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Pedaleiras da Bimota Tesi 3D (alumínio) 2009–2010

O que define a pedaleiras certa para a Tesi 3D (alumínio) desses anos, e onde encontrar.

Pedaleiras que serve

Tesi 3D (alumínio) 2009–2010

Moto
Bimota Tesi 3D (alumínio)
Anos
2009 a 2010

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com pedaleiras para a Bimota Tesi 3D (alumínio)

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Quais pedaleiras servem na Tesi 3D (alumínio) 2009–2010

Para as pedaleiras, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a Tesi 3D (alumínio) e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2009–2010), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a Tesi 3D (alumínio) 2009–2010; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Para que servem as pedaleiras da Tesi 3D (alumínio)

Pense nas pedaleiras como a base da sua posição na moto. Com os pés bem apoiados, você consegue apertar o tanque com os joelhos, aliviar o peso das mãos no guidão e reagir rápido no freio e no câmbio. Pedaleira solta, escorregadia ou torta tira essa base justamente quando você precisa dela.

O conjunto costuma ter o suporte, preso ao quadro, a pedaleira propriamente dita, um pino de articulação, uma mola de retorno e, na maioria das motos de rua, uma borracha antiderrapante. As do garupa, em muitos modelos, são retráteis e ficam recolhidas quando não há passageiro, protegidas de esbarrões.

Como as pedaleiras trabalham na Tesi 3D (alumínio)

A Tesi 3D (alumínio) 2009–2010 é uma naked de 1.078 cc. O farol usa lâmpada halógena. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).

Na Tesi 3D (alumínio), com freio traseiro a disco, o cilindro mestre do freio traseiro costuma ficar perto do suporte da pedaleira direita, e em muitas motos preso a ele. Qualquer serviço nesse suporte mexe no freio e deve ser feito em oficina.

Sinais de que as pedaleiras da Tesi 3D (alumínio) pedem troca

Com a moto parada, mexa nas pedaleiras com a mão e com o pé. Folga, mola fraca e borracha lisa aparecem logo.

  • Ponta de raspagem gasta. Algumas pedaleiras trazem um pino ou ressalto que raspa no asfalto antes do resto da moto. Se ele sumiu de tanto raspar, vale trocar a peça e repensar a inclinação nas curvas.
  • Pedaleira do garupa que não abre ou não fecha. Se a pedaleira do garupa trava, fica mole ou não para na posição aberta, limpe e lubrifique o pino. Se não resolver, troque pino, mola ou a peça inteira.
  • Borracha gasta ou lisa. A borracha da pedaleira perde as ranhuras com o uso e fica lisa. Com o calçado molhado, o pé escorrega, principalmente numa frenagem ou num buraco. É uma das peças mais baratas de trocar e faz diferença na segurança.
  • Pedaleira empenada. Pedaleira torta muda a posição do pé em relação ao pedal do freio e do câmbio. Desempenar à força pode trincar o metal. O mais seguro é trocar.
  • Mola fraca ou quebrada. A mola faz a pedaleira voltar para a posição depois de dobrar. Se ela fica caída, demora a voltar ou dobra com qualquer toque, a mola perdeu a força ou quebrou.

O que conferir antes de comprar pedaleira

Leve a pedaleira antiga ou fotos dela à loja. Com isso, o balconista compara encaixe, pino e mola em poucos minutos.

  • Piloto ou garupa. As pedaleiras do piloto e do garupa costumam ser diferentes no tamanho, no encaixe e na borracha. Peça a que você precisa e confira na embalagem se é dianteira ou traseira.
  • Pedaleiras de acessório. Há pedaleiras de estilo diferente, mais largas, de alumínio usinado ou recuadas. Algumas mudam a posição dos pés e exigem ajuste dos pedais de freio e câmbio. Essa mudança mexe com comandos importantes e deve ser feita em oficina.
  • Nota fiscal e garantia. Guarde a nota e confira o encaixe assim que receber. Pino que não entra, mola diferente ou pedaleira que não dobra direito são motivos para trocar antes de montar.
  • Lado direito ou esquerdo. Diga o lado ao balconista ou leve a peça. A direita é a do lado da sua mão direita, sentado na moto. Pegar o lado errado é um erro comum.

Troca da pedaleira passo a passo

Com alicate, chave adequada e um pouco de graxa, dá para trocar a pedaleira em casa. Siga a sequência abaixo e confira tudo antes de rodar.

