Suzuki GSX-R1000 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma GSX-R1000 usada.
- Esportiva
- 999 cc
- Gasolina
FIPE 2016
R$ 53.202
- Moto
- Suzuki GSX-R1000
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2009–2016
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825039-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Suzuki GSX-R1000
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Anunciar nesta páginaA Suzuki GSX-R1000 2016 em resumo
A GSX-R1000 2016, da Suzuki, é uma esportiva de 999 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2009 a 2016. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Preço FIPE da GSX-R1000 2016
O preço médio da GSX-R1000 2016 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 53.202. A GSX-R1000 2015 fica em R$ 51.904 (+2,5% de diferença); a de 2017 custa R$ 54.533. Comparada com a 2020 (R$ 58.728), a moto de 2016 custa 9% a menos: em média, perdeu 2,4% de valor a cada ano.
Na comparação com as 18 motos esportiva 2016 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 9 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A GSX-R1000 e o jeito esportiva de andar
Quem compra uma esportiva quer a sensação de pilotar uma moto feita para a velocidade. A carenagem protege do vento, o motor responde rápido e a ciclística é precisa, mas o conforto fica em segundo plano: punhos carregados, banco pequeno para o garupa e pouco espaço para bagagem ou acessórios de viagem.
Na hora de comprar usada, carenagem paralela, sliders ralados e pneus gastos até a borda contam parte da história. Peça o histórico de revisões e pergunte se a moto mantém as peças originais ou se elas acompanham a venda.
Medidas de manutenção da GSX-R1000 2016
Medidas de manutenção da GSX-R1000 2016, com link para a página de cada peça:
- Vela de ignição: NGK CR9EIA-9
- Pneu dianteiro: 120/70 ZR17 M/C 58W
- Pneu traseiro: 190/50 ZR17 M/C 73W
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
- Fluido de freio: DOT 4
O que conferir antes de comprar uma GSX-R1000 2016 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
O que a idade pede na Suzuki GSX-R1000 2016
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da GSX-R1000 ainda for a original, numa moto de 10 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 10 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
Alternativas à GSX-R1000 2016
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos esportiva são as alternativas mais diretas à GSX-R1000:
- Yamaha YZF-R1 2016 · R$ 53.929 · 998 cc
- Suzuki GSX1300R Hayabusa 2016 · R$ 57.592 · 1.340 cc
- Suzuki GSX-R750 SRAD 2016 · R$ 48.799 · 750 cc
- Triumph Daytona 675R 2016 · R$ 45.790 · 675 cc
- Kawasaki Ninja ZX-6R 636 2016 · R$ 45.016 · 636 cc
- Ducati 1299 Panigale 2016 · R$ 62.070 · 1.285 cc
- MV Agusta F3 800 2016 · R$ 41.989 · 798 cc
- Honda CBR 650F 2016 · R$ 41.751 · 649 cc
A GSX-R1000 em outros anos
A GSX-R1000 foi vendida em 20 anos-modelo, de 2001 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:
- 2020 · R$ 58.728
- 2019 · R$ 57.295
- 2018 · R$ 55.897
- 2017 · R$ 54.533
- 2016 · R$ 53.202
- 2015 · R$ 51.904
- 2014 · R$ 46.428
- 2013 · R$ 45.295
- 2012 · R$ 44.190
- 2011 · R$ 41.064
- 2010 · R$ 37.473
- 2009 · R$ 36.559
- 2008 · R$ 34.474
- 2007 · R$ 32.917
- 2006 · R$ 32.114
- 2005 · R$ 31.330
- 2004 · R$ 30.565
- 2003 · R$ 28.814
- 2002 · R$ 26.675
- 2001 · R$ 21.470
Ficha técnica da GSX-R1000 2016
| Cilindrada | 999 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Vela de ignição | NGK CR9EIA-9 |
| Pneu dianteiro | 120/70 ZR17 M/C 58W |
| Pneu traseiro | 190/50 ZR17 M/C 73W |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da GSX-R1000 2016
As peças desta moto são as da geração 2009–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a GSX-R1000 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki GSX-R1000 2016 vale R$ 53.202 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da GSX-R1000 2016?
A GSX-R1000 2016 tem 999 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual pneu usa a GSX-R1000 2016?
Dianteiro 120/70 ZR17 M/C 58W e traseiro 190/50 ZR17 M/C 73W.
Qual o óleo da GSX-R1000 2016?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Como saber se a GSX-R1000 2016 tem recall pendente?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Uma moto 2016 ainda paga IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.