tudo de moto

Yamaha YZF-R6 2006–2007

Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a YZF-R6 fabricada de 2006 a 2007. 3ª geração (motor e quadro novos, YCC-T).

  • Esportiva
  • 599 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) referência
Pneu traseiro 180/55ZR17 M/C (73W) referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Yamaha YZF-R6

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha YZF-R6 2006–2007. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Peças da YZF-R6 2006–2007

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

YZF-R6 2006–2007: visão geral

Entre 2006 e 2007, a YZF-R6 manteve a mesma base técnica: uma esportiva de 599 cc. No catálogo, a YZF-R6 tem 3 gerações; esta é a 2ª, entre a 2004–2005 e a 2008–2012. 3ª geração (motor e quadro novos, YCC-T).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 30.555 (2006) a R$ 31.531 (2007).

Como ler a ficha técnica da YZF-R6

  • Peso: 182 kg (com óleo e combustível)
  • Tanque: 17,5 litros (reserva de 3,5 L)
  • Altura do banco: 850 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa) com carga de 0 a 90 kg / 42 psi (290 kPa) com carga de 90 a 193 kg
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Entender a ficha da Yamaha YZF-R6 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
  • Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da YZF-R6, e isso muda o que levar na viagem.

A YZF-R6 no dia a dia

A esportiva é feita para velocidade e curva. Carenagem completa, posição inclinada e motor que gosta de giro alto fazem da YZF-R6 uma moto rápida e precisa na estrada de serra e em pista. A carenagem protege do vento em velocidade, e os freios fortes dão confiança.

No trânsito, a mesma posição cansa: o peso vai para os punhos, o pescoço trabalha e o motor esquenta no anda e para. Com garupa, o banco traseiro é pequeno e alto. Em piso ruim, a suspensão firme e o pneu de perfil esportivo pedem cuidado redobrado. Para entregas e uso de trabalho, não faz sentido.

Medidas das peças da YZF-R6 2006–2007

Referências de manutenção da YZF-R6 2006–2007, peça por peça:

Plano de manutenção da YZF-R6, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a YZF-R6 2006–2007, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria completa, sem deixar ar no sistema.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
  • Corrente, coroa e pinhão. A corrente pede limpeza e lubrificação frequentes, além de ajuste de folga no intervalo do manual. Quando chegar a hora da troca, mude corrente, coroa e pinhão juntos, porque peças novas com velhas se desgastam rápido. Sinais de fim de vida: dentes da coroa em forma de gancho, corrente que sai da coroa quando puxada e elos duros.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.

Os anos da YZF-R6 2006–2007

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 3% menos que o mais novo na tabela.

O que mudou nas outras gerações da YZF-R6

Em relação à geração anterior, YZF-R6 2004–2005, mudou:

  • Acelerador: por cabo → eletrônico

Na geração seguinte, YZF-R6 2008–2012, mudou:

  • Tanque: 17,5 litros (reserva de 3,5 L) → 17,3 litros (reserva de 3,5 L)
  • Peso: 182 kg (com óleo e combustível) → 189 kg (em ordem de marcha)
  • Calibragem: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa) com carga de 0 a 90 kg / 42 psi (290 kPa) com carga de 90 a 193 kg → dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

Checagem rápida e avisos da YZF-R6: o que observar

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a YZF-R6 2006–2007 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Cheiro de combustível. Gasolina não deve ser sentida com a moto ligada nem parada na garagem. Se você notar o cheiro, procure a origem com o motor frio: mangueiras ressecadas, abraçadeiras frouxas e respiros entupidos são os suspeitos de sempre. Vazamento de combustível é risco de fogo e precisa ser corrigido antes de qualquer saída.
  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
  • Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.

Acessórios que fazem sentido na YZF-R6

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a YZF-R6 2006–2007, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo parecendo inteiro.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e a suspensão dianteira.
  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para vários aparelhos.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma YZF-R6 2006–2007?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 31.531, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Quantos quilos tem a YZF-R6 2006–2007?

A ficha do fabricante informa 182 kg (com óleo e combustível).

Qual o tamanho do tanque da YZF-R6 2006–2007?

O tanque da YZF-R6 desses anos comporta 17,5 litros (reserva de 3,5 L).

A YZF-R6 2006–2007 é alta?

A altura do banco é de 850 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Para que serve saber em que rotação está o torque?

A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.

A YZF-R6 aguenta levar garupa?

A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.

Pneu mais largo melhora a moto?

Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.

Ficha técnica

Características
Cilindrada599 cc
CombustívelGasolina
Peso182 kg (com óleo e combustível) conferido
Tanque17,5 litros (reserva de 3,5 L) conferido
Altura do banco850 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa) com carga de 0 a 90 kg / 42 psi (290 kPa) com carga de 90 a 193 kg conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da YZF-R6 por ano

Ano-modeloPreço médio
YZF-R6 2007R$ 31.531
YZF-R6 2006R$ 30.555

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827053-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da YZF-R6