Kawasaki Ninja ZX-11 1995
Preço FIPE do ano-modelo 1995, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Ninja ZX-11 usada.
- Esportiva
- 1.052 cc
- Gasolina
- 147,0 cv
FIPE 1995
R$ 25.191
- Moto
- Kawasaki Ninja ZX-11
- Ano-modelo
- 1995
- Geração
- 1993–2000
- Calibragem
- dianteiro 41 psi (290 kPa); traseiro 41 psi (290 kPa), carga até 183 kg
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817009-6. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Kawasaki Ninja ZX-11 1995 em resumo
A Kawasaki Ninja ZX-11 1995 é uma esportiva de 1.052 cc. Ela pertence à geração 1993–2000, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 147 cv a 10.500 rpm; o torque, 11,2 kgf.m a 8.500 rpm; o peso, 233 kg (seco); o tanque leva 24 litros; o banco fica a 780 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 1,6 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Preço FIPE da Ninja ZX-11 1995
Pela FIPE de outubro de 2026, a Ninja ZX-11 ano 1995 está cotada em R$ 25.191. A Ninja ZX-11 1994 fica em R$ 23.189 (+8,6% de diferença); a Ninja ZX-11 1996 está em R$ 25.821. Comparada com a 2000 (R$ 28.639), a moto de 1995 custa 12% a menos: em média, perdeu 2,5% de valor a cada ano.
Na comparação com as 19 motos esportiva 1995 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 16 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma esportiva
Esportiva é a moto de carenagem completa, posição inclinada para a frente, guidão baixo e pedaleiras recuadas. Tudo nela é pensado para desempenho: motor de giro alto, freios fortes, suspensão firme e aerodinâmica. Nas cilindradas menores, é uma porta de entrada para esse estilo de pilotagem; nas maiores, é moto para quem tem bastante experiência.
A posição cansa no trânsito e o seguro costuma ser mais caro. Na usada, o principal é saber como ela foi pilotada, porque uso em pista, quedas e modificações deixam marcas que vale aprender a reconhecer.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Ninja ZX-11 1995
Medidas de manutenção da Ninja ZX-11 1995, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 180/55ZR17
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 41 psi (290 kPa); traseiro 41 psi (290 kPa), carga até 183 kg
Comprando uma Kawasaki Ninja ZX-11 1995 usada: o que olhar
Uma moto 1995 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Pista, quedas e alterações. Moto potente desperta vontade de mexer, e muitas passam por escapamento esportivo, remapeamento, filtro de alto fluxo e outras mudanças. Algumas são bem feitas; outras deixam a moto irregular ou instável. Pergunte o que foi alterado, quem fez e se as peças originais vêm junto. Bordas dos pneus e sliders também mostram como ela foi pilotada.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
A manutenção que uma Ninja ZX-11 1995 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 31 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 31 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Ninja ZX-11 ainda for a original, numa moto de 31 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
Motos parecidas com a Ninja ZX-11 1995
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos esportiva são as alternativas mais diretas à Ninja ZX-11:
- Yamaha FZR 1000 1995 · R$ 25.968 · 1.002 cc
- Honda CBR 900RR Fireblade 1995 · R$ 21.038 · 893 cc
Outros anos da Ninja ZX-11
Anos-modelo da Ninja ZX-11 no catálogo, de 2000 a 1990, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Ninja ZX-11 1995
| Cilindrada | 1.052 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 147 cv a 10.500 rpm conferido |
| Torque | 11,2 kgf.m a 8.500 rpm conferido |
| Peso | 233 kg (seco) conferido |
| Tanque | 24 litros conferido |
| Altura do banco | 780 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 41 psi (290 kPa); traseiro 41 psi (290 kPa), carga até 183 kg conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Ninja ZX-11 1995
As peças desta moto são as da geração 1993–2000. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Ninja ZX-11 1995?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Ninja ZX-11 1995 vale R$ 25.191 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a capacidade do tanque da Ninja ZX-11 1995?
O tanque da Ninja ZX-11 1995 leva 24 litros.
Quantas cilindradas tem a Ninja ZX-11 1995?
A Ninja ZX-11 1995 tem 1.052 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quanto pesa a Ninja ZX-11 1995?
O peso informado pelo fabricante é 233 kg (seco).
Qual a potência da Ninja ZX-11 1995?
Pela ficha do fabricante, 147 cv a 10.500 rpm, com torque de 11,2 kgf.m a 8.500 rpm.
Qual a calibragem do pneu da Ninja ZX-11 1995?
Com os pneus frios: dianteiro 41 psi (290 kPa); traseiro 41 psi (290 kPa), carga até 183 kg. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
Moto antiga é barata de manter?
Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e alimentação.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.