas por dia e carga no bagageiro. Algumas foram mantidas com rigor pela empresa; outras, não. Pergunte sobre o uso anterior e reserve no orçamento a troca dos itens de desgaste.
- Zero de ano-modelo anterior. Às vezes a loja ainda tem unidades zero do ano-modelo anterior, oferecidas com desconto quando a linha nova chega. Pode ser um bom negócio: a moto é nova, tem garantia e custa menos. Só lembre que, na revenda, ela será vista como do ano-modelo que tem, e não do ano em que você a comprou.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
- Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
- O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
Perguntas frequentes
Quais são as gerações da Ninja ZX-11?
No catálogo são 2: Ninja ZX-11 1993–2000, Ninja ZX-11 1990–1992.
Qual versão da Ninja ZX-11 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Ninja ZX-11 1990–1992 1992, com R$ 21.262.
O que muda de uma geração da Ninja ZX-11 para outra?
Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.
Qual o melhor ano da Ninja ZX-11 para comprar?
Não existe uma resposta certa para todos. Quem quer tecnologia atual e reposição garantida deve olhar as fases mais recentes; quem quer gastar menos pode ficar bem com uma anterior em bom estado. Compare as mudanças entre as gerações e, dentro da escolhida, priorize a unidade mais bem cuidada.
Peças de uma versão servem em outra?
Muitas peças são compartilhadas, principalmente de motor e itens comuns de desgaste. Outras mudam: freios, rodas, painel, farol, banco e acabamentos costumam ser próprios de cada versão. Antes de comprar, informe ao vendedor a versão exata e o ano-modelo, ou consulte o código da peça no catálogo.
Qual versão escolher para entrega ou uso profissional?
Para trabalho, robustez e manutenção barata pesam mais que acabamento. Partida elétrica ajuda quem liga a moto muitas vezes por dia, e peças fáceis de achar evitam dias parados. Verifique também a capacidade de carga e se dá para instalar bagageiro ou baú na versão escolhida.
É melhor comprar a Ninja ZX-11 zero ou seminova?
Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.
O que muda de uma versão da Ninja ZX-11 para outra?
Na maioria dos modelos, a base é a mesma e o que muda é o pacote de equipamentos: tipo de freio, presença de ABS ou CBS, rodas, partida, farol e detalhes de conforto. Algumas versões também mudam o motor. Veja a tabela de versões desta página e pense em quais itens você usaria de verdade.
Preço FIPE da Ninja ZX-11
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Ninja ZX-11 2000 | R$ 28.639 |
| Ninja ZX-11 1999 | R$ 27.940 |
| Ninja ZX-11 1998 | R$ 27.258 |
| Ninja ZX-11 1997 | R$ 26.467 |
| Ninja ZX-11 1996 | R$ 25.821 |
| Ninja ZX-11 1995 | R$ 25.191 |
| Ninja ZX-11 1994 | R$ 23.189 |
| Ninja ZX-11 1993 | R$ 22.623 |
| Ninja ZX-11 1992 | R$ 21.262 |
| Ninja ZX-11 1991 | R$ 19.946 |
| Ninja ZX-11 1990 | R$ 18.099 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817009-6.