Yamaha YZF-R6 2010
Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YZF-R6 usada.
- Esportiva
- 599 cc
- Gasolina
FIPE 2010
R$ 37.680
- Moto
- Yamaha YZF-R6
- Ano-modelo
- 2010
- Geração
- 2008–2012
- Calibragem
- dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827053-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha YZF-R6
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha YZF-R6 2010. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaYZF-R6 2010: o essencial
A Yamaha YZF-R6 2010 é uma esportiva de 599 cc. O ano-modelo 2010 faz parte da geração vendida de 2008 a 2012. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, o peso, 189 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 17,3 litros (reserva de 3,5 L); o banco fica a 850 mm do chão.
Quanto vale a YZF-R6 2010
Pela FIPE de outubro de 2026, a YZF-R6 ano 2010 está cotada em R$ 37.680. A do ano 2009 sai por R$ 36.450 (+3,4% de diferença); a de 2011 custa R$ 38.622. Comparada com a 2012 (R$ 41.181), a moto de 2010 custa 9% a menos: em média, perdeu 4,3% de valor a cada ano.
Na comparação com as 23 motos esportiva 2010 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 7 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma esportiva
Quem compra uma esportiva quer a sensação de pilotar uma moto feita para a velocidade. A carenagem protege do vento, o motor responde rápido e a ciclística é precisa, mas o conforto fica em segundo plano: punhos carregados, banco pequeno para o garupa e pouco espaço para bagagem ou acessórios de viagem.
Na hora de comprar usada, carenagem paralela, sliders ralados e pneus gastos até a borda contam parte da história. Peça o histórico de revisões e pergunte se a moto mantém as peças originais ou se elas acompanham a venda.
Peças e medidas da YZF-R6 2010
Para a manutenção da YZF-R6 2010, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17 M/C (58W)
- Pneu traseiro: 180/55ZR17 M/C (73W)
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg
O que conferir antes de comprar uma YZF-R6 2010 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma YZF-R6, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
O que a idade pede na Yamaha YZF-R6 2010
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a YZF-R6 2010.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 16 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 16 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 16 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
Documentos e negociação da YZF-R6 2010
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
Alternativas à YZF-R6 2010
Para comparar: motos esportiva 2010 com valor FIPE perto do da YZF-R6.
- Suzuki GSX-R750 SRAD 2010 · R$ 37.830 · 750 cc
- Suzuki GSX-R1000 2010 · R$ 37.473 · 999 cc
- Kawasaki Ninja ZX-10R 2010 · R$ 38.039 · 998 cc
- Yamaha YZF-R1 2010 · R$ 38.918 · 998 cc
- BMW K 1300 S 2010 · R$ 39.139 · 1.293 cc
- Kawasaki Ninja ZX-14 / ZX-14R 2010 · R$ 39.774 · 1.352 cc
- Bimota DB5R 2010 · R$ 40.116 · 1.078 cc
- Ducati 848 2010 · R$ 35.114 · 849 cc
A YZF-R6 em outros anos
A YZF-R6 foi vendida em 9 anos-modelo, de 2004 a 2012. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da YZF-R6 2010
| Cilindrada | 599 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 189 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 17,3 litros (reserva de 3,5 L) conferido |
| Altura do banco | 850 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 M/C (58W) |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 M/C (73W) |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da YZF-R6 2010
As peças desta moto são as da geração 2008–2012. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da YZF-R6 2010?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YZF-R6 2010 vale R$ 37.680 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos litros cabem no tanque da YZF-R6 2010?
O tanque da YZF-R6 2010 leva 17,3 litros (reserva de 3,5 L).
Quanto pesa a YZF-R6 2010?
O peso informado pelo fabricante é 189 kg (em ordem de marcha).
Qual a cilindrada da YZF-R6 2010?
A YZF-R6 2010 tem 599 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a calibragem do pneu da YZF-R6 2010?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), iguais com carga de 0 a 90 kg e de 90 a 186 kg. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual pneu usa a YZF-R6 2010?
Dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) e traseiro 180/55ZR17 M/C (73W).
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.