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Ducati Monster 696 2009–2012

Ficha técnica, preço FIPE e as 69 peças com página própria para a Monster 696 fabricada de 2009 a 2012.

  • Naked
  • 696 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Ducati Monster 696
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 10Ah conferido
Vela de ignição NGK DCPR8E conferido
Pneu dianteiro 120/60ZR17 conferido
Pneu traseiro 160/60ZR17 conferido
Relação (kit) passo 520 | coroa 45 | pinhão 15 | 108 elos (DID 520 V6, 107+1) conferido
Óleo do motor Shell Advance 4T Ultra (SAE 15W-50 JASO MA2) | 3,1 L com filtro conferido
Filtro de ar papel seco conferido
Lâmpada do farol H7 55W (baixo) + H1 55W (alto) conferido
Fluido de freio DOT 4 conferido
Óleo de bengala Shell Advance Fork 7.5 ou Donax TA | 538 ml por tubo referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Ducati Monster 696

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Peças da Monster 696 2009–2012

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Ducati Monster 696 2009–2012

A Ducati Monster 696 nos anos-modelo de 2009 a 2012 é uma naked de 696 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma Monster 696 desta geração custa entre R$ 21.288 e R$ 27.879, conforme o ano.

Ficha da Monster 696 2009–2012: o que os dados mudam na prática

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Entender a ficha da Ducati Monster 696 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo em marcha lenta.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai torta.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar preguiçosa. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.

Como a Monster 696 se comporta no uso

A naked agrada quem quer sentir a moto. A resposta do acelerador é direta, as curvas saem precisas e o guidão largo facilita mudar de direção rápido. No trânsito, ela anda bem, e o motor de 696 cc sobra nas ultrapassagens de estrada.

As fraquezas são previsíveis. O vento cansa em ritmo de rodovia, o banco traseiro é pequeno para viagens com garupa e bagagem pede acessórios. Em piso de terra e asfalto castigado, a suspensão esportiva e os pneus de rua pedem cautela. Usada como moto de lazer e de deslocamento, entrega muito; como moto de trabalho pesado, gasta mais do que precisa.

Peças de troca: as medidas da Monster 696

Referências de manutenção da Monster 696 2009–2012, peça por peça:

O que revisar na Ducati Monster 696 2009–2012 e quando pensar em cada item

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Monster 696 2009–2012, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Filtro de óleo. O filtro segura as partículas que o óleo recolhe dentro do motor. Quando satura, ou deixa passar sujeira ou abre uma válvula que faz o óleo circular sem filtragem. Troque junto com o óleo, conforme o intervalo do manual, que às vezes pede o filtro a cada duas trocas. Use a peça com a medida certa e confira o anel de vedação ao apertar.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner entram nas revisões.

A Monster 696 2009–2012 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 24% menos que o mais novo na tabela.

Sinais que a Ducati Monster 696 dá antes de um problema

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Monster 696.

  • Nível do fluido de freio. O reservatório do freio dianteiro fica no guidão e tem um visor ou marcas de nível. Com a moto reta, o fluido deve estar entre o mínimo e o máximo. O nível baixa um pouco conforme as pastilhas gastam, o que é normal. Queda rápida indica vazamento. Fluido escuro mostra que a troca está atrasada.
  • Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam fim de vida.
  • Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura com excesso de combustível.
  • Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só condensação, e é normal.

O que vale instalar na Ducati Monster 696

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Monster 696 2009–2012, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar iluminado sempre que puder.
  • Suporte de celular. Para quem faz entregas ou usa navegação, o suporte de celular é quase obrigatório. Escolha um firme, que não balance, e com sistema que absorva vibração, porque ela pode estragar a câmera do aparelho. Instale de modo que não atrapalhe o giro do guidão nem cubra o painel, e não mexa no celular em movimento.
  • Bolha ou para-brisa. Se a Monster 696 vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.
  • Alforjes e sacolas laterais. Para viajar com a moto, bagagem nas laterais é melhor que mochila nas costas. Alforjes e malas laterais mantêm o centro de gravidade baixo e deixam o garupa mais confortável. Respeite a carga máxima, use suportes próprios e verifique se nada encosta no escapamento quente ou nos raios.

Perguntas frequentes

Qual óleo vai na Monster 696 2009–2012?

A referência é Shell Advance 4T Ultra (SAE 15W-50 JASO MA2) | 3,1 L com filtro. O intervalo de troca está no manual.

Que bateria usa a Monster 696 2009–2012?

A bateria indicada é 12V 10Ah.

Qual o valor da Monster 696 2009–2012 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 27.879, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Torque em baixa rotação é melhor?

A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.

Pessoa baixa consegue pilotar a Monster 696?

Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.

A velocidade máxima da ficha é real?

Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.

Ficha técnica

Características
Cilindrada696 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar e óleo
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Monster 696 por ano

Ano-modeloPreço médio
Monster 696 2012R$ 27.879
Monster 696 2010R$ 22.881
Monster 696 2009R$ 21.288

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 808030-5. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.