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Yamaha YZF-R6 2008–2012

Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a YZF-R6 fabricada de 2008 a 2012. 4ª geração (YCC-I, quadro revisado).

  • Esportiva
  • 599 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) referência
Pneu traseiro 180/55ZR17 M/C (73W) referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Yamaha YZF-R6

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha YZF-R6 2008–2012. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Peças da YZF-R6 2008–2012

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

YZF-R6 2008–2012: visão geral

Esta é a ficha da Yamaha YZF-R6 vendida nos anos-modelo de 2008 a 2012: uma esportiva de 599 cc. É a 3ª de 3 gerações da YZF-R6 no catálogo, a atual. 4ª geração (YCC-I, quadro revisado).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma YZF-R6 desta geração custa entre R$ 34.680 e R$ 41.181, conforme o ano.

Ficha da YZF-R6 2008–2012: o que os dados mudam na prática

  • Peso: 189 kg (em ordem de marcha)
  • Tanque: 17,3 litros (reserva de 3,5 L)
  • Altura do banco: 850 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Entender a ficha da Yamaha YZF-R6 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.

Cidade, estrada e garupa com a YZF-R6

Na esportiva, tudo gira em torno do desempenho. Na estrada, a YZF-R6 roda rápida e estável, com proteção aerodinâmica que permite manter velocidade com menos esforço do que numa naked. Em curva, os pneus largos e a suspensão acertada para firmeza transmitem confiança a quem sabe pilotar.

Ela sofre no cotidiano. O calor do motor envolve as pernas no congestionamento, a posição incomoda após algum tempo parado no trânsito e a visibilidade pelos retrovisores é menor. Piso esburacado, valetas e lombadas altas pedem cuidado com a carenagem. Garupa, só em percursos curtos. Para quem quer emoção na estrada, é a escolha certa.

Medidas das peças da YZF-R6 2008–2012

As medidas que a YZF-R6 2008–2012 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

O que revisar na Yamaha YZF-R6 2008–2012 e quando pensar em cada item

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a YZF-R6 2008–2012, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem atenção imediata.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da YZF-R6 2008–2012 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 16%.

A YZF-R6 2008–2012 e as outras gerações

Em relação à geração anterior, YZF-R6 2006–2007, mudou:

  • Tanque: 17,5 litros (reserva de 3,5 L) → 17,3 litros (reserva de 3,5 L)
  • Peso: 182 kg (com óleo e combustível) → 189 kg (em ordem de marcha)
  • Calibragem: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 36 psi (250 kPa) com carga de 0 a 90 kg / 42 psi (290 kPa) com carga de 90 a 193 kg → dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg

Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.

Checagem rápida e avisos da YZF-R6: o que observar

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a YZF-R6.

  • Fumaça no escapamento. Observe o escapamento ao ligar e ao acelerar. Uma fumaça branca rala nos primeiros minutos de um dia frio é normal. Fumaça azul persistente ou preta não é. Elas mostram que algo mudou na queima, e acompanhar o nível do óleo e a cor da vela ajuda a entender o que está acontecendo.
  • Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto vagando na reta pede revisão de rolamentos e pneus.
  • Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam fim de vida.
  • Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a chegar em casa, mas o problema continua.

Acessórios para a YZF-R6 2008–2012: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a YZF-R6 2008–2012, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode grudar no escapamento.
  • Tomada USB. Carregar o celular rodando é prático, mas a tomada precisa de instalação bem feita: fusível, fio na bitola certa e ligação pós-chave. Tomada sem tampa junta água e oxida; ligação direta na bateria pode drená-la. Uma instalação limpa evita panes elétricas difíceis de achar depois.
  • Slider e protetores de quadro. Sliders são peças de material resistente presas ao quadro, aos eixos ou às pontas do guidão. Num tombo, são eles que arrastam no chão, poupando carenagem, motor, tampas e manetes. Em motos sem carenagem ou com carenagem cara, valem o investimento. Prefira kits feitos para o modelo, fixados com parafusos mais longos e adequados.
  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.

Perguntas frequentes

A YZF-R6 2008–2012 é alta?

A altura do banco é de 850 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Qual o valor da YZF-R6 2008–2012 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 41.181, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Quantos litros tem o tanque da YZF-R6 2008–2012?

O tanque da YZF-R6 desses anos comporta 17,3 litros (reserva de 3,5 L).

Quantos quilos tem a YZF-R6 2008–2012?

A ficha do fabricante informa 189 kg (em ordem de marcha).

Quanto a YZF-R6 roda com um tanque?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Dá para colocar câmara num pneu sem câmara?

Na maioria dos casos, sim: furo pequeno na área de rodagem é reparado e o pneu segue rodando. Câmara dentro de pneu sem câmara não é recomendada, porque esquenta e pode falhar sem aviso. Furos na lateral, cortes e bolhas pedem troca do pneu. Leve um kit de reparo para emergências.

A YZF-R6 serve para quem é baixo?

Depende da altura do banco, da largura dele e da sua altura de cavalo. Apoiar a ponta dos dois pés ou um pé inteiro já costuma ser suficiente com prática. Sente na moto antes de decidir, com ela em pé. Banco rebaixado, botas de sola mais alta e técnica de parada ajudam bastante quem fica no limite.

Ficha técnica

Características
Cilindrada599 cc
CombustívelGasolina
Peso189 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque17,3 litros (reserva de 3,5 L) conferido
Altura do banco850 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da YZF-R6 por ano

Ano-modeloPreço médio
YZF-R6 2012R$ 41.181
YZF-R6 2011R$ 38.622
YZF-R6 2010R$ 37.680
YZF-R6 2009R$ 36.450
YZF-R6 2008R$ 34.680

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827053-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da YZF-R6