  1. Apoie a moto com segurança. Coloque a moto no cavalete central, se houver, em piso firme e plano. Com a moto no descanso lateral, o peso pode tombar a moto quando você mexer do lado de apoio.
  2. Observe a posição da mola. Repare em que ponto as pontas da mola se apoiam, uma na pedaleira e outra no suporte. Uma foto agora poupa tempo depois.
  3. Retire a trava do pino. Com alicate, retire o contrapino ou o anel elástico que trava o pino. Proteja os olhos: anel elástico pode escapar com força. Descarte o contrapino usado.
  4. Tire o pino segurando a mola. Empurre o pino com uma ferramenta fina, mantendo a mola presa com os dedos. Anote a ordem das arruelas para montar igual.
  5. Limpe e confira o suporte. Limpe o furo do suporte e veja se há desgaste, ovalização ou trinca. Furo ovalizado deixa folga mesmo com pino novo. Se o suporte estiver danificado, a troca dele é a solução.
  6. Lubrifique e posicione a peça nova. Passe uma camada fina de graxa no pino. Posicione a pedaleira nova e a mola como estavam, com as pontas apoiadas nos mesmos pontos. Coloque as arruelas na ordem.
  7. Coloque o pino e a trava nova. Introduza o pino, confira as arruelas e trave com contrapino ou anel novo. Trava mal colocada é o motivo de pedaleiras que caem rodando.
  8. Teste a dobra e o retorno. Dobre a pedaleira com a mão e solte: ela deve voltar sozinha e firme para a posição. Apoie o pé e faça força: nada pode ceder nem ter folga lateral.

Guarde a nota até confirmar que a pedaleira dobra, volta e fica firme. Se a mola não volta ou o pino tem folga, a peça pode estar errada para a aplicação; troque antes de rodar.

Erros que deixam a pedaleira insegura

Antes de comprar ou trocar a pedaleira, evite estes tropeços. Quase todos são simples de prevenir.

  • Trocar suporte sem conferir o freio. Mexer no suporte da pedaleira direita muitas vezes significa mexer no freio traseiro. Sem regulagem e teste depois, o freio pode ficar arrastando ou com curso errado.
  • Montar a mola invertida. Mola montada ao contrário faz a pedaleira ficar caída ou dobrar para o lado errado. Fotografe antes de desmontar e confira o retorno antes de rodar.
  • Desempenar pedaleira à força. Pedaleira entortada em queda deve ser trocada. Desempenar à força deixa a peça fraca justamente no ponto da dobra, onde ela recebe o peso.

Como conservar as pedaleiras da Tesi 3D (alumínio)

A manutenção das pedaleiras é rápida: limpeza, lubrificação e uma olhada na borracha e na trava.

  • Recolha as pedaleiras do garupa. Quando não há passageiro, recolher as pedaleiras do garupa evita que elas enrosquem em calçadas, outras motos ou na sua perna ao subir e descer.
  • Limpe e lubrifique o pino. Um pino limpo e lubrificado deixa a pedaleira dobrar e voltar sem esforço. Faça isso principalmente depois de rodar na chuva ou na terra.
  • Oriente o garupa. Peça ao passageiro que mantenha os pés nas pedaleiras o tempo todo, inclusive nas paradas. Pé fora da pedaleira perto da roda ou do escapamento é risco de ferimento.

A Tesi 3D ao longo dos anos

A família Tesi 3D reúne 2 versões e 2 gerações no catálogo, de 2008 a 2010. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas as pedaleiras podem mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão Tesi 3D (carbono) 2008–2010.

A Tesi 3D (alumínio) na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Tesi 3D (alumínio) nesta geração ficam entre R$ 44.217 e R$ 50.019. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento das pedaleiras chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

Pedaleiras nos outros anos e versões da Tesi 3D

VersãoAnos
Tesi 3D (alumínio) (esta página) 2009–2010
Tesi 3D (carbono) 2008–2010

Outras peças da Tesi 3D (alumínio) 2009–2010

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Bimota Tesi 3D (alumínio) 2009–2010

Perguntas frequentes

Posso usar as pedaleiras de outro modelo na Tesi 3D (alumínio)?

Em geral, não sem conferir. As pedaleiras são desenhadas para o modelo; as de outra moto só servem quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Posso trocar só a borracha da pedaleira?

Em muitos modelos, sim. Se a pedaleira, o pino e a mola estão bons, trocar só a borracha resolve o escorregão e a vibração. Pergunte na loja se ela é vendida avulsa para a sua moto.

Posso tirar a pedaleira do garupa?

Tirar as pedaleiras e levar passageiro é perigoso. O garupa precisa de apoio firme para os pés. Se você roda sozinho, mantenha-as recolhidas, mas no lugar e em bom estado para quando precisar.

Pedaleira balançando, o que fazer?

Primeiro, identifique a origem: pino, bucha, furo do suporte ou parafusos do suporte. Pino e bucha são trocas simples; suporte e fixação ao quadro pedem avaliação de um mecânico de confiança.

Vale a pena trocar por pedaleira esportiva?

Pode valer pelo visual e pela aderência, desde que seja feita para o seu modelo. Mudanças de posição exigem ajuste de freio e câmbio em oficina, para os pedais ficarem ao alcance do pé.

Pedaleiras de moto: guia geral e lista de motos