Suzuki GSX-R1000 2018
Preço FIPE do ano-modelo 2018, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma GSX-R1000 usada.
- Esportiva
- 999 cc
- Gasolina
- ABS
FIPE 2018
R$ 55.897
- Moto
- Suzuki GSX-R1000
- Ano-modelo
- 2018
- Geração
- 2017–2020
- Calibragem
- dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto e com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825039-1. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Suzuki GSX-R1000 2018 em resumo
Do ano-modelo 2018, a Suzuki GSX-R1000 é uma esportiva de 999 cc. O ano-modelo 2018 faz parte da geração vendida de 2017 a 2020. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Em números, o peso, 204 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 16,0 litros.
Preço FIPE da GSX-R1000 2018
Pela FIPE de outubro de 2026, a GSX-R1000 ano 2018 está cotada em R$ 55.897. A do ano 2017 sai por R$ 54.533 (+2,5% de diferença); a de 2019 custa R$ 57.295. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2020, R$ 58.728), a 2018 vale 5% menos, uma média de 2,4% por ano.
Na comparação com as 17 motos esportiva 2018 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 6 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto esportiva
Esportiva é a moto de carenagem completa, posição inclinada para a frente, guidão baixo e pedaleiras recuadas. Tudo nela é pensado para desempenho: motor de giro alto, freios fortes, suspensão firme e aerodinâmica. Nas cilindradas menores, é uma porta de entrada para esse estilo de pilotagem; nas maiores, é moto para quem tem bastante experiência.
A posição cansa no trânsito e o seguro costuma ser mais caro. Na usada, o principal é saber como ela foi pilotada, porque uso em pista, quedas e modificações deixam marcas que vale aprender a reconhecer.
As versões da GSX-R1000 em 2018
A GSX-R1000 não era a única GSX-R1000 de 2018: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- GSX-R1000R 2018 (R$ 59.233): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Peças e medidas da GSX-R1000 2018
Medidas de manutenção da GSX-R1000 2018, com link para a página de cada peça:
- Vela de ignição: NGK CR9EIA-9
- Pneu dianteiro: 120/70 ZR17 M/C 58W
- Pneu traseiro: 190/55 ZR17 M/C 73W
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto e com garupa)
O que conferir antes de comprar uma GSX-R1000 2018 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma GSX-R1000, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
O que a idade pede na Suzuki GSX-R1000 2018
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a GSX-R1000 2018.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 8 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 8 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 8 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
Motos parecidas com a GSX-R1000 2018
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos esportiva são as alternativas mais diretas à GSX-R1000:
- Ducati SuperSport S 2018 · R$ 51.092 · 937 cc
- Ducati 959 Panigale 2018 · R$ 61.692 · 955 cc
- Suzuki GSX1300R Hayabusa 2018 · R$ 62.855 · 1.340 cc
- Honda CBR 650F 2018 · R$ 43.992 · 649 cc
- Kawasaki Ninja ZX-10R 2018 · R$ 67.848 · 998 cc
Todos os anos da GSX-R1000
A GSX-R1000 foi vendida em 20 anos-modelo, de 2001 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:
- 2020 · R$ 58.728
- 2019 · R$ 57.295
- 2018 · R$ 55.897
- 2017 · R$ 54.533
- 2016 · R$ 53.202
- 2015 · R$ 51.904
- 2014 · R$ 46.428
- 2013 · R$ 45.295
- 2012 · R$ 44.190
- 2011 · R$ 41.064
- 2010 · R$ 37.473
- 2009 · R$ 36.559
- 2008 · R$ 34.474
- 2007 · R$ 32.917
- 2006 · R$ 32.114
- 2005 · R$ 31.330
- 2004 · R$ 30.565
- 2003 · R$ 28.814
- 2002 · R$ 26.675
- 2001 · R$ 21.470
Ficha técnica da GSX-R1000 2018
| Cilindrada | 999 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 204 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 16,0 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto e com garupa) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR9EIA-9 |
| Pneu dianteiro | 120/70 ZR17 M/C 58W |
| Pneu traseiro | 190/55 ZR17 M/C 73W |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da GSX-R1000 2018
As peças desta moto são as da geração 2017–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da GSX-R1000 2018?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki GSX-R1000 2018 vale R$ 55.897 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a GSX-R1000 2018?
Dianteiro 120/70 ZR17 M/C 58W e traseiro 190/55 ZR17 M/C 73W.
Quantas cilindradas tem a GSX-R1000 2018?
A GSX-R1000 2018 tem 999 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quanto pesa a GSX-R1000 2018?
O peso informado pelo fabricante é 204 kg (em ordem de marcha).
Quantas libras vai no pneu da GSX-R1000 2018?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (só piloto e com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual o óleo da GSX-R1000 2018?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
A Suzuki GSX-R1000 2018 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.