MV Agusta F4 1000 RR 2010–2015
Ficha técnica, preço FIPE e as 69 peças com página própria para a F4 1000 RR fabricada de 2010 a 2015. 2ª geração (nova F4, motor e carenagem redesenhados).
- Esportiva
- 998 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 | referência |
| Pneu traseiro | 190/55ZR17 | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a MV Agusta F4 1000 RR
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Anunciar nesta páginaPeças da F4 1000 RR 2010–2015
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A MV Agusta F4 1000 RR 2010–2015
A MV Agusta F4 1000 RR nos anos-modelo de 2010 a 2015 é uma esportiva de 998 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. No catálogo, a F4 1000 RR tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 2ª geração (nova F4, motor e carenagem redesenhados).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 51.047 (2013) a R$ 54.569 (2015).
O que cada número da ficha da MV Agusta F4 1000 RR 2010–2015 quer dizer
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da MV Agusta F4 1000 RR ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
- Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
- Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
- ABS. O ABS impede que a roda trave numa frenagem forte, aliviando e reaplicando a pressão várias vezes por segundo. Na prática, você pode apertar o freio com vontade numa emergência, mesmo em piso molhado ou com areia, sem que a roda escorregue e derrube a moto. Ele não encurta milagrosamente a distância de parada, mas mantém a moto em linha.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
Cidade, estrada e garupa com a F4 1000 RR
A esportiva é feita para velocidade e curva. Carenagem completa, posição inclinada e motor que gosta de giro alto fazem da F4 1000 RR uma moto rápida e precisa na estrada de serra e em pista. A carenagem protege do vento em velocidade, e os freios fortes dão confiança.
No trânsito, a mesma posição cansa: o peso vai para os punhos, o pescoço trabalha e o motor esquenta no anda e para. Com garupa, o banco traseiro é pequeno e alto. Em piso ruim, a suspensão firme e o pneu de perfil esportivo pedem cuidado redobrado. Para entregas e uso de trabalho, não faz sentido.
Bateria, pneus, vela e óleo da F4 1000 RR 2010–2015
Referências de manutenção da F4 1000 RR 2010–2015, peça por peça:
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 190/55ZR17
- Fluido de freio: DOT 4
Plano de manutenção da F4 1000 RR, sistema por sistema
O manual da MV Agusta F4 1000 RR traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.
- Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção prolonga a vida dela.
- Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir trocas mais próximas.
- Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor frio e ferramentas próprias.
- Corrente, coroa e pinhão. A corrente pede limpeza e lubrificação frequentes, além de ajuste de folga no intervalo do manual. Quando chegar a hora da troca, mude corrente, coroa e pinhão juntos, porque peças novas com velhas se desgastam rápido. Sinais de fim de vida: dentes da coroa em forma de gancho, corrente que sai da coroa quando puxada e elos travando.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
- Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem troca.
- Líquido de arrefecimento. O líquido de arrefecimento evita superaquecimento, congelamento e corrosão por dentro do motor. Ele perde os aditivos com o tempo, então tem troca prevista no manual mesmo que o nível esteja certo. Complete só com o produto indicado, nunca com água pura. Confira mangueiras, abraçadeiras e a colmeia do radiador, que pode acumular insetos e barro.
A F4 1000 RR 2010–2015 ano a ano
Valor de cada ano da F4 1000 RR 2010–2015 na FIPE. O link leva à página do ano:
- F4 1000 RR 2015: R$ 54.569
- F4 1000 RR 2014: R$ 53.238
- F4 1000 RR 2013: R$ 51.047
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 6%.
Diferenças para as outras gerações
Em relação à geração anterior, F4 1000 RR 2007–2009, mudou:
- ABS: não → sim
Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.
Sinais que a MV Agusta F4 1000 RR dá antes de um problema
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a F4 1000 RR 2010–2015 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Vazamentos e manchas no chão. Coloque um papelão embaixo da moto durante a noite se suspeitar de vazamento. De manhã, a posição e a cor da mancha mostram a origem. Retentor da bengala, junta de tampa, bujão do cárter e mangueiras são os pontos mais comuns. Fluido de freio vazando é grave e pede atenção antes de rodar.
- Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
- Luz de injeção no painel. Painel com a luz da injeção acesa não é para ignorar. A causa pode ser simples, como um conector solto, ou séria, como sensor danificado que muda a mistura e esquenta o motor. Evite apagar a luz desligando a bateria: a falha some da memória e o diagnóstico fica mais difícil. Leve para leitura com equipamento.
- Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.
Acessórios que fazem sentido na F4 1000 RR
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a F4 1000 RR 2010–2015, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Trava de disco. Um antifurto simples e eficiente, principalmente para quem estaciona na rua. A trava de disco não deixa a moto ser empurrada e desestimula o furto rápido. Alguns modelos têm alarme sonoro. O cuidado é um só: lembrar de tirar antes de sair. Um cordão colorido preso ao manete resolve esse problema.
- Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.
- Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo parecendo inteiro.
- Slider e protetores de quadro. Sliders são peças de material resistente presas ao quadro, aos eixos ou às pontas do guidão. Num tombo, são eles que arrastam no chão, poupando carenagem, motor, tampas e manetes. Em motos sem carenagem ou com carenagem cara, valem o investimento. Prefira kits feitos para o modelo, fixados com parafusos próprios para isso.
Perguntas frequentes
Quanto custa uma F4 1000 RR 2010–2015?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 54.569, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
A ficha da F4 1000 RR muda entre 2010–2015?
Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.
O ABS precisa de manutenção?
Não muito além do freio comum. O que muda é cuidar dos sensores de roda e respeitar a troca do fluido no prazo do manual, porque o módulo do ABS não gosta de fluido velho. Pneus de medida diferente podem confundir o sistema. Luz acesa no painel depois de começar a rodar indica falha a investigar.
O que é peso seco?
Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.
Ficha técnica
| Cilindrada | 998 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da F4 1000 RR por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| F4 1000 RR 2015 | R$ 54.569 |
| F4 1000 RR 2014 | R$ 53.238 |
| F4 1000 RR 2013 | R$ 51.047 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 839004-5. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da F4 1000 RR
- 2010–2015
- 2007–2